Posts com a Tag ‘preservação ambiental’

Nossa capa de setembro

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

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Agrotóxicos: O perigo pode estar na mesa

terça-feira, 24 de julho de 2012

Um dos riscos a que as pessoas se expõem quanto ao uso de agrotóxicos está relacionado à aplicação do produto fora do limite de aceitações de tolerância. Neste caso, o consumidor está sujeito a sofrer intoxicações alimentares de duas maneiras. Uma imediata, que causa dores de cabeça, tontura, vômito, ou situações piores, sendo necessária a procura de atendimento médico. “Ou de outra forma, que vai se acumulando no organismo até aparecerem os sintomas, sendo uma forma crônica. Há casos em que a pessoa não pode mais nem sentir o cheiro do agrotóxico que já se sente mal. Algumas vezes, a intoxicação desenvolve problemas de fígado, rins, hipertensão, artrite, depressão, doenças respiratórias, problemas cardíacos, alergias, visão e podendo chegar a causar câncer”, alerta o engenheiro-agrônomo da Emater/RS-Ascar, Nilo Cortez.

A maioria dos agrotóxicos utilizados hoje fica dentro do alimento. “O maior cuidado que se pode ter é saber quem está produzindo, de que forma e se obedece às regras de aplicação”, recomenda Cortez. A alternativa está nos produtos orgânicos, mas ainda pouco encontrados no mercado. No entanto, uma boa lavagem com água potável ou deixar o alimento de molho em água clorada ou com vinagre (três colheres por litro) ajuda nos aspectos de micro-organismos, mas praticamente não tem efeito nos casos de agrotóxico.

Centrais de abastecimento do Brasil (Ceasa) e a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realizam monitoramento de alguns produtos, para avaliar a contaminação por agrotóxico. E 28% dos alimentos analisados em 2010 pelo Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos de Alimentos registraram a presença de agrotóxicos não autorizados ou níveis da substância acima do permitido (veja tabela).

O solo contamina

A aplicação de quantidades não recomendadas, ou em locais não permitidos, faz com que os resíduos de agrotóxicos sejam arrastados pela chuva para dentro de rios e arroios. Também podem se infiltrar no solo e afetar o lençol freático, que forma as fontes e os poços. O descarte inadequado de embalagens é outro fator que contamina o solo e os mananciais. “A natureza, os animais, as plantas e a água na presença dos agrotóxicos são contaminados, e isso se estende à cadeia produtiva de alimentos, chegando também no consumidor”, explica Cortez.


Principais formas de contaminação
O engenheiro-agrônomo da Emater/RS-Ascar, Nilo Cortez, explica que existem três formas principais de contaminação por agrotóxicos. A falta de uso de material adequado para proteção, uso de agrotóxicos proibidos e a aplicação inadequada do produto estão entre os fatores que causam contaminação.

Uso de EPI
Pode haver contaminação dos produtores que lidam com os produtos nas aplicações e não utilizam os Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Também no armazenamento inadequado dos produtos, podendo atingir alimentos, animais, água ou solo.

Agrotóxico inadequado
A contaminação dos alimentos ocorre quando são usados agrotóxicos proibidos para determinada cultura. E também pode ocorrer quando não se respeita a dosagem recomendada de aplicação.

Susana Leite
susana@informativo.com.br

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Terezinha emociona Taquari

terça-feira, 26 de junho de 2012

 

Em visita a Escola Estadual Pereira Coruja, na cidade de Taquari, a catadora presidente da Associação Simon Bolívar de Lajeado, Terezinha Ferreira arrancou aplausos e lágrimas dos alunos do Ensino Médio. O Bate-papo ambiental levou a catadora para narrar como é a vida de quem se dedica a reciclagem.

Para uma plateia de alunos e professores, Teresinha falou por mais de uma hora. Perguntas, inquietações e curiosidade sobre a escolha da profissão – catador – foram questões debatidas. “Eu escolhi por amor. Amor e necessidade. Necessidade de sobreviver e amor ao meio ambiente”, ensina. Terezinha é uma aula de cidadania.

