Posts com a Tag ‘poluição’

Patrulha de pombos vai monitorar poluição em Londres

segunda-feira, 21 de março de 2016

Uma patrulha de dez pombos equipados com detectores foi lançada nesta quarta-feira no céu de Londres para monitorar a qualidade do ar na capital britânica – disse à AFP Romain Lacombe, precursor da iniciativa.

Equipadas com um GPS e captores em miniatura que medem os níveis de ozônio, nitrogênio e compostos orgânicos voláteis (COV), as aves, reunidas na “Pigeon Air Patrol” foram liberadas no parque de Primrose Hill, no norte de Londres.

As aves são localizáveis em tempo real na web através do site pigeonairpatrol.com, explicou Romain Lacombe, da start-up francesa Plume Labs, e co-criador do projeto com Pierre Duquesnoy, de DigitasLBi.

Esta experiência é parte de uma iniciativa mais ampla da Plume Labs, que quer uma centena de londrinos com os mesmos captores para acompanhar em tempo real a qualidade do ar onde eles estão através do seu smartphone.

A empresa já criou o aplicativo Plume Air Report, que fornece informações sobre o nível de poluição de 300 cidades ao redor do mundo.

Londres registra os níveis de dióxido de azoto (NO2) mais altos de todas as capitais europeias. A Comissão Europeia multou o Reino Unido em 2014 por não cumprir suas obrigações de redução de NO2.

Nacionalmente, 40.000 pessoas morrem todos os anos em decorrência de problemas relacionados à poluição do ar, com um custo para a economia britânica de 20 bilhões de libras, recordou nesta quarta-feira o chefe da oposição trabalhista, Jeremy Corbyn, ao parlamento.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/

16/03/2016

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Oceanos poderão ter mais plástico do que peixes em 2050

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

A quantidade de lixo plástico nos oceanos deverá superar a de peixes em 2050, caso não haja uma mudança drástica, alerta um estudo divulgado na terça-feira, 19 de janeiro, pela Fundação Ellen MacArthur, em parceira com a consultoria McKinsey.

Estima-se que, atualmente, mais de 150 milhões de toneladas de plásticos poluam os oceanos. De acordo com o estudo, em 2014, a proporção entre as toneladas desse material e as de peixe era de um para cinco. Caso não ocorram mudanças na maneira de descarte do lixo, em 2025, a proporção será de um para três.

Pelo menos 8 milhões de toneladas de plástico vão parar nos oceanos por ano, o equivalente a um caminhão de lixo por minuto, diz o relatório. “Se nenhuma ação for tomada, a expectativa é que esse número aumente para dois por minuto até 2030 e para quatro por minuto até 2050″, ressalta.

O plástico reutilizado poderia ser uma commodity valiosa na “economia circular”, que estimula a reciclagem

De acordo com informações do jornal alemão , o estudo aponta que a economia perde 95% das embalagens plásticas, no valor estimado entre 80 e 120 bilhões de dólares, após serem usadas apenas uma vez.

Novo sistema

Para reverter esse cenário, o estudo, baseado em diversas fontes, propõe a criação de um novo sistema para reduzir o descarte de plástico na natureza, especialmente nos oceanos, e buscar alternativas para o petróleo e o gás natural na produção desse material. Caso não seja encontrada uma alternativa, essa indústria deverá consumir 20% da produção petrolífera em 2050.

Uma mudança radical no consumo de plástico necessita, porém, da cooperação mundial entre empresas de bens de consumo, produtores de embalagens, empresas responsáveis pela coleta de lixo, cidades, políticos e outras organizações, diz o relatório, que propõe a criação de um organismo independente para a coordenação da iniciativa.

O plástico reutilizado poderia ser uma commodity valiosa na “economia circular”, que estimula a reciclagem, ressalta Martin Stuchtey, do Centro McKinsey para Negócios e Meio Ambiente. “Nossa pesquisa confirma que a aplicação esses princípios circulares pode gerar uma onda de inovação com benefícios para toda a cadeia de fornecimento”, reforça.

Fonte: noticias.terra.com.br

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Moradores ignoram alerta grave de poluição e circulam nas ruas de Pequim

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Uma camada de ar úmido e parado está causando poluição atmosférica que deve encobrir Pequim durante pelo menos três dias e provocou o primeiro “alerta vermelho” por poluição na cidade, apesar de muitos residentes terem ignorado nesta terça-feira (8) os avisos para limitar a permanência ao ar livre.

