Posts com a Tag ‘Rio Taquari’

Faxina pela preservação do Rio Taquari recolhe 1,5 toneladas de lixo e entulhos

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Emater/RS-Ascar, com apoio de parceiros, conduziu trabalho realizado pelo sexto ano consecutivo. Foram recolhidas 1,5 toneladas de lixo e entulhos.

Notícia publicada no jornal O Informativo desta segunda-feira (12)
Pelo sexto ano con­secutivo, um grupo de vo­luntários de Roca Sales  se mobilizou para promover uma limpeza no Rio Taquari. O Mutirão de Limpeza foi realizado no último domingo e teve o apoio da Emater/Ascar.

Emater/RS-Ascar, com apoio de parceiros, conduziu trabalho realizado pelo sexto ano consecutivo

Conforme o técnico agrí­cola, Deoclésio Piccoli, 1,5 toneladas de lixo foi recolhida das margens e encostas do Rio Taquari. A coleta iniciou-se em Encantado, na Barra do Costi, estendendo-se pelo Bairro Porto XV; Bairro Navegantes até chegar a Roca Sales, numa extensão de 12 quilômetros. Cerca de 20 lanchas e barcos a motor recolheram pneus de bicicleta, de automóvel e até de patrola, cadeiras, garrafas plásticas e de vidro, vasilhames, copos, caixa de som, colchonete, entre outros entulhos jogados dentro do manancial.

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Nossa capa

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

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Edelbert Jasper. O homem que prevê enchentes no Vale

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Edelbert Jasper, matemático de Colinas, recorda bem da enchente de 31 maio de 1990. As famílias ribeirinhas foram pegas desprevenidas, e a cheia causou grandes prejuízos. “Lembro do choro das pessoas e do grito desesperado das crianças pedindo socorro”, conta. Esse fato contribuiu para que ele começasse a pensar na possibilidade de antecipar alertas de cheias, avisando, com antecedência, as autoridades para remover as famílias a tempo.
 
Ao cursar Matemática, na Univates, na década de 1990, Jasper percebeu que tinha a chance de elaborar um trabalho com a base aprendida na disciplina de Estatística, que relacionasse a precipitação pluviométrica da Bacia Taquari-Antas com as estatísticas que o rio alcançou nas cidades de Encantado, Colinas, Estrela, estabelecendo-se a provável cota que o rio iria atingir no Porto de Estrela. Com o passar dos eventos de cheias, o método foi criando credibilidade e hoje é reconhecido na região, até por já ter demonstrado resultado.

É comum que nos eventos de chuvas intensas o telefone me acorde durante a noite. As pessoas nervosas querendo saber até onde o rio irá chegar. Como ainda não temos um sistema que nos forneça os dados em tempo real, muitas vezes as pessoas ficam frustradas porque não tenho a informação naquele momento. Sou acostumado a ser muito ponderado nas previsões para não deixar as pessoas assustadas e tomar decisões que causem transtornos. – Não diria curioso, mas uma combinação de pesquisa e conhecimento empírico. – Moro em Colinas desde 1982. A casa onde morava nunca foi atingida pelas cheias, porém, nas maiores, as residências dos vizinhos próximos e o meu quintal eram alcançados, levando-me a conviver com a expectativa e a angústia das águas se aproximando. – A minha primeira enchente foi a de 1965, quando meu pai, Ruben Jasper, ao fazer exame de Madureza (exame que substituía o antigo Curso Ginasial), em São Leopoldo, foi impedido de voltar para casa por causa das inundações. Chegando em casa, depois de fazer um desvio a pé, me levou para a então Vila de Corvo para ver a enchente. Lembro-me como se fosse hoje das margens e as casas inundadas. A partir desse dia, toda vez que chovia, a imagem das inundações vinha à minha mente. Quando comecei a estudar em Estrela, a cada chuva, a torcida era grande pela inundação da estrada ERS-129, e como todo adolescente, eu vibrava pela justificada falta às aulas.