A aluna Jéssica Lenger não conseguia conter as lágrimas. Emocionada com exemplo de vida de Terezinha ela desabafa: “Eu iria embora e alguma coisa me fez ficar. Ouvir ela foi muito bom e no momento que eu abracei ela eu senti a presença de Deus. Ela é tão verdadeira em tudo o que ela falou. Esse é o tipo de palestra que não deixa ninguém disperso”, constata. Jéssica diz que Terezinha fala melhor do que muita gente formada.

O Bate-papo ambiental é uma iniciativa do Projeto Meio Ambiente na Escola, na edição 2012, que conta com o apoio da Conpasul; Corsan; Certel; Prefeitura de Lajeado; Folhito, HS Contabilidade; Faros; Charrua e Univates.

 

Rodrigo Nascimento
rodrigon@informativo.com.br

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Conscientização para toda a família

segunda-feira, 18 de junho de 2012

 

Desde pequena a artista plástica Marilise Kaufmann (50) já aprendeu a evitar o desperdício dentro de casa. Hoje casada e com quatro filhos, ela engajou toda a família nas ações que incluem juntar água da chuva, separar o lixo, evitar banhos demorados e utilizar os resíduos orgânicos em uma composteira nos fundos da casa no Bairro São Cristóvão, em Lajeado.

O empenho em levar aos filhos o que já faz desde criança é tanto, que a filha Cristine (28), formada em Relações Públicas, fez um trabalho de mestrado acompanhando um grupo de recicladores em Porto Alegre. Atualmente, ela faz doutorado e estuda o discurso das empresas em sustentabilidade. “Tudo o que dá pra fazer em casa, nós fazemos. Desde que me conheço por gente a minha mãe nos ensina essas práticas. O banho, por exemplo, é no máximo cinco minutos”, conta Cristine. Além das atividades de conscientização em casa, Cristine usa a bicicleta para ir até a Univates onde é professora. “O trânsito de Lajeado pede socorro e o uso de bicicletas melhoraria muito essa questão da mobilidade urbana”, diz Cristine.

Ações

Marilise não lembra quando começou a juntar água da chuva em galões. “Sei que antes gastava cerca de R$ 80 e hoje é cerca de R$ 40”, aponta. Mas a artista não faz isso apenas pela economia. “Temos que conscientizar os jovens da necessidade de cuidar do meio ambiente. Daqui uns anos não teremos mais água limpa. É preciso se preocupar desde agora”, enfatiza. O líquido que cai do céu é usado para aguar plantas, lavar calçadas e limpeza da casa.

Outra ação é a separação de lixo. “Garrafas, latinhas e papéis eu amasso para a reciclagem. Já cascas de frutas e outras coisas que apodrecem, vão para uma composteira nos fundos de casa”, diz. Para tentar buscar adeptos, Marilise expõe suas práticas aos amigos. “Fico indignada quando vejo alguém lavando calçada com mangueira ou jogando lixo na rua. Se todos passassem aos filhos a necessidade de cuidar da natureza, tudo mudaria”, finaliza.  

 

Bruna Lovato
brunal@informativo.com.br

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Ações: Parceiros querem a preservação

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Os nossos parceiros também estão preocupados com a preservação do meio ambiente. Acompanhe algumas das principais atividades desenvolvidas por cada uma deles.

Sema
A Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema) de Lajeado promove e executa ações na área de Educação Ambiental, Licenciamento, Fiscalização e Zoonoses e Vetores. As ações visam o desenvolvimento da consciência crítica, com destaque para a coordenação e execução de planos, programas, projetos e atividades de preservação e recuperação ambiental; é função da Secretaria autorizar, de acordo com a legislação vigente, o corte e a exploração racional, ou quaisquer outras alterações de cobertura vegetal nativa, primitiva ou regenerada, no perímetro urbano e rural. Além disso, implanta e opera o sistema de monitoramento ambiental.