No início da manhã, centenas de pessoas, incluindo crianças, se concentravam na Praça Tiananmen para assistir à cerimônia de hasteamento da bandeira. A rádio estatal disse que algumas pessoas estavam ignorando as restrições de uso de veículos, mas o trânsito estava visivelmente mais calmo.

O ministro do Meio Ambiente, Chen Jining, convocou uma reunião especial na segunda-feira à noite para pedir mais supervisão em Pequim e cidades vizinhas, incluindo Tianjin, e aumentou o número de equipes de inspeção ambiental para 12, de acordo com o ThePaper.cn, um site de notícias apoiado pelo Estado.

Embora a poluição atmosférica seja motivo permanente de preocupação das autoridades da saúde pública em Pequim, o sistema de resposta do governo foi reforçado na semana passada, após ter sido alvo de fortes críticas por não emitir um alerta vermelho durante um episódio de poluição atmosférica pesada, que excedeu os níveis perigosos.

“Essa medida mostra que o governo ao menos tem a coragem de enfrentar esse problema”, disse Ma Jun, diretor do Instituto de Assuntos Públicos e Ambientais, uma ONG ambientalista chinesa, referindo-se ao alerta vermelho.

“Antes, eles de certo modo relutavam em reconhecer o problema. Agora há uma disposição para enfrentar esse problema diretamente.”

Pesquisadores chineses identificaram a poluição como uma importante fonte de instabilidade em todo o país. O Greenpeace definiu o alerta vermelho como “um sinal bem-vindo de uma atitude diferente por parte do governo de Pequim”.

Em um comunicado, Bernhard Schwartlander, representante da Organização Mundial de Saúde (OMS) na China, disse que o alerta vermelho “significa, em primeiro lugar, que as autoridades de Pequim estão levando muito a sério a qualidade do ar e os problemas de saúde relacionados”.

O órgão encarregado de emergências de Pequim informou que “o ar parado, as temperaturas frias em queda e o aumento na umidade” levaram ao alerta vermelho, de acordo com a agência de notícias Xinhua.

Um alerta vermelho significa que 30 por cento dos veículos serão retirados das vias, veículos pesados são proibidos de circular, a maioria das escolas é aconselhada a cancelar as aulas, as empresas são orientadas a implementar horários de trabalho flexíveis e todas as “atividades ao ar livre e em larga escala” deveriam ser interrompidas. As medidas permanecerão em vigor até o meio-dia de quinta-feira. (Reportagem adicional de Ben Blanchard).

Fonte: noticias.uol.com.br

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A nova guerra mundial acaba de começar na China

quarta-feira, 11 de março de 2015

Pois é, quem poderia imaginar alguns anos atrás que o maior poluidor do mundo tomaria uma decisão como a da semana passada, ao fechar usinas siderúrgicas que não cumpriram metas para reduzir a poluição causada por suas atividades.

As usinas fechadas estão localizadas na província de Shangdong e a região é responsável por cerca de 8 milhões de toneladas de aço produzidas anualmente, de um total de 1,2 bilhão produzidos pela China. Parece pouco, mas representa um severo compromisso do país com a redução dos estratosféricos impactos ambientais causados ao longo dos últimos anos de acelerado crescimento.

Desde o ano passado a China já havia emitido sinais de que a poluição representava um perigo bem maior do que um crescimento mais moderado e que seria preciso fazer todos os esforços para reduzi-la. O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, reforçou esse compromisso na abertura do Congresso Nacional do Povo na semana passada e deixou claro que outras indústrias poderão ser fechadas caso não alcancem os resultados esperados.

Razões não faltam para essa “declaração de guerra”, a matriz energética chinesa está baseada no combustível fóssil não renovável carvão mineral. Para ficar mais claro 80% da energia gerada no país é baseada nele que além de ser altamente poluente é também um dos maiores contribuintes do aquecimento global. Se somarmos aos altos índices de contaminação e degradação de rios, desmatamento, consumo e urbanização acelerados dos últimos anos, temos aí uma equação capaz de colocar o futuro do país em risco.

A poluição atmosférica tem sido responsável pelo agravamento de doenças e provocado um descontentamento generalizado das populações chinesas, principalmente as que residem em grandes cidades. Nos últimos tempos ficaram famosas as cenas de cidades encobertas por grossas nuvens de fumaça, pessoas com máscaras e atividades sendo canceladas como aulas, por exemplo, para reduzir a exposição das crianças aos malefícios dessa poluição.

Por mais autoritário e fechado que seja o regime chinês, é inegável que as reclamações do povo, bem como, as visíveis consequências advindas da deterioração ambiental foram razões suficientes a sensibilizar as autoridades para essa “declaração de guerra”.