 

Entenda como a enchente atinge o Vale

 
- Os estudos estatísticos feitos ao longo de 20 anos sobre o comportamento dos rios e o volume das precipitações dão condições a Jasper ser certeiro nas suas previsões. Ele explica que, para haver enchente, é necessário chover em praticamente todas as bacias situadas nas regiões norte e nordeste do Estado.

- As águas do Rio Taquari sofrem influência das cabeceiras (nascentes) de pelo menos quatro rios: Carreiro (com nascente em Lagoa Vermelha), Antas (Cambará do Sul), Guaporé (Passo Fundo) e Forqueta (Soledade).

- A chuva também tem que ser intensa, concentrada e ocorrer num curto espaço de tempo. Por exemplo, se chover só em Passo Fundo, só em Vacaria ou só em Lajeado, a possibilidade de inundações é praticamente zero. Mas na medida em que chover em toda a área da bacia, em média 70 milímetros, num prazo de um dia, já se acende sinal de alerta.

- Se a média de chuvas na Bacia Hidrográfica do Rio Taquari-Antas alcançar 130 milímetros, em média, num prazo de cerca de 24 horas, a probabilidade de derramamento é praticamente confirmada, segundo cálculos de Jasper.

Cintia Marchi
cintia@informativo.com.br

 

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Flagelados. A força das águas remove vidas

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Depois que as águas do Taquari subiram pela segunda vez, Ana Maria Koch decidiu pegar os pertences e encarar a realidade de quem fica no caminho das águas: abrigos públicos ou porões emprestados. Ela e mais 12 famílias habitaram por mais de meio ano o salão da Paróquia Santo Inácio, em Lajeado. No local, nada de privacidade, muito desconforto e problemas de vizinhança, separada apenas por uma lona. “Eram pais de família que ficavam bêbados, colocavam música alta, era uma falta de respeito generalizada.” 

Mas Ana não podia falar. Foi conivente com o silêncio das vítimas da enchente. Ana conta que os banheiros – femininos e masculinos – do condomínio improvisado eram disputados. “Dos três assentos no banheiro feminino, apenas um funcionava. Chuveiro, só no banheiro dos homens e sem porta. 

Com uma filha adolescente, ela revezava a vigília: “Primeiro meu marido cuidava a porta. Aí eu e minha filha tomávamos banho juntas, pois ela é uma mocinha, tem 16 anos. Depois, eu ficava na porta cuidando enquanto ele tomava banho e vice-versa.” Fora isso, ninguém controlava. “Um desrespeito total com os outros. Eu nunca mais desejo passar por isso.” 

Flagelada em 11 enchentes, Ana está ressabiada da força das chuvas. No tempo em que ficou hospedada, o marido, doente de câncer no estômago, ficou ainda mais doente. A pressão de ver filha e mulher amontoadas em um monte de roupas e móveis atulhados subiu, o cérebro não aguentou e deixou seu Vladmir com isquemia. Ele não fala direito, não caminha, não vai ao banheiro, não come sozinho e é 100% dependente de Ana. “Não tenho como trabalhar. A gente vive com menos de R$ 500 porque, quando ele se aposentou, tomamos alguns empréstimos e até hoje é descontado do salário.” A esse valor, somam-se R$ 70 do Bolsa Família. 

No fogão, a água apita. Naquela manhã, Ana não ia ter carne para o almoço, reflexo da falta de renda. Enquanto Vladmir ficava em casa, por conta do câncer, ela podia trabalhar; hoje, nem isso. “Uma faxina e outra, para equilibrar as contas. Mas nada mais.”

