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terça-feira, 20 de novembro de 2012

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Meio Ambiente em Versos: o livro

terça-feira, 20 de novembro de 2012

O Meio Ambiente na Escola vai encerrar o ano entregando à comunidade escolar e às bibliotecas de todo o Estado um livro que traduz a vida e a natureza em versos. A publicação, que será lançada em dezembro, contém 52 poesias, todas escritas por alunos de Ensino Médio e classificadas no concurso desenvolvido pelo projeto em 2012. No total, serão impressos cinco mil exemplares. A coordenadora, Miriam Volkmer Destefani, diz que um mínimo de 50 unidades vai ser enviado para cada instituição de ensino incluída na proposta; mil vão para as bibliotecas gaúchas; outras serão destinadas aos parceiros (Certel, Folhito, Prefeitura de Lajeado, Charrua, Univates, AES Sul, Corsan, Conpasul, Faros, HS Contabilidade e governo do Estado); e parte do material irá compor o acervo do Meio Ambiente na Escola.

Em cem páginas, o livro pretende sensibilizar os leitores. “É um conteúdo que vale a pena. Embora O Informativo seja responsável pela publicação, outros 52 autores deram sua contribuição para a literatura e para uma vida melhor, mais consciente”, destaca Miriam. Além de poesias, o impresso Meio Ambiente em Versos apresenta um resgate da história do projeto desde o seu início – em 1999, o jornal O Informativo já publicava suplemento com enfoque ambiental. Em 2007, a formatação passou a incluir um trabalho mais específico com as instituições de ensino. Desde lá, tem inovado a cada ano, propondo desafios às comunidades escolares. Primeiro foi lançado o concurso de redação e fotografia, depois se seguiram concurso de projetos ambientais, olimpíadas ambientais, festival de música e, por fim, concurso de poesias.

O livro também lembra as outras ações que agregam valor ao Projeto Meio Ambiente na Escola: seminários, apresentações artístico-culturais, bate-papos ambientais. “Existe uma formatação, mas durante o percurso, o projeto sempre traz novidades. Onde a equipe de trabalho vê uma brecha para fazer algo a mais, a equipe faz, e as escolas sempre são parceiras”, destaca a coordenadora. Algumas fotografias dessas iniciativas também vão estar estampadas na publicação. A obra ainda situa o Vale do Taquari na questão ambiental com base em dados de pesquisa.


Título: Meio Ambiente em Versos
Páginas: 100
Capa: Infoarte
Coleção: poesias
Autores: 52 alunos de Ensino Médio
Publicação: jornal O Informativo
Lançamento: dezembro de 2012

Cintia Marchi
cintia@informativo.com.br

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Mais de 400 participam do seminário do Meio Ambiente na Escola

terça-feira, 20 de novembro de 2012

No último dia 30 de outubro, o Meio Ambiente na Escola promoveu um seminário sobre sustentabilidade. A atividade reuniu mais de 400 alunos de escolas de toda a região. Eles estavam lá para ouvir as palavras da catadora de material reciclável Therezinha Ferreira, do professor Henrique Fensterseifer e do acadêmico de Ciências Biológicas Tomás Salvatori.

O primeiro relato foi da catadora de material reciclável e presidente da Associação Simon Bolívar de Lajeado, Therezinha Ferreira. Ela mostrou a história da associação, que surgiu depois de um grupo de moradores do Bairro Santo Antônio, com média de 45 anos de idade, ter desistido de procurar emprego por não possuir qualificação suficiente para uma vaga no mercado de trabalho. Depois de 12 anos, o trabalho organizado tem equipes que ajudam no recolhimento de lixo, na separação dos resíduos e na entrega do material para a empresa que faz reciclagem. O ganho por catador é de, aproximadamente, R$ 40, para cada três meses de trabalho.