Apesar do caráter dramático que os fatos relatados atingiram na China é difícil não constatar que o problema é generalizado. Rios e mares com suas águas contaminadas, poluição atmosférica, destruição de florestas e espécies, além das mudanças climáticas cada vez mais nítidas e cristalinas são problemas que afetam a todos, indistintamente.

Se o país que mais cresce no mundo e, para muitos, já considerado a maior economia do mundo adota essa postura, o que as outras nações estão esperando para fazer o mesmo?

Essa que poderíamos chamar de uma terceira guerra mundial seria muito bem vinda, desta vez não com o intuito de destruir pessoas, sociedades, países e culturas, mas para enfrentar e dizimar um inimigo comum capaz de colocar em risco a própria sobrevivência da espécie humana e de tantas outras que a milhares de anos habitam este planeta.

Fonte:  Site Carta Capital

Foto: EcoD

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Poluição na China: só faz mal quando respira

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Mais de 250 mil pessoas que habitam as maiores cidades da China podem ter suas vidas encurtadas graças aos altos níveis de poluição do ar.

Pesquisa realizada por uma das mais importantes universidades da China revela que em uma média de 90 entre 100 mil pessoas vivendo numa das 31 capitais provincianas do país podem morrer prematuramente devido à longa exposição aos níveis recordes de poluição.

Esse é o primeiro grande estudo a usar o histórico de concentração PM – ou material particulado, o conjunto de poluentes constituído de fumaça, poeira e material sólido e líquido suspenso no ar – de cada capital provinciana para mapear os impactos da poluição urbana em mortes prematuras a longo prazo.

Chineses usam máscara para respirar melhor na praça Tian An Men, com o memorial de Mao Tse-Tung ao fundo. Foto: Yin Huang / Greenpeace.

A análise, feita em parceria com a Universidade de Peking (Beijing) e o Greenpeace, também mostra que se as cidades afetadas tivessem mantido o nível de poluição do ar dentro do estipulado, 41 mortes prematuras a cada 100 mil pessoas poderiam ser evitadas.

A publicação vem num momento crítico para a China: é nesse período do ano que os piores níveis de poluição do ar são atingidos em Beijing, Tianjin e outras cidades vizinhas a Província de Hebei.

A cidade de Shijiazhuang, em Hebei, tem a taxa anual mais alta de poluição da China e consequentemente, tem o maior número de mortes prematuras de todas as 31 capitais chinesas: 137 falecimentos a cada 100 mil pessoas.

Já a cidade de Beijing exeperienciou 2,5 mil mortes e a perda de US$ 328 milhões em 2012 por causa do alto nível de poluição PM 2.5.

“Essas descobertas questionam mais uma vez o coração desenvolvimentista da China, baseado em indústrias sujas”, comenta Fang Yuan, coordenador de campanha do Greenpeace China. Segundo ele, a prosperidade e os níveis de vida continuam subindo, mas milhões de pessoas ainda têm suas vidas encurtadas por causa da poluição, o que não precisa ser assim: “O fato do consumo de carvão da China cair enquanto a economia continua em expansão mostra que as cidades engasgadas pela fumaça não são um subproduto inevitável do modelo de crescimento”.

Pesquisadores usaram o dado PM 2.5 de 2013 e a metodologia da Organização Mundial de Saúde. As mortes prematuras relacionadas com o nível de poluição do ar em 2013 podem ocorrer em vários momentos no período entre um e dez anos.

“Com dezenas de milhares de vidas na balança, é crucial que as autoridades chinesas corram para implementar planos para frear a queima de carvão e limpar a poluição do ar”, completa Yuan.

Fonte: Greenpeace

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Império da Poluição

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Desde 1º de janeiro de 2014, a Administração da Aviação Civil da China exige que os pilotos que voam entre o Aeroporto Internacional de Pequim e outras dez cidades, entre as quais Xangai, Chengdu, Guangzhou e Shenzhen, estejam capacitados a “pousar às cegas”. No jargão técnico, os aviadores têm de apresentar uma certificação de “pouso às cegas categoria 2”, prova de que são capazes de pôr o avião no solo mesmo sem ter uma visão clara da pista durante os últimos instantes da aterrissagem.

A exigência caiu na lista de efeitos colaterais da pior poluição atmosférica urbana do mundo. O formidável crescimento econômico da China nas últimas décadas foi conquistado com termelétricas produzindo eletricidade à base de carvão, o mais poluente combustível fóssil. Os custos para a saúde pública são altos e estão subindo, e os problemas se espalham por outros setores, como economia e turismo.