Transformação negativa

Da Francisco Oscar Karnal, a família Koch se mudou para a General Osório, no mesmo bairro, e perto da enchente. O aluguel da casa – R$ 300 – é pago pela Secretaria de Trabalho, Habitação e Assistência Social (Sthas). Mas o prazo de permanência já venceu. A princípio, seriam seis meses sob a guarda da prefeitura. “Nós fomos conversar com a assistente social que nos disse que não é preciso se preocupar. Nós vamos ganhar uma casa da prefeitura no Bairro Santo Antônio, parece que adaptada para meu marido, agora cadeirante.”
No endereço tudo está à mão. Cama especial para seu Vladmir, televisão instalada, chimarrão e esperança de quem já passou poucas e boas na vida. Vez por outra ela escuta: “Tu és uma mulher forte, pode trabalhar, não precisa estar nessa situação”, replica. Como trabalhar com o marido acamado, que não tem condições sequer de ir ao banheiro sozinho? “Ele tem vergonha da menina. Só eu que dou banho e ajudo ele. Ele está dependente de mim em tempo integral.”
A filha, de 16 anos, espera um filho. O turbilhão de lama que arrasou a vida da família tirou do compasso também o andamento normal das coisas. “O namorado dela pediu uma prova de amor. Deu no que deu.” A menor está grávida de dois meses. O futuro pai já sabe do filho. O que foi amor, virou amizade, e a responsabilidade vem a reboque. “O importante é que estamos todos vivos, e a única coisa que eu perdi com essa enchente foi a nossa casa. Estamos aí, só que se houver uma próxima enchente, eu vou embora. Não fico mais aqui.”

Força de vontade

Líder do grupo de desabrigados que ficou mais de meio ano sob a guarda da igreja, Ana tira força de uma infância e adolescência difícil. Com todos os motivos para abandonar o marido e a filha e sumir, ela encheu o peito e encarou os fantasmas da vida real. “Eu não me abalo por pouca coisa. (…) Vim de uma família pobre, fui violentada pelo meu pai, ele foi preso. Eu acho que por ter passado por tudo isso, por ter vivido sozinha, eu aprendi a ser assim, como vocês dizem, forte.”

 Rodrigo Nascimento
rodrigon@informativo.com.br  

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Catástrofe: Se o Rio subir à cota 30, Lajeado submerge

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Ninguém esperava que no inverno de 1941, o Rio Taquari subisse tanto e marcasse 29,7 metros na régua que mede a vazão no Porto de Estrela. Naquele ano, muita gente perdeu para a enchente. Contudo, se a sinistra marca se repetir, ou até mesmo se superar, o efeito será sentido em quase toda a cidade. “Vai ser uma catástrofe. Hoje contamos com uma realidade muito diferente, o rio sobe um pouco mais e já nos preocupa”, constata Luis Felipe Finkler, chefe da Defesa Civil de Lajeado.

 

As estimativas de chuva para a primavera, que começa em setembro, mostram muita precipitação para a região e o risco iminente de grandes cheias. “Se o rio alcançar a cota 30, 50% da cidade de Lajeado ficará submersa. Até a prefeitura terá andares inundados”, prevê.
O estudo com o qual Finkler se baseia está projetado na cena urbana atual: muito concreto, asfalto, lixo acumulado nas calçadas, encostas dos rios e, para completar, bueiros entupidos. “A ocupação da cidade mudou, não há o que fazer quanto a isso. A comunidade precisa entender a importância da preservação.”
 

 

Piscinões

 
Finkler diz que existe uma solução. Porém vê baixo interesse na sugestão e uma conta que a prefeitura não teria condições de pagar. A construção de piscinas nas duas laterais da rua daria mais vazão à inundação e minimizaria, ou até mesmo retardaria, o impacto da enchente. “O projeto foi feito, levado a Brasília, mas de lá nunca saiu positivo para construção. Por enquanto, o que dá para fazer é criar ações que preservem o leito do rio e tirem das ruas a poluição”, destaca o chefe da Defesa Civil.
 
Cota 30
 
O Centro Estadual de Meteorologia, ligado à Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro) projeta que a partir da segunda quinzena de agosto, uma nova frente fria ingresse com vigor no Estado, trazendo chuva forte generalizada.
A partir desse momento, o Vale do Taquari pode sofrer com enchentes. E a situação tende a se agravar no mês de setembro. O alerta parte do meteorologista Flávio Varone.
 