O professor Henrique Fensterseifer foi o segundo a explanar, com a temática “Sustentabilidade e o Vale do Taquari”. “Desenvolvimento sustentável é satisfazer as necessidades do presente sem comprometer o futuro”, fala. Para que isso ocorra, é necessário o equilíbrio entre o desenvolvimento econômico, o desenvolvimento sociocultural e a proteção ambiental. Na região, ele salienta que não existem mais terras adequadas e disponíveis para que se exerça a sustentabilidade. “O uso de agroquímicos ajudou na contaminação de plantas e águas, além da ocupação do espaço urbano. Além disso, os espaços agrícolas competem com as poucas áreas de matas nativas que temos.”

O último palestrante foi o acadêmico de Ciências Biológicas da Univates Tomás Salvatori. Ele usou como temática a “Pegada Ecológica”, que representa o espaço que cada um tem no mundo. “Cada opção nossa representa um tanto de recurso que será usado”, fala. Ele deu ainda dicas simples para tentar fazer a diferença. Uma delas é na ida ao supermercado, quando deve-se utilizar apenas uma sacola plástica para embalar os alimentos pesados na balança. “Coloque todos no mesmo saco e os códigos de barras todos juntos”, comenta. Também sugeriu que espaços como as universidades, por exemplo, tivessem estacionamentos numerados com preferência para aquelas pessoas que carregam vários colegas. “Assim diminuiria o número de pessoas que andam de carro e, consequentemente, poluem o ambiente, pois a liberação de gases poluentes seria menor”, ressalta.


Bruna Lovato
brunal@informativo.com.br

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Adubação orgânica: Fertilização que vem da natureza

terça-feira, 20 de novembro de 2012

A preparação do solo para o cultivo na agricultura depende das análises técnicas, serviços estes realizados em laboratórios e avaliados por engenheiros-agrônomos ou  técnicos agrícolas que receitam os materiais e doses adequadas ao cultivo específico. Em escala menor, como para flores, hortas, jardins, frutíferas, pode-se usar como regra geral um quilo de adubo orgânico por metro quadrado. Inclusive, o adubo orgânico pode vir dos restos da própria casa, e o processo é muito simples. Basta colocar todos os resíduos orgânicos que possam ser revolvidos periodicamente e também umedecê-los; logo que parecer como solo, com coloração escura e decomposto, pode ser usado na terra e servirá como uma ótima adubação.

O que é adubo orgânico?

É um composto oriundo de diversos resíduos também de origem orgânica, como vegetais e animais e/ou seus dejetos. É rico em macro e micronutrientes, sendo que os principais são nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, enxofre, magnésio, ferro, boro e zinco.


Compostagem

A separação do lixo é o primeiro estágio na produção de adubo orgânico. Todo o material destinado como resíduo orgânico pode ser usado como “matéria-prima”. É preciso armazenar o conteúdo em tonel, lata ou num buraco na terra. Manter o lugar com entrada de ar é fundamental, porque o processo de decomposição é aeróbio, além disso, é preciso estar exposto à luz solar. Quanto maior a diversidade de materiais, mais enriquecido será o adubo. O período de decomposição depende da granulometria dos materiais.

Bruna Lovato
brunal@informativo.com.br

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Lata de aço: Já viu horta dentro de casa?

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Hoje é possível ter horta até em apartamento. Colher salsinha, cebolinha, manjericão, alecrim e outros temperos fresquinhos é um sonho possível mesmo para quem não tem quintal. Basta ter um cantinho na varanda, ou na janela da cozinha, que receba pelo menos quatro horas de sol por dia. Com a ajuda da Loctite, fabricante do Super Bonder, você pode montar uma mini-horta com latas de aço pós-consumo, que também contam com a vantagem de ser 100% recicláveis. As latas de aço são apropriadas para o plantio de todas as espécies, pois não liberam na terra nenhuma substância tóxica. Ao contrário: deixadas no meio ambiente, transformam-se em óxido de ferro, substância encontrada na natureza.