O país é o principal consumidor e produtor de carvão do mundo, respondendo por 50% do consumo mundial e por 49% da produção, em 2011. A queima do mineral “produz poluição por metais pesados e poluição de material particulado numa escala que está se tornando extraordinária”, afi rma Isabel Hilton, editora do site ambiental independente China Dialogue. As consequências dessa política econômica estão se tornando dramaticamente populares. Recentemente, o caso de uma menina de 8 anos da província de Jiangsu com câncer de pulmão, atribuído à poluição do ar, tornou-se tema de um intenso debate online.

A cada aproximação do inverno (dezembro-março), o céu de várias cidades, sobretudo no norte do país, é tomado pelo smog, a combinação de nevoeiro com fumaça poluente. Em outubro de 2013, Harbin, cidade de 10,6 milhões de habitantes, paralisou as atividades por causa de níveis de poluição superiores ao recorde anual (registrado em Pequim), que reduziram a visibilidade local a dez metros.

No último dia 16 de janeiro, as autoridades de Pequim emitiram seu primeiro alerta de smog de 2014, disparado quando o índice de partículas inaláveis finas (menores que 2,5 mícrons), associadas a graves doenças respiratórias, supera 500 microgramas por metro cúbico, 20 vezes mais do que a Organização Mundial da Saúde recomenda e pouco inferior à máxima de 2013.

A visibilidade inferior a 500 metros em certos bairros da capital chinesa levou ao fechamento temporário de quatro vias expressas. Os moradores receberam a recomendação de usar máscaras ao sair às ruas. Crianças e idosos foram instruídos para ficar em casa até as condições climáticas melhorarem.
Saúde sob ataque

Uma noção dos prejuízos à saúde causados pelas emissões das usinas a carvão foi apresentada num estudo divulgado pelo Greenpeace em dezembro de 2013, The Health Impacts of Coal Power Plants. Segundo a pesquisa, a poluição atmosférica causou cerca de 260 mil mortes prematuras na China em 2011.

Analisando as substâncias encontradas no ar a partir da queima do carvão, os pesquisadores estimam que, naquele ano, o uso do combustível levou 320 mil crianças e 61 mil adultos a sofrer de asma, 36 mil bebês a nascer com peso abaixo do normal e 340 mil pessoas a procurar atendimento em hospitais. Cerca de 141 milhões de dias de ausência no trabalho por doença também foram atribuídos ao problema.

“O estudo oferece um retrato detalhado dos subprodutos para a saúde originados da queima de carvão na China”, afirma Andrew Gray, o líder da pesquisa. A partir de simulações em computador, Gray conseguiu “desenhar um mapa claro traçando a trilha dos danos à saúde deixados pela fumaça de carvão de cada usina na China, separando a contribuição de empresas, de províncias e de usinas na crise de poluição que afeta o país”.

O estudo mostra que o consumo de carvão caiu nos últimos anos no país, mas alerta que 570 novas usinas que usam o combustível estão em fase de planejamento ou de construção. Se forem concluídas, haverá mais 32 mil mortes anuais prematuras.

Em setembro de 2013, o Conselho de Estado chinês anunciou um plano de 1,75 trilhão de iuanes (cerca de R$ 678,2 bilhões) para melhorar as condições do ar até 2017. A meta é reduzir em pelo menos 10% a poluição atmosférica nas maiores metrópoles, recorrendo sobretudo ao fechamento de usinas e fábricas mais poluidoras e à substituição de combustíveis fósseis por energias limpas.

Em janeiro, o prefeito de Pequim, Wang Anshun, anunciou um “esforço geral” para diminuir em 2,6 milhões de toneladas o consumo de carvão na região metropolitana da capital. Não falta ambição à proposta – mas, dada a dimensão do problema, ela talvez ainda sofra de modéstia.

Fonte: revistaplaneta.terra.com.br

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Flagra de desrespeito a natureza

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

No vídeo, os policiais do GPA de Estrela gravaram o depósito de efluentes em um arroio durante a época de seca no Vale do Taqauri. Assista

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Árvore-lixo: É essa “obra de arte” que você quer para o futuro?

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Pode até parecer imitação de ficção futurista, mas o Meio Ambiente na Escola apenas quis provocar uma reflexão sobre que planeta haverá para as próximas gerações. O projeto ousou e promoveu, no fim de agosto, uma ação com alunos da Escola Estadual Erico Verissimo, de Lajeado. Uma turma de Ensino Médio foi convidada a construir uma árvore. Mas não uma árvore semelhante às outras. Toda ela foi erguida com lixo catado no entorno da instituição de ensino, no Bairro São Cristóvão.

