Posts com a Tag ‘reciclagem’

Meio Ambiente na Escola programa Seminário na Univates

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Para integrar as escolas que participam do projeto Meio Ambiente na Escola e contribuir com a formação de cidadãos responsáveis com a sustentabilidade, o Jornal O Informativo realiza um seminário na próxima terça-feira, dia 30, das 8h às 11h30 no Auditório do prédio 11 da Univates. Conforme a coordenadora do projeto Miriam Volkmer Destefani, o objetivo é contribuir com ações concretas e praticas que envolvam alunos. “Este ano a própria equipe da redação, responsável pelos textos, sugeriu ideias para promover debates sobre os textos com as turmas e um destes debates acabou por ser escolhido como case para o Seminário Ambiental que é outra ação do projeto.” As presenças para o seminário devem ser confirmadas pelo e-mail dani@informativo.com.br ou pelo telefone (51) 3726-6704.

Palestrantes

Therezinha Ferreira (Foto) – A catadora Therezinha Ferreira é presidente da Associação Simon Bolívar em Lajeado. Ela coordena um grupo de catadores de resíduos, no Bairro Santo Antônio. A associação pertence ao Movimento dos Trabalhadores Desempregados e é fonte de renda para 30 famílias. Therezinha conta como é o dia a dia de um catador, e como faz para sobreviver com R$ 40 a cada três meses.

Henrique Fensterseifer – Ele abordará o tema Sustentabilidade ao alcance de todos, que traz o significado de sustentabilidade em nível mundial e especificamente do Vale do Taquari; as questões que implicam em uma avaliação dos recursos naturais disponíveis e utilizáveis nesta região: quais recursos naturais da região que têm limitações, quanto ao seu uso, para as gerações futuras e quais podem ou devem ser as nossas posturas diante desta situação.

Tomás Salvatori – É acadêmico do curso de Ciências Biológicas da Univates e abordará o tema Pegada Ecológica, estabelecendo a relação das nossas escolhas diárias (como o consumo de energia, consumo de alimentos, água) com o impacto ambiental envolvido nestas atividades.

Projetos

No ano passado, o projeto Meio Ambiente na Escola movimentou a região com as apresentações artísticas do grupo argentino de Joselo Schuap e o Show H2O, além do Festival de Música que envolveu as escolas do Vale. Neste ano foi organizado o Concurso de Poesias com o tema O Meio Ambiente é Vida, em que 52 escolas participaram. Está sendo produzido um livro em que serão publicadas as melhores poesias.

O resultado dos ganhadores do primeiro, segundo e terceiro lugar vai ser divulgado no seminário de terça-feira. O prêmio aos selecionados será notebooks que vão ser entregues no lançamento do livro, em data a ser agendada ainda este ano.

O projeto conta com o apoio da Univates, da Certel, Folhito Adubos Orgânicos, Corsan, Charrua, Faros, Conpasul, AES Sul, Prefeitura de Lajeado e HS Contabilidade e Assessoria Empresarial

Renata Leal
renata@informativo.com.br

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Terezinha emociona Taquari

terça-feira, 26 de junho de 2012

 

Em visita a Escola Estadual Pereira Coruja, na cidade de Taquari, a catadora presidente da Associação Simon Bolívar de Lajeado, Terezinha Ferreira arrancou aplausos e lágrimas dos alunos do Ensino Médio. O Bate-papo ambiental levou a catadora para narrar como é a vida de quem se dedica a reciclagem.

Para uma plateia de alunos e professores, Teresinha falou por mais de uma hora. Perguntas, inquietações e curiosidade sobre a escolha da profissão – catador – foram questões debatidas. “Eu escolhi por amor. Amor e necessidade. Necessidade de sobreviver e amor ao meio ambiente”, ensina. Terezinha é uma aula de cidadania.