Use os materiais

- Loctite Hybrid Adesivo Universal
- Lata de aço de leite em pó, achocolatado ou complemento alimentar. Lembre-se de guardar a tampinha plástica, depois ela se transformará em pratinho para o seu vaso
- Galvanite
- Tinta acrílica em várias cores
- Pincéis
- Pedrinhas, pastilhas, adesivos ou o que a sua criatividade mandar
- Verniz em spray

Passo a passo

Passo 1 – Retire o rótulo das latas e aplique uma camada de Galvanite. Deixe secar bem.
Passo 2 – Passe duas camadas de tinta acrílica em toda a superfície da lata.
Passo 3 – Aplique o Loctite Hybrid Adesivo Universal nas pastilhas.
Passo 4 – Fixe as pastilhas na lata de aço e deixe secar.
Passo 5 – Comece a decorar as latas com tinta acrílica em cores variadas. Depois que a tinta estiver bem seca, aplique uma camada de verniz em spray, para dar acabamento e impermeabilizar. Encaixe a tampinha de plástico no fundo da lata. Ela servirá como pratinho, retendo a umidade.
Passo 6 – Agora basta plantar as sementes ou mudas. Lembre-se de fazer um furo no fundo da lata para a drenagem da água. Dentro da lata coloque uma camada de argila expandida. Cubra com uma manta de drenagem (pedrinhas) e preencha o restante com terra de boa qualidade.

Dica da Abeaço

A Associação Brasileira da Embalagem de Aço (Abeaço) foi criada em maio de 2003 com o objetivo de fortalecer a imagem da embalagem de aço, além de dar suporte técnico e mercadológico aos seus fabricantes. A entidade sem fins lucrativos investe e apoia iniciativas de gestão ambiental. Hoje, a associação reúne empresas do setor, interagindo intensamente com entidades empresariais, fabricantes de embalagens, organizações ambientalistas e o governo.


Susana Leite
susana@informativo.com.br

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Ocupação do solo: Quando a urbanização toma conta do espaço

terça-feira, 20 de novembro de 2012

O crescimento urbano acelerado muda não só o cartão-postal da cidade, mas também traz uma série de problemas socioambientais. A professora de Turismo da Faculdade Interdisciplinar em Humanidades da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), Raquel Faria Scalco, explica que o crescimento da cidade exige a retirada de boa parte da vegetação natural, o solo passa por um processo de impermeabilização, o que acarreta modificação no ciclo hidrológico. “A cidade é também o local de produção de bens e serviços. Desta forma, fica clara a necessidade de utilização ilimitada dos recursos naturais para a produção de mercadorias. Esse processo produtivo, além de degradar o meio ambiente com a extração dos recursos naturais, acaba lançando seus rejeitos no ambiente, na crença da capacidade também ilimitada de autodepuração e autorrenovação do meio ambiente”, completa. “Tais atitudes têm como consequência o aumento contínuo da degradação, com a poluição do ar, das águas e do solo como nunca se imaginou na história da Terra”, reforça Raquel. Problemas como a canalização dos rios, aumento do escoamento superficial, erosão do solo, assoreamento dos rios, enchentes, ocupação de áreas de risco e formação de um microclima urbano com ilhas de calor, mecanização e utilização de produtos químicos na agricultura também estão relacionados com o crescimento urbano.

Favelização e outros problemas

Entre os problemas da urbanização desordenada destacam-se o desemprego, a criminalidade, a favelização e a poluição do ar e da água. Relatório do Programa Habitat, órgão ligado à ONU, revela que 52,3 milhões de brasileiros – cerca de 30% da população – vivem nas 16.433 favelas cadastradas no país, contingente que chegará a 55 milhões de pessoas em 2020.
O Brasil sempre foi uma terra de contrastes e, nesse aspecto, também não ocorrerá uma exceção: a urbanização do país não se distribui igualitariamente por todo o território nacional. Muito pelo contrário, ela se concentra na Região Sudeste, formada pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.

Impacto na fauna

A diminuição do espaço natural pode ter os impactos mais diversos sobre as populações de animais, variando de espécie para espécie e de acordo com a função que exercem no ambiente original, agora, alterado pelo crescimento urbano. “Pode reduzir as populações em diversos níveis até a extinção. A redução das populações ocorre, frequentemente, por emigração, interrupção da reprodução, subnutrição, doença e morte. É importante ter presente que o espaço natural não representa apenas uma área física qualquer e sim uma série de recursos que podem e devem ser utilizados pelas diversas espécies no cumprimento de suas funções ecológicas”, explica o biólogo Hamilton Grillo. “Assim como para os seres humanos não é possível fazer uma lavoura em um penhasco, também não é possível para muitos animais encontrar os alimentos dos quais dependem, água e abrigo e locais de nidificação em edifícios e áreas degradadas, originadas pela intensa atividade humana dos ambientes urbanos”, completa. Grillo argumenta que a destruição de habitat e a falta de planejamento de cunho sustentável ao longo do crescimento de vilas e cidades se tornam prejudiciais à maioria dos animais habitantes dos ecossistemas que as antecedem.