Atualmente, quando o Rio Taquari marca na régua do Porto de Estrela 19 metros, ele começa a transbordar em Lajeado e nas cidades vizinhas. Em 2011, o pico da enchente foi 26,85 metros. Quatro a mais, ou seja, 30, seriam implacáveis na região. “O efeito seria catastrófico, teríamos boa parte ilhada e desabrigada. Isso não está longe de acontecer”, conclui Finkler.A Defesa Civil tem até o mapa da enchente. Em Lajeado, a água começa a subir pela Rua Arnoldo Uri, ainda no Bairro Jardim do Cedro. No local, uma ponte é o medidor da cheia na cidade. “Quando ali fica tapado, em poucas horas outras partes da cidade estarão embaixo d’água.”

Rodrigo Nascimento
rodrigon@informativo.com.br

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Cratera em Carneiros

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Crateras a beira da estrada ofereciam risco à passagem de veículos/Rafael Scheeren Grün

Dois trechos da Rua Pedro Ruschel Sobrinho, no Bairro Carneiros, estão na iminência de serem “engolidos” por duas crateras formadas pela ação da correnteza das águas do Rio Taquari. Consequência das enchentes dos meses de julho e agosto, a situação de risco para se trafegar na estrada que margeia o rio está com os dias contados. Isto porque a prefeitura, por meio da Secretaria de Obras e Serviços Urbanos de Lajeado (Sosur), mudou o traçado original da Rua Pedro Ruschel Sobrinho, deslocando-a cerca de 20 metros mais longe do manancial. O  titular da Sosur, Mozart Lopes, explica que para alterar o traçado da via, a prefeitura precisou desapropriar, de forma amigável, meio hectare de terras, então propriedades de Altair Labres e Delcio Sandri. Com três caminhões, uma retroescavadeira e uma carregadeira, a prefeitura depositou cerca de 300 cargas de pedra na extensão de 200 metros do novo trecho da rua. Lopes destaca que para a conclusão da obra, serão depositadas mais 50 cargas de saibro, o que permitirá a passagem de tratores e caminhões pesados sobre o local. Após a conclusão do novo traçado da rua, o secretário frisa que a Sosur dará início a patrolagem, limpeza de valetas e colocação de saibro nas ruas Pedro Ruschel Sobrinho, Dilo Feldens e Lindolfo Labres, todas no Bairro Carneiros. Fonte: Assessoria de Imprensa

Gigliola Casagrande
gigi@informativo.com.br

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Gurizada marca presença

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Alunos do projeto, de caiaque, pelo bem do rio. Foto: Hygino Vasconcellos

A quarta edição do Viva o Taquari Vivo, realizado dia 17, contou com a participação de centenas de voluntários. Entre eles, alunos e professores do Projeto Navegar, desenvolvido pela Prefeitura de Estrela, por intermédio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer.

Os alunos do Navegar participaram de modo efetivo com seus caiaques percorrendo o Arroio Estrela, acompanhado pelo bote inflável, que dava suporte para armazenar o lixo recolhido. Todos os envolvidos se engajaram nesta ação, com objetivo de cada vez mais conscientizar as pessoas do quanto o Rio Taquari é importante para todos. O instrutor Samuel Jantsch observou que o engajamento da comunidade é importante e aponta para a necessidade de manter o rio limpo. Fonte: Assessoria de Imprensa

Gigliola Casagrande
gigi@informativo.com.br

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Unidos pelo Rio Taquari

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Com a ponte ao fundo, lixo desponta nas margens do Taquari. Foto: Hygino Vasconcellos

Mais de 300 voluntários e cerca de 35 embarcações estiveram engajados na ação que recolheu 4.091 quilos de lixo no Rio Taquari, na manhã de sábado. A ação ocorreu numa faixa de 4,5 quilômetros. Do lado de Estrela foi da foz do Arroio Boa Vista até o Arroio Estrela, e do lado de Lajeado, do Porto dos Bruder até a divisa com Cruzeiro do Sul.