A aluna Jéssica Lenger não conseguia conter as lágrimas. Emocionada com exemplo de vida de Terezinha ela desabafa: “Eu iria embora e alguma coisa me fez ficar. Ouvir ela foi muito bom e no momento que eu abracei ela eu senti a presença de Deus. Ela é tão verdadeira em tudo o que ela falou. Esse é o tipo de palestra que não deixa ninguém disperso”, constata. Jéssica diz que Terezinha fala melhor do que muita gente formada.

O Bate-papo ambiental é uma iniciativa do Projeto Meio Ambiente na Escola, na edição 2012, que conta com o apoio da Conpasul; Corsan; Certel; Prefeitura de Lajeado; Folhito, HS Contabilidade; Faros; Charrua e Univates.

 

Rodrigo Nascimento
rodrigon@informativo.com.br

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Meio Ambiente marca presença na Suinofest

sexta-feira, 15 de junho de 2012

 

Dentro da programação da Suinofest 2012, a equipe do Jornal O Informativo do Vale levou o Bate-papo Ambiental às turmas do Ensino Médio da Escola Estadual Monsenhor Scalabrini. O evento faz parte da edição 2012 do projeto Meio Ambiente na Escola, e aproxima os personagens narrados no suplemento dos leitores. O encontro ocorreu no Auditório Itália, no Centro Administrativo. A convidada, catadora Terezinha Ferreira, presidente da Associação Simon Bolívar de Lajeado foi a atração.

Palmas, lágrimas e satisfação. Essa é a reação que Terezinha causa. A presidente da Suinofest, Renata Galiotto, deixou os compromissos de lado para ouvir as lições de uma recicladora do meio ambiente. “Hoje tivemos uma aula de sabedoria e de gestão. Sem saber ela usa conceitos mais modernos de gestão, aqueles que a gente aprende só em curso de especialização”, define.

A professora de biologia Francismara Sehn fala em lição de vida. Mais que uma aula de química, física, ou ciências – elementos participantes da reciclagem, o exemplo da reportagem de maio do Meio Ambiente na Escola ensina a ver o mundo com outros olhos. “Eles (os alunos) têm a chance de construir um mundo melhor e a dona Terezinha mostra que mesmo com pouca instrução isso é possível.”

O projeto Meio Ambiente na Escola é uma iniciativa do Jornal O Informativo do Vale com o apoio da Corsan; Conpasul; Certel; Faros; Folhito; Prefeitura de Lajeado; Univates; Combustíveis Charrua e HS Contabilidade.

 

Rodrigo Nascimento
rodrigon@informativo.com.br

 

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Bate-papo emociona no Madre Bárbara

quarta-feira, 6 de junho de 2012

A equipe do suplemento Meio Ambiente na Escola levou o bate-papo ambiental com o tema reciclagem aos alunos do Ensino Médio do Colégio Madre Bárbara. Durante uma hora Terezinha Ferreira (53) contou a rotina da Associação dos Catadores Simon Bolívar, localizada no Bairro Santo Antônio – tema da edição do caderno que circulou no mês de maio. A conversa inspira a mudança de atitude dos alunos diante do meio ambiente.

 

Em meio a lágrimas e aplausos, o choque de realidade entre o centro e periferia vem à superfície. “A gente percebe o que não se faz em casa e que pode fazer toda a diferença no trabalho dos catadores e na preservação do meio ambiente”, replica, Luana Paludo (15). Força de vontade e a quebra do estigma da marginalidade a cerca do catador são os principais valores que saíram do auditório acompanhados dos olhos e ouvidos atentos para a vida que resiste com uma renda trimestral de R$ 40. “Fizemos por opção e amor a natureza, reforça Terezinha.

 

A coordenadora pedagógica do Madre Bárbara, Marialda Schnorr Fornari, já sabia o conteúdo da conversa. Ouviu de uma colega do Colégio Santo Antônio de Estrela. “É muito emocionante, pois é uma vivência. E quando nós podemos trazer esse exemplo aos nossos alunos que têm uma realidade privilegiada sempre se toca o coração para a importância dos pequenos atos. A fala da Terezinha é muito importante.” Marialda fala que os alunos vivem em uma “redoma”. E alguns ficam alheios ao meio ambiente. “Parece que o reciclar é algo tão óbvio e não é assim. No próprio lixo da escola a gente vê lixo misturado e isso mostra que eles não estão suficientemente conscientizados.”