Susana Leite
susana@informativo.com.br

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Saúde da terra: Solo saudável é úmido, com ar e vitaminado

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Você deve estar se perguntando: a Terra fica doente? Sim, ela fica, às vezes, é doente de natureza. Na verdade, o termo doença atualmente é utilizado para descrever um solo que sofreu com uso de agrotóxicos e produtos químicos da indústria. Mas o solo também sofre de outras maneiras. De acordo com o mestre em agroecossistemas André Michel Müller, a formação rochosa e geográfica de determinadas regiões é que diz qual a qualidade da terra em que se pisa ou se planta. “Alguns autores defendem que solos doentes são solos contaminados. Existem solos férteis e inférteis. E também aqueles que sofrem com a atuação do homem e da agricultura”, explica.

Como descobrir a “saúde” do solo?

Existem algumas formas bem fáceis de saber se a terra está bem, sem problemas. A análise visual é uma delas. O engenheiro-agrônomo da Emater/RS-Ascar Ricardo Martins explica que ao retirar do solo uma pequena porção de terra, usando um anel metálico, é possível identificar a formação do solo. “Quanto mais fofa for a terra, melhor nutrida ela está”, diz. A amostra retirada do solo tem que ter umidade e pouca densidade – a terra não pode estar muito compacta.

De acordo com ele, a composição correta do solo é 50% de material mineral; 25% de água e 25% de ar. Dentro do material mineral está a composição orgânica, que pode ser formada por folhas mortas. Outra forma de analisar a terra é cavando uma pequena trincheira. Com a pá se sente: a terra precisa ser mais compacta na superfície e mais aerada nas camadas inferiores.

O engenheiro diz que todo o solo é “bom” por natureza, mas sofre influência das camadas inferiores formadas por rochas. “Na nossa região, a rocha é o basalto. Ele dá aos solos  fertilidade natural. O basalto está mais presente em solos de várzea, aqueles que desceram das encostas para o vale. Os terrenos próximos do rio e dos arroios são normalmente mais férteis”, compara. Por conta disso, o Vale do Taquari é classificado como terceiro vale mais fértil do mundo.

Sintomas

As próprias plantas dão os sinais da saúde da terra. Quando “falta” ou “sobra” algum componente na terra, o que está acima dela dá o sintoma. Em solos compactos, é comum perceber a presença da guanxuma – uma planta difícil de sair. Em solos com muita acidez, que pode ser a presença excessiva de algum mineral, a barba-de-bode se procria. E quando a terra tem nutrientes demais, como alumínio em grandes quantidades, as samambaias deitam e rolam.

A cromatografia é o “exame” clínico mais moderno aplicado ao diagnóstico de solos. As análises de amostra são caras, e dependendo da quantidade de elementos para ser verificados, se tornam um pesadelo para o estudioso. “A cromatografia não é nova. Seu uso na análise de solos sim. Reagentes químicos são adicionados a porções de terra e mudam de cor. Dependendo da cor, o tratamento para a correção do solo é indicado”, completa Müller.

Que tipo de solo combina com

Agricultura: o solo agrícola é aquele que tem maior profundidade. Os solos avermelhados de Teutônia e Bom Retiro do Sul são exemplos de solos bons para a agricultura. Eles se misturam com a rocha nas camadas mais profundas.

Pecuária: solo raso. O plantio de alimento para o gado não requer profundidade. Um campo nativo pode receber o plantio direto de pasto e árvores frutíferas.

Jardinagem: a terra para um jardim precisa ser preparada. É necessário material orgânico – esterco, restos de comida e folhas de árvores, que ajudam a fazer essa composição. O processo de compostagem é indicado para esse tipo de terra.