O material coletado varia entre embalagens plásticas, garrafas pet, ferro, madeira, papelão, isopor e outros menos comuns. O que chamou a atenção dos participantes foram os 15 sofás, seis pneus e duas impressoras, além de dois cachorros e três gatinhos mortos. O material será encaminhado para reciclagem ou disposição nos aterros sanitários de Estrela e Lajeado. Nas excelentes fotos de Hygino Vasconcellos, do jornal O Informativo do Vale, um pouco do que foi a ação promovida pela Parceiros Voluntários e Acil, com apoio de diversas empresas e entidades.

Barcos na água para "pescar lixo". Foto: Hygino Vasconcellos

Equipe que esteve na retaguarda da iniciativa. Foto: Hygino Vasconcellos

Colaboradores da Rede Vale de Comunicação também ajudaram. Foto: Hygino Vasconcellos

Além de recolher o lixo, atividade rendeu belas imagens. Foto: Hygino Vasconcellos

Gigliola Casagrande
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Enquanto isso, no Taquari…

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Ação de limpeza do rio começa às 7h30min de sábado

A unidade da Parceiros Voluntários (UPV) e Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil) engajam-se nesse movimento mundial de limpeza das águas e promovem sábado a quarta edição da ação Viva o Taquari Vivo.  Os organizadores informam que o eventual cancelamento da ação por mau tempo será informado a partir das 7h de sábado pela rádio Independente AM, e pelas FMs Encanto, Legal, Sorriso, Light e Univates. Com o tempo bom o evento está confirmado. Os voluntários se concentrarão a partir das 7h30min no Porto dos Bruder, em Lajeado, e na Associação Ecológica de Canoagem (Aeca), em Estrela.

As entidades ainda recebem inscrições de proprietários de embarcações que queiram participar do Viva o Taquari Vivo.  A exemplo das vezes anteriores, estão convidados os associados dos clubes náuticos da região e todos os demais proprietários de embarcações, de qualquer tipo ou tamanho. As inscrições devem ser feitas com a coordenadora da UPV, Cinara Girotto, pelo 3011-6900 ou parceirosvoluntarios@acilajeado.org. Ela também recebe as ligações de todos os demais interessados em atuar como voluntários na ação. Já são mais de 200 inscritos.

Gigliola Casagrande
gigi@informativo.com.br

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Entre nessa e venha ajudar o rio

sexta-feira, 9 de abril de 2010

 

Parceiros Voluntários e Acil chamam comunidade a unir forças pelo rio. Foto: reprodução

A unidade da Parceiros Voluntários (UPV) e Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil) recebem inscrições de proprietários de embarcações que queiram participar da quarta edição da ação Viva o Taquari Vivo.  A exemplo das vezes anteriores, estão convidados os associados dos clubes náuticos da região e todos os demais proprietários de embarcações, de qualquer tipo ou tamanho. As inscrições devem ser feitas com a coordenadora da UPV, Cinara Girotto, pelo 3011-6900 ou parceirosvoluntarios@acilajeado.org. Ela também recebe as ligações de todos os demais interessados em atuar como voluntários na ação.

Na manhã de hoje, a comissão organizadora realizou reunião com os coordenadores de voluntários das empresas e entidades que participarão da ação. Nela, foram repassadas as últimas informações, trocadas ideias e reforçado o cuidado com a segurança. “Acidente zero e segurança 100% são as metas do trabalho”, acentuou o vice-presidente de Responsabilidade Social da Acil, Gilberto Soares. A quarta edição ocorre no próximo dia 17 de abril, a partir das 7h30min, no Porto do Bruder, em Lajeado, e na Associação Ecológica de Canoagem (Aeca), em Estrela. A comissão organizadora está contando com um número expressivo de embarcações que possam transportar os voluntários para que a ação atinja a meta de recolher os resíduos ao longo das margens no trajeto entre a foz dos arroios Boa Vista e Estrela, numa distância aproximada de 4,5 quilômetros. A ação conta com o apoio do jornal O Informativo do Vale. Fonte: Assessoria de Imprensa

Gigliola Casagrande
gigi@informativo.com.br

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