 

Univates
Antes mesmo de falar do do tema “desenvolvimento sustentável” a Univates já buscava uma “expansão contínua e equilibrada”. Em fevereiro de 2002, foi criado o Programa Interno de Separação de Resíduos – PISR/Univates. No decorrer dos trabalhos desenvolvidos pela equipe, ficou claro que gestão dos resíduos produzidos na Instituição era maior que o significado do termo “lixo”, sendo que atualmente responde por diversos procedimentos, destacando-se: gerenciamento dos resíduos sólidos e líquidos, cloração do poço artesiano, monitoramento dos consumos de água, luz e qualidade dos efluentes lançados, consumo de lenha e licenciamentos ambiental.

 

Faros
A Faros fechou as torneiras para o uso de água na lavagem da fábrica. Preocupada com o consumo crescente da população e a escassez de água, muito antes de se ouvir falar em seca, ou em situações piores no Estado, racionamento, a Faros reduziu o número de vezes que lava a fábrica e, consequentemente, a quantidade no consumo caiu.

 

Folhito Adubos Orgânicos
Proprietários, colaboradores e idealizadores sentem-se orgulhosos em poder contribuir significativamente na reordenação do meio ambiente. A função social da Folhito é uma prestação de serviço intermediária, entre o gerador de resíduos e o usuário de adubos orgânicos. Com a compostagem, estamos promovendo o retorno ao solo de materiais como palhas, serragens, proteínas, (milho, soja, trigo, carnes, maravalha), como adubo orgânico, útil para as plantas.

 

Conpasul
A empresa utiliza pneus como matéria-prima para a produção de asfalto ecológico. Também, a Conpasul trabalha com areias de britagem que é produzida a partir do processo de produção e classificação da brita. Esta areia substitui a areia natural na produção de concreto e, consequentemente, reduz o consumo de um recurso natural esgotável, contribuindo para a preservação dos rios e de suas margens, evitando a erosão e o desmatamento da vegetação ciliar.

 

Grupo Charrua
O Grupo Charrua, por meio da ArcoGás e da Distribuidora Charrua comercializa produtos desenvolvidos a partir de recursos naturais. Assim, tem em seus princípios zelar pela preservação do meio ambiente. Uma das ações que representa esse valor é a coleta do lixo contaminado, feita regularmente por uma empresa especializada, que dá o destino correto aos recipientes e demais objetos que tenham contato com os combustíveis e óleos lubrificantes.

 

Certel
As cooperativas têm como alicerce o princípio de oferecer qualidade de vida aos seus associados, pela disponibilização de produtos e serviços. Neste contexto, está a preocupação da Certel com as questões ambientais. Além das campanhas de conscientização ambiental em escolas, o viveiro de mudas nativas fomenta, há mais de vinte anos, projetos preservacionistas desenvolvidos nas comunidades regionais.
o Programa Energia Verde, que concede o selo Carbono Neutro para empresas associadas à Certel Energia, é um exemplo de investimento na consciência ecológica regional.

 

Corsan
A Companhia conta com uma assessoria de educação ambiental, onde promove diversas atividades com a comunidade, além de estar presente nas escolas buscando chamar a atenção de crianças e adultos para valorizar a importância da preservação ambiental, dos recursos hídricos e da disposição correta do lixo, através de palestras, peças de teatro e do projeto Estação da Água.

 

 

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Nossa Capa

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Já está nas bancas e na edição de hoje do Jornal O Informativo do Vale

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“Ou no amor ou na dor” – Daniel Schmitz

sexta-feira, 23 de março de 2012

Para a produção da primeira edição do Meio Ambiente na Escola em 2012, a equipe de reportagem ouviu o presidente do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica Taquari-Antas, Daniel Schmitz. Ele falou sobre a elaboração do Plano Estadual de Recursos Hídricos e sobre os instrumentos de gestão que inclui a cobrança pela água. No Brasil, em 2011, a cobrança já ocorria em 20 bacias de domínio federal e estadual. No Rio Grande do Sul, Schmitz estima que a implementação deste pagamento vai ocorrer de duas formas. “Ou no amor ou na dor. Quando se vê o Rio dos Sinos falando em cobrança é uma cobrança baseada na dor, porque lá tem escassez”.  – Leia a entrevista na íntegra

 O Informativo - O plano estadual de recursos hídricos vai apontar para a necessidade de cobrança?