 

O projeto Meio Ambiente na Escola é uma iniciativa do Jornal O Informativo do Vale com o patrocínio da Corsan; Conpasul; HS Contabilidade; Faros; Folhito; Prefeitura de Lajeado; Certel; Univates e Charrua.

 

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Bate-papo ambiental – TV Meio Ambiente

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Assista parte do depoimento da catadora Terezinha Ferreira, presidente da Associação Simon Bolívar de Lajeado. Ela falou durante uma hora aos alunos do Ensino Médio do Colégio Santo Antônio em Estrela.

Imagens: Rodrigo Nascimento
rodrigon@informativo.com.br

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Meio Ambiente vai à Escola discutir reciclagem

quarta-feira, 16 de maio de 2012

 

Acompanhado da terceira edição de 2012, o suplemento Meio Ambiente na Escola do Jornal O Informativo do Vale investe na interação com o público leitor. Por meio do bate-papo ambiental, o tema discutido no caderno é levado para as turmas do Ensino Médio. Para falar de reciclagem, a presidente da Associação dos Catadores Simon Bolívar, Terezinha Ferreira (53), do Bairro Santo Antônio de Lajeado deu uma folga para o carreto e foi contar como é o dia de um profissional da reciclagem. O encontro ocorreu no Colégio Santo Antônio, na tarde de ontem, e mobilizou alunos e professores.

Terezinha foi a figura central da edição de maio do Meio Ambiente na Escola. Ela conta como é viver da reciclagem e ensina a fazer do lixo o luxo, motivo de orgulho e consciência ecológica. “Isso é o futuro, preservar o meio ambiente é a permanência da vida na Terra”, explica. Para uma plateia mais letrada que ela, a catadora falou e encantou, por mais de uma hora. “Ouvindo de maneira tão simples que gestos do dia a dia podem mudar a atitude das pessoas, eu acredito que a consciência dos nossos alunos também deva mudar”, diz Ângela Lenz, professora de biologia. Para ela, levar para dentro da sala um exemplo vivo da notícia faz a diferença. “Tudo aquilo que toca o coração é capaz de mudar o mundo. Essa visita fantástica tocou nosso coração. O Informativo está de parabéns.”

Os alunos participaram questionando a forma como a associação trabalha, o tipo de material que é reciclado e se surpreenderam ao saber quanto se ganha com a reciclagem. O grupo de Teresinha recolhe em média, a cada três meses, 600 quilos de materiais, que rendem, para cada membro da associação, cerca de R$ 40. “É para ver a alegria de alguns que só tem essa fonte de renda”, reforça a presidente.

O projeto Meio Ambiente na Escola é uma iniciativa do Jornal O Informativo do Vale com o apoio da Conpasul, Corsan, Univates, Postos Charrua, Faros, HS Contabilidade, Lojas Certel, Folhito e Prefeitura Municipal de Lajeado.

Rodrigo Nascimento
rodrigon@informativo.com.br

 

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Nossa Capa

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Já está nas bancas e na edição de hoje do Jornal O Informativo do Vale

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Atitude sustentável: O lixo que vira luxo

segunda-feira, 14 de maio de 2012

A aposentada Lilia Ruwer consegue transformar muito do que vai ser jogado fora em arte. Itens criados por ela se misturam a objetos comprados e dão clima de exclusividade e aconchego aos cômodos de sua casa

Os sacos de lixo amontoados pelas ruas da cidade, terrenos com restos de construções e objetos e papéis que aparentemente não servem mais são entulhos desprezados pela maioria das pessoas. Mas a aposentada Lilia Ruwer, com seu olhar artístico, consegue tirar proveito daquilo que é colocado fora. A decoração da sua casa, no Bairro Americano, é quase toda feita de objetos encontrados no lixo.