Rodrigo Nascimento
rodrigon@informativo.com.br

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Solo: Ele que mantém a vida na Terra

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Assim como a água e o ar, o solo é o suporte para a vida na Terra. Segundo o professor Ernesto Luiz Alves, que é especialista em cuidar da terra, essa combinação  é o que se busca em outros planetas para ver se existe vida, portanto, essa combinação deve estar em equilíbrio para manter o bem-estar humano. “Os solos possuem diversas funções, todas relacionadas a manter a vida na Terra. Entre as funções, uma das mais importantes é a de armazenar e, posteriormente, liberar água para os vegetais”, ensina o professor Ernesto. Essa água “retida” alimenta também o lençol freático – água subterrânea – e, na sequência, os rios. Assim possibilita  a vida dos macro e micro-organismos na superfície e no interior do solo.

Trocando em miúdos, o solo é…

A própria ciência relacionada ao estudo do solo teve origem por intermédio de diferentes áreas do conhecimento, como Geografia, Geologia, Química, Biologia.
Solos são restos de matéria orgânica e sedimentos não consolidados formados pela erosão, desgaste das rochas por meio do intemperismo, ou seja, ação da chuva, vento e temperatura, logo, o clima tem um papel muito importante na formação do solo, influencia diretamente na sua formação, enquanto a vegetação atua indiretamente na estruturação da superfície terrestre. “É possível assim relacionar o tipo de solo com o clima e cobertura vegetal de cada lugar”, diz o professor.
O solo é formado por minerais que são desagregados das rochas, entre eles, quartzo, feldspato, mica e de macro e micro-organismos responsáveis pela decomposição de animais e matéria orgânica que vem da morte dos vegetais.

O solo também é farelo de rocha

A constituição do solo faz parte de um processo de desintegração da rocha, ou seja, a ação do clima, chuva, vento e temperatura. As formas de relevo também têm um papel fundamental, pois as áreas de declividade mais acentuadas terão uma erosão maior. “Temos que pensar ainda que essa formação leva milhares e talvez milhões de anos, com isso, as partículas vão se desagregando e diminuindo gradativamente de tamanho até alcançar tamanhos de grãos de areia, silte e argila”, diz Alves.
Assim, a formação de diversos tipos de solos com características distintas umas das outras, como, por exemplo, solos amarelos, vermelhos, pretos, cinzas; profundos ou rasos; férteis ou pobres em minerais e com quantidades diferentes de matéria orgânica, o que vai diferenciar, inclusive, na cor do solo.
Falando em cor, ela vem da divisão das camadas de solo, de acordo com a profundidade, o contato com o ar, rochas, água e com a matéria orgânica decomposta. As variações verticais são chamadas de horizontes. No primeiro horizonte que está em contato com a atmosfera, a cor do solo é mais escura, por causa da matéria orgânica que vem da decomposição das folhas e galhos da vegetação. No segundo horizonte, a cor avermelhada justifica a presença de ferro oxidado, oriundo do mineral e da existência de argila. O terceiro horizonte, mais profundo, pode ter manchas brancas relacionadas a nódulos de carbonato de cálcio.


Rodrigo Nascimento
rodrigon@informativo.com.br

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CATÁSTROFES Natuais

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

O planeta Terra é um sistema dinâmico, ou seja, está em constante modificação pela ocorrência dos fenômenos naturais. Alguns desses fenômenos têm origem na dinâmica interna da Terra, como a movimentação de placas tectônicas que geram atividades vulcânicas, terremotos e tsunamis. Outros são de origem externa e têm como causa principal a dinâmica atmosférica, que pode causar furacões, tempestades, ressacas, vendavais, secas, inundações, estiagem, entre outros. As intervenções humanas, como a exploração dos recursos naturais, o uso e a ocupação dos espaços naturais, também geram impactos. Entre os principais fenômenos naturais que podem ser induzidos ou potencializados pelo ser humano estão os escorregamentos, as inundações e enchentes e a erosão. Denominamos de desastre natural a ocorrência de um fenômeno natural que modifica a superfície terrestre e atinge áreas ou regiões habitadas, causando danos materiais e humanos.