Schmitz O plano é um dos instrumentos de planejamento dos recursos hídricos do Rio Grande do Sul. A Lei Estadual 10.350, de 1994, define todos estes instrumentos, incluindo o de gestão que são a outorga pelo uso da água e a cobrança. Já os instrumentos de planejamento vão dar uma ideia de caracterização dos rios, os cenários que tem, por exemplo, os cenários econômicos do mundo, do Brasil e do Rio Grande do Sul. Todos os cenários têm uma maior ou menor pressão sobre a água. E o plano estadual traz estes diagnósticos e prognósticos de todas as 25 bacias hidrográficas do RS, avisando onde teremos problemas de quantidade e de qualidade, o que significa estes períodos de seca nas transformações climáticas de hoje, qual o valor da água onde você não tem?

O InformativoE o caso das outorgas?

Schmitz – O uso da água requer um controle e quem tem esta gestão é o governo. Porque a água é um bem público, dotado de valor econômico. A cobrança do uso da água é uma realidade da lei. Por isso, o governo fará um cadastro de usuário, uma outorga, estipulando quanto de água você vai usar e onde vai pegá-la. A outorga é o dono da torneira para liberar mais ou menos. E essa licença ambiental também vai levar em conta a carga poluidora que vai ser lançada no rio. Se queremos ter um rio menos poluído, a empresa vai ter que aprimorar o sistema de tratamento para não lançar poluentes.

O InformativoOnde entra a cobrança?

Schmitz – A cobrança ocorre no princípio usuário pagador e poluidor pagador. Quem capta água bruta, paga pelo volume captado, quem lança efluentes, paga pela carga que está lançando.

O InformativoExiste um modelo matemático?

Schmitz – Tem diversos modelos matemático possíveis. O plano estadual não define modelo matemático, mas os planos de bacia definem, porque depois do prognóstico, se decide como esta matemática vai funcionar. No momento em que a cobrança pelo uso água é implementada, e diante de quanta água temos e qual a qualidade que ela tem, é que estipularemos o seu valor. Outro modelo matemático pode punir os incompetentes e beneficiar os competentes. Ele pode trabalhar de uma forma que proteja o sistema e garanta a sustentabilidade econômica e social. O que se vê no Brasil a fora é quem não suporta índices de cobrança, pode ter índices redutores.

O Informativo Tem previsão de quando a cobrança pode ser implementada?

Schmitz – Eu já tinha projeção, mas agora não consigo prever. A cobrança só vai ocorrer de duas formas: ou no amor ou na dor. Quando se vê o Rio dos Sinos falando em cobrança é uma cobrança baseada na dor, porque lá tem escassez. O governo do Estado é que implementa a cobrança, ele gira esta roda. O governo tem plano, políticas de intervenção, e alguns mecanismos especiais. Um deles determina que tudo o que se arrecada retorne obrigatoriamente para a bacia que gerou esta cobrança para ter um efeito.

O InformativoVocê acha que a implantação da cobrança pode encontrar barreiras?

Schmitz – Sim. Por mais que as pessoas não entendam, a cobrança é um acordo social e quem define o valor é o comitê e os usuários, porque todos vão poder dizer quanto podem pagar. Tem uma coisa clara, a cobrança não quebra com a economia. E a cobrança também não é resultado para todos os nossos problemas. Ela é um dos fatores que pode contribuir para reduzir nossas dificuldades de qualidade e quantidade.

O InformativoO governo do Estado tem que implementar a cobrança. No meio político, você acha que pode haver empecilhos?

Schmitz – Sim. É por isso que a questão não entra em pauta. Sempre que vamos conversar, o assunto final é a cobrança. Se você tem uma visão tosca de gestão muito pontual e não acredita na capacidade de análise e entendimento da população, e não acredita na sua própria capacidade de transformar a opinião das pessoas, elas colocam a cobrança como um impedimento. Só pessoas com pouca vontade de entender radicalizam desta forma. Governador nenhum quer ser dito como implementador da cobrança, mas ele vai ser marcado por isso se ele fizer só isso. Mas nós estamos deixando o tempo passar e a água pode ser um bem ainda mais caro. Hoje a população é que define esta política, não é o governador.