O gosto estranho surgiu em 1993, quando ela começou a fazer e colocar enfeites na praça em frente da sua residência. Os materiais usados para fazer os artefatos eram coisas que seriam colocadas fora. Com o passar dos anos, o espaço de lazer ficou conhecido como a Praça do Papai Noel, e depois, Lilia começou a enfeitar o ambiente também na Páscoa.

E também na sua casa, a aposentada pensa em cada detalhe da decoração. É um verdadeiro museu. “Lixo para mim é luxo. É só saber transformar os objetos em algo criativo. Também tenho muitas coisas de gerações passadas que iriam para o lixão, mas as pego para mim”, fala.

Baldes antigos viram vasos de flores, tecidos de sombrinhas viram roupas para os bonecos da praça, escadas acabam como enfeites nas paredes e local para abrigar plantas, janelas antigas são pintadas e transformadas em porta-retratos, folhas secas de bananeira viram flores, tambor de máquina de lavar vira puff, enfim, tudo que Lilia vê na rua e chama a sua atenção, vira um objeto decorativo. “As pessoas já sabem que gosto de antiguidades e, antes de jogarem fora, perguntam se eu quero. Tem aqueles que quando passam por alguma lixeira e enxergam algo interessante, logo me comunicam”, fala.

Bruna Lovato
brunal@informativo.com.br

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Eletrônicos precisam de destino correto

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Os avanços tecnológicos têm aumentado o número de lixo eletrônico em todo o mundo. O problema todo é que esses materiais possuem metais pesados que, em contato com a natureza, causam sérios danos, inclusive ao homem. O ideal é que cada pessoa se conscientize em dar o destino correto para lâmpadas, pilhas, celulares, baterias, computadores, impressoras, cabos e todos os componentes presentes nesses artefatos.

Em Lajeado, a Secretaria do Meio Ambiente (Sema) tem uma parceria com uma empresa recicladora que dá o destino certo aos materiais. “A secretaria é responsável em gerenciar e segregar resíduos de informática e telefonia pós-consumo. Faz o intermédio entre o munícipe e a empresa”, fala a coordenadora do Centro de Educação Ambiental, Tayrine Barboza Severo. Quem é preocupado com a natureza deve encaminhar o lixo para a Sema. “É grande a quantidade de materiais que recebemos, demonstrando que existem pessoas preocupadas com a destinação correta.”

Perigo

O coordenador do curso de Engenharia Ambiental da Univates, Everaldo Ferreira, alerta para o descarte indevido do lixo eletrônico na natureza. Estes materiais possuem metais pesados, como mercúrio, chumbo, cádmio, entre outros, e caso entrem em contato com os recursos hídricos superficiais, que são rios, arroios e córregos, acumulam-se no sedimento argiloso depositado no fundo do leito desses locais.

Em ambientes aquáticos, algumas espécies de peixes se alimentam desse sedimento argiloso, acumulando os metais no seu organismo. “Posteriormente, quando o homem consome peixes contaminados, estes elementos químicos reúnem-se no organismo humano. Cabe ressaltar que a maioria dos metais pesados não é excretada pelo metabolismo humano, acumulando-se cada vez mais e afetando órgãos importantes, como o cérebro e o fígado.” Ainda lembra que os metais também podem ser absorvidos pelos seres humanos, diretamente pelo consumo de água contaminada. “E, ainda, por meio do consumo de vegetais contaminados, seja pela água utilizada para irrigação ou pelo solo poluído”, diz.


Exemplo da Certel

A Certel se preocupa com a destinação de qualquer tipo de resíduo para que não venha a impactar negativamente o meio ambiente. Especificamente no caso dos eletrônicos, são enviados a locais especializados que fazem a triagem da maioria dos componentes e, assim, os enviam a empresas responsáveis pela reciclagem ou reaproveitamento. Os materiais contaminados, como os tubos de imagens de monitores e algum outro componente perigoso, são encaminhados para descontaminação e também a aterros classe I, que são especiais para receber materiais perigosos. O lixo é enviado para duas empresas em Novo Hamburgo.