A história da Terra e da espécie humana é caracterizada por várias relações de desequilíbrio, associadas com a ocorrência de desastres naturais. Muitos desses desequilíbrios pressionaram para que os grupos de humanos deixassem sua área e procurassem locais com melhores condições de sobrevivência. Desse passado longínquo, para os dias atuais, a humanidade apresenta uma distribuição pandêmica, com elevada concentração populacional nas áreas urbanas das cidades. Muitas cidades do Brasil e de outras partes do mundo estão localizadas sobre áreas vulneráveis e sujeitas a algum tipo de desastre natural em razão de inundações, secas, vendavais, furacões, granizo, terremotos, tsunamis, entre outros.

A ocupação humana das áreas vulneráveis aos desastres expõe ao risco toda a população localizada nesses espaços. Além disso, quanto maior a densidade da ocupação populacional, maiores serão os prejuízos para a população quando ocorrer um desses eventos extremos. A ocupação urbana das áreas de risco deveria ser restringida, mas como este controle não foi feito no início da expansão das cidades, hoje é necessário conviver com o risco de desastres naturais, mas existem medidas que amenizam ou evitam os efeitos destes acontecimentos. A observação dos eventos que ocorreram no passado em certa área fornecem as informações mais importantes para que se possa evitar surpresas. Hoje, os órgãos governamentais estão incentivando a implantação de sistemas de alerta de desastres naturais, que constitui uma maneira de conviver pacificamente com o desastre, buscando a redução dos prejuízos destes. Esta iniciativa já começou no Vale do Taquari, abalado frequentemente pelas inundações. Em 2003, a Univates iniciou a implantação de Sistema de Alerta de Enchentes, que se mostrou eficiente e ágil na previsão destes fenômenos, permitindo realizar alertas com várias horas de antecedência para que a população ribeirinha fosse removida das áreas de risco. Atualmente, o sistema está sendo revitalizado, e sua estrutura, ampliada.

Quem tem construções ou outras infraestruturas em algum local de risco de sofrer com algum desastre natural, deve ficar alerta às previsões de chuvas extremas, que sempre podem estar associadas a ventos fortes, granizo, descargas elétricas e, dependendo da intensidade e duração das chuvas, a inundações, enxurradas e deslizamentos. Nesse sentido, o seguro dos bens materiais duráveis, como os veículos e a moradia, é uma medida preventiva de primeira ordem. Se ocorrer qualquer situação que gere prejuízos materiais, o seguro fará a reposição do que foi perdido, não desestruturando as finanças da família. É outra dica de prevenção importante.

Prof. Rafael Rodrigo Eckhardt, professor da Engenharia Ambiental da Univates, com contribuições do CIH Univates

 

 

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Muito trabalho em Capitão

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Prédio novo ganhou vasos com plantas

Alunos envolveram-se no plantio

O Meio Ambiente na Escola levou os alunos da Escola Estadual de Ensino Médio de Capitão a aproximarem-se um pouquinho mais da natureza. Tantos os estudantes do Ensino Médio como doFundamental participaram das diversas atividades, desde o plantio de flores em casos para ornamento do novo prédio, limpeza do jardim e pátio, e cultivo de parreiras de uva para análise e, quem sabe, uma futura degustação desses sucos. As professoras Adriana Friederich e Ivani Maria Pedralli Hens, com os demais educadores, direção e funcionários, estão em parceria no trabalho com estes alunos, tanto na coleta de dados quanto na execução e organização das tarefas.

Há um trabalho em relação à separação de lixo, feito pela professora Ivani, além da coleta de material reciclável, como garrafas plásticas, latinhas e óleo de cozinha. Desde o ano passado, a escola trabalha o projeto “Mentes e Mãos na Terra”, no sentido de transformar pequenos cuidados com a natureza em hábitos para a vida. “Esperamos que este trabalho possa gerar muitos frutos, e que consiga se estender para além dos portões de nossaescola. Parabéns pela iniciativa de vocês.”

Adriana Friederich
E.E. de Capitão

 

Estudantes do Fundamental também entram nessa

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