O InformativoAs 24 bacias vão ter que implementar juntas a cobrança?

Schmitz – O RS tem três regiões hidrográficas. A região do Guaíba tem trabalhado a implementação de políticas. Nesta região, são nove bacias hidrográficas, cada uma com seus comitês. Dois terços do PIB (Produto Interno Bruto) do RS estão concentrados ali, o que significa muito uso da água e uma pressão grande sobre a água. Esta política tem que ocorrer em conjunto, embora cada bacia tem suas particularidades. A água do Rio dos Sinos pode custar mais cara, por exemplo, do que a do Taquari.

O InformativoDesde quando o assunto é tratado entre as bacias?

Schmitz – Em 2009, tivemos uma série de indicativas para a solução e o pagamento. E tudo parou. E agora ocorreu de novo falta de água, morte de peixes e aumentaram as discussões. Eu esperava que este processo fosse amadurecer a tal ponto que estaríamos com o processo final sendo construído em 2012. E, em 2013, entraria no orçamento para começar a fazer o pagamento. Mas se isso não for feito em 2013, em 2014 tem eleição e nem vai ter tempo de trabalhar isso.

O InformativoExistem outros lugares do Brasil que cobram pela água?

Schmitz – O Brasil faz cobrança no Rio São Francisco, no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais, em Piracicaba, em São Paulo, no Rio… E o Brasil nos olha e vê que fomos os primeiros em tocar nesta questão da cobrança, implantando lei em 1994, e temos os comitês mais eficientes, são 24 atuantes que trabalham, sem decidir muita coisa.

O InformativoQuando pode ser tarde?

Schmitz – É tarde quando todos os momentos das nossas crises aparecem, quando assistirmos as pessoas em conflito, quando toca o pavor no momento das secas e as pessoas se perguntam como vamos fazer, como se fosse de hoje para amanhã resolver este problema. É tarde toda vez que a escassez se apresenta, e o tarde ele custa muito mais dinheiro. Se trabalhar preventivamente você consegue não entrar em crise ou minimizar os efeitos da crise. É tarde quando vemos uma indústria operando num local inapropriado. É tarde quando os peixes estão morrendo, é tarde quando os esgotos estão sendo lançados nas ruas, é tarde para as gerações futuras. Por que eles vão ter responsabilidade de fazer gestão se nós fomos educados para resolver as questões ambientais e não o fizemos?

 

Cintia Marchi
cintia@informativo.com.br

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Nossa capa – 22 de março – Dia Mundial da Água

quinta-feira, 22 de março de 2012

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Festival de Música: Conheça os 12 finalistas

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Ensaios, notas, violão, baqueta, rabiscos, cifras e poesia. Elementos como estes estiveram na rotina de alunos de Ensino Médio do Vale do Taquari nos últimos meses. O intuito: participar do Festival de Música, ação integrante do projeto Meio Ambiente na Escola. Depois da avaliação dos jurados, o suplemento divulga os 12 finalistas da promoção que busca estimular a preservação ambiental e atitudes ecologicamente corretas. Das 54 escolas da área de abrangência do projeto, 60% inscreveram a produção musical no concurso. “Percebemos que o projeto acertou na escolha da ação, porque o jovem tem ligação forte com a música que o atrai, sobremaneira. Pelo resultado que obtivemos, acredito que foi ‘na mosca’”, avalia a coordenadora do Meio Ambiente na Escola, Miriam Volkmer Destefani.
Lembra que a composição musical poderia ser trabalhada, exclusivamente, por estudantes de Ensino Médio com a colaboração de, no máximo, outros dois ex-alunos. “Se a participação não fosse restrita, mas aberta à comunidade escolar, acredito que o número de inscritos chegaria próximo aos 100%”, considera. “De qualquer maneira, a combinação entre os trabalhos poético na criação da letra e artístico para execução da música resultaram canções que contemplaram a contento os requisitos interpretação, letra, música e o tema Meio Ambiente Sustentável.”