Bruna Lovato
brunal@informativo.com.br

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A importância ambiental e social da reciclagem

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Nos dias de hoje, quando inovações tecnológicas ocorrem constantemente, a preocupação com o meio ambiente torna-se indispensável para que o produto destinado à venda venha a ser consumido de forma consciente.

Cada vez mais, não somente empresas, mas também as pessoas em si, estão se dando conta de que à medida que o consumo aumenta, consequentemente a quantidade de lixo produzido também acaba se elevando. A cada dia que passa, mais lixo é produzido, fazendo, assim, com que este se torne uma problemática não só local, mas também mundial.

O Brasil perde cerca de R$ 8 bilhões por ano por deixar de reciclar os resíduos que são destinados indevidamente aos aterros e lixões das cidades. Este foi o valor estimado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), por encomenda do Ministério do Meio Ambiente.

A coleta seletiva encontra-se como peça-chave para que o processo de reciclagem evolua e ocorra de maneira ideal, já que uma vez separado o lixo, cooperativas, ou até mesmo o próprio município, realizam de forma correta e eficaz a destinação do material. Assim sendo, o resíduo tende a ser reaproveitado, aumentando de maneira significativa a vida útil dos aterros existentes.

Segundo o Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), o volume de material reciclado passou de cinco milhões de toneladas, em 2003, para 7,1 milhões de toneladas, em 2008, o que corresponde a 13% dos resíduos gerados nas cidades. Se considerada apenas a fração seca (plástico, vidro, metais, papel e borracha), o índice de reaproveitamento subiu de 17%, em 2004, para 25%, em 2008. O retorno financeiro é visível: o setor já movimenta R$ 12 bilhões por ano.

Entre 2000 e 2008 houve um aumento de 120% no número de municípios com coleta seletiva, chegando a 994, sendo em sua maioria localizados nas regiões Sul e Sudeste do país. O número, embora importante, ainda não ultrapassa 18% ds cidades brasileiras.

Desta forma, basta que cada um de nós faça a sua parte, evitando, assim, que locais que poderiam ser utilizados para construções de áreas de lazer passem a ser destinados a imensos depósitos de lixo.

Para que as melhorias nessa área ocorram, a política dos 3Rs deve ser difundida e levada em consideração para que inicialmente as pessoas foquem a redução da quantidade de resíduos gerada, seguindo com a reutilização do material e, posteriormente, destinando à coleta seletiva de cada município.

Cabe ressaltar que é de extrema valia que repensemos os nossos hábitos de consumo, procurando, assim, optar por produtos ambientalmente corretos, contribuindo com um ecossistema mais saudável.

Entenda a diferença de lixão e aterro

Lixão: os resíduos coletados são depositados diretamente sobre o solo, sem nenhuma preparação prévia, havendo contaminação do lençol freático, maior poluição através dos gazes e consequente proliferação de doenças.

Aterro Sanitário: depositação de lixo é realizada de maneira adequada por meio de utilização de materiais impermeabilizantes. O tratamento dos gases gerados é controlado, e o chorume produzido é depositado em locais específicos para posterior manejo. Diariamente, uma camada de terra é despejada sobre o material, evitando a proliferação de animais e de doenças.

Entenda a diferença de lixão e aterro

Lixão: os resíduos coletados são depositados diretamente sobre o solo, sem nenhuma preparação prévia, havendo contaminação do lençol freático, maior poluição através dos gazes e consequente proliferação de doenças.


Aterro Sanitário:
depositação de lixo é realizada de maneira adequada por meio de utilização de materiais impermeabilizantes. O tratamento dos gases gerados é controlado, e o chorume produzido é depositado em locais específicos para posterior manejo. Diariamente, uma camada de terra é despejada sobre o material, evitando a proliferação de animais e de doenças.

Autores: professores da Univates
Franciele Dietrich e Keli Hepp

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