Etapa final
Está marcada para 20 de novembro a final do Festival de Música, no Parque Theobaldo Dick, em Lajeado. Em evento aberto ao público, os classificados vão se apresentar para a comissão de jurados e serão conhecidos os três vencedores. Em caso de chuva, será no Espaço Livro, no Ceat.  Também neste dia, ocorre o encerramento da turnê do grupo argentino Joselo de Misiones.

Grupo da Escola de Paverama, um dos classificados/divulgação

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Classificados
Escola Estadual Paverama – Paverama
Título: Um Mundo mais Limpo
Autores: Andrio Isaque Souza Colleoni, Alef da Costa Moura, Carlos Miguel da Silva, Daniel Braga Ibaldo, Lucas Elias Jantsch Osório e Douglas Cassol

Escola Estadual de Colinas – Colinas
Título: O Mundo é da Gente
Autores: Augusto Veríssimo da Silva, Felipe Jacobs Pocebon, Rafael Haas, Gustavo Henrique Lagemann, Letícia Froder e Lucas Neumann Dannebrock

Escola Estadual João de Deus – Cruzeiro do Sul
Título: Um Mundo Sustentável
Autores: Jeniffer Vogt Maurente, Diana Luiza Colombelli, Kelvin Jardel Langner, Everton Luis Brixius e Claiton Luis Colombelli

Escola Estadual Doutor – Ricardo – Doutor Ricardo
Título: Do Jeito que Começou
Autores: Denis Camara do Nascimento, Adejan Pereira da Luz, Ângela Marina Radaelli Biolchi e Viviane Mattiello

Escola Estadual Fazenda Vilanova – Fazenda Vilanova
Título:  A Natureza
Autores:Josiane da Rosa, Guilherme Pereira e Léia da Silva

Colégio Estadual Presidente Castelo Branco – Lajeado
Título: Como tal Sonho, tal Realidade
Autores: Betânia Bersch Delazeri, Jonas Matheus Ströher e Dênis Henrique Borges

Colégio Evangélico Alberto Torres (Ceat) – Lajeado
Título: Consciência é o que Pedimos
Autores: Pedro Leonel Tramontini, Guilherme Sulzbach e Arthur Ely Cenci

Escola Estadual Ana Néri – Marques de Souza
Título: Amar, Cuidar e Reciclar
Autores: Larissa Maria Pochmann, Anacéli de Souza, William Carlos Richter, Aline da Costa, Glauber Röhrig, Igor Kich, Andreza Flores, Rodrigo Krüger e Carlos B. Röhrig

Escola Estadual Pouso Novo – Pouso Novo
Título: Enxergue a Preservação
Autores: Luiz Henrique Manica Maschioro, Gabriela Manica Medeiros, Gustavo Zagonell Vettorazzi, Edson Severgnini, Leandro Trombini e Everson Brunei Seltenreich

Escola Estadual São Francisco - Progresso
Título: SOS – Urgente
Autores: Marlene Ferrari Zagonel, Aline Casanova, Cristina Fernandes, Maicom Petrini, Norberto Antonio Talini e Ana Elisa Draghetti

Escola Estadual Pedro Albino Müller – Sério
Título:  Peço Socorro
Autores: Greice Luana Danieli, Geovane Felipe Bergmann, Mateus Corbellini, Camila Teresinha Guzon, Evelyn Luisa Manica e Guilherme Samuel Hickmann

Instituto Estadual Pereira Coruja – Taquari
Título: Nosso Futuro
Autores: Douglas Silva da Rosa, Eluísio Martins Neto, Ismael Lima Amaral e João Marcelo Pereira

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Reforço na produção de ecobags

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Josiane colabora na produção das sacolas

Continua a agitação na confecção das ecobags no I. E. E. Pereira Coruja, em Taquari. Devido ao pouco tempo disponível, os alunos estão intensificando os trabalhos, que contam com reforços…  A aluna Josiane, grávida de sete meses, colabora muito. E pelo que dá para ver, este menino já vai nascer em clima de preservação ambiental…

Luciene Pereira
I. E. E. Pereira Coruja

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