A planta metálica ganhou forma com o uso de ferro, plásticos, lata, papel, balde, pantufa, isopor, borracha. Todos os elementos se transformaram em “folhas” e “flores” naquela estrutura sem vida. Bastaram poucas quadras para recolher todo esse lixo que poluía o ambiente vivo. E as garrafas, chinelos, embalagem de cigarro, copos foram parar nos galhos de sucata. Ao final da ação, o Projeto Meio Ambiente na Escola deseja saber: é essa “obra de arte” que você quer para o futuro? As próximas gerações terão o privilégio de conhecer uma mata nativa, de tirar fruto de árvores enraizadas na terra, de pendurar balanço nos galhos verdes, de montar um piquenique sob a sombra? A árvore-lixo ficará exposta no saguão da escola pelo menos até o dia 21, Dia da Árvore.

ode até parecer imitação de ficção futurista, mas o Meio Ambiente na Escola apenas quis provocar uma reflexão sobre que planeta haverá para as próximas gerações. O projeto ousou e promoveu, no fim de agosto, uma ação com alunos da Escola Estadual Erico Verissimo, de Lajeado. Uma turma de Ensino Médio foi convidada a construir uma árvore. Mas não uma árvore semelhante às outras. Toda ela foi erguida com lixo catado no entorno da instituição de ensino, no Bairro São Cristóvão.A planta metálica ganhou forma com o uso de ferro, plásticos, lata, papel, balde, pantufa, isopor, borracha. Todos os elementos se transformaram em “folhas” e “flores” naquela estrutura sem vida. Bastaram poucas quadras para recolher todo esse lixo que poluía o ambiente vivo. E as garrafas, chinelos, embalagem de cigarro, copos foram parar nos galhos de sucata. Ao final da ação, o Projeto Meio Ambiente na Escola deseja saber: é essa “obra de arte” que você quer para o futuro? As próximas gerações terão o privilégio de conhecer uma mata nativa, de tirar fruto de árvores enraizadas na terra, de pendurar balanço nos galhos verdes, de montar um piquenique sob a sombra? A árvore-lixo ficará exposta no saguão da escola pelo menos até o dia 21, Dia da Árvore.

Cíntia Marchi
cintia@informativo.com.br

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Nossa capa

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

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CATÁSTROFES Natuais

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

O planeta Terra é um sistema dinâmico, ou seja, está em constante modificação pela ocorrência dos fenômenos naturais. Alguns desses fenômenos têm origem na dinâmica interna da Terra, como a movimentação de placas tectônicas que geram atividades vulcânicas, terremotos e tsunamis. Outros são de origem externa e têm como causa principal a dinâmica atmosférica, que pode causar furacões, tempestades, ressacas, vendavais, secas, inundações, estiagem, entre outros. As intervenções humanas, como a exploração dos recursos naturais, o uso e a ocupação dos espaços naturais, também geram impactos. Entre os principais fenômenos naturais que podem ser induzidos ou potencializados pelo ser humano estão os escorregamentos, as inundações e enchentes e a erosão. Denominamos de desastre natural a ocorrência de um fenômeno natural que modifica a superfície terrestre e atinge áreas ou regiões habitadas, causando danos materiais e humanos.

A história da Terra e da espécie humana é caracterizada por várias relações de desequilíbrio, associadas com a ocorrência de desastres naturais. Muitos desses desequilíbrios pressionaram para que os grupos de humanos deixassem sua área e procurassem locais com melhores condições de sobrevivência. Desse passado longínquo, para os dias atuais, a humanidade apresenta uma distribuição pandêmica, com elevada concentração populacional nas áreas urbanas das cidades. Muitas cidades do Brasil e de outras partes do mundo estão localizadas sobre áreas vulneráveis e sujeitas a algum tipo de desastre natural em razão de inundações, secas, vendavais, furacões, granizo, terremotos, tsunamis, entre outros.

A ocupação humana das áreas vulneráveis aos desastres expõe ao risco toda a população localizada nesses espaços. Além disso, quanto maior a densidade da ocupação populacional, maiores serão os prejuízos para a população quando ocorrer um desses eventos extremos. A ocupação urbana das áreas de risco deveria ser restringida, mas como este controle não foi feito no início da expansão das cidades, hoje é necessário conviver com o risco de desastres naturais, mas existem medidas que amenizam ou evitam os efeitos destes acontecimentos. A observação dos eventos que ocorreram no passado em certa área fornecem as informações mais importantes para que se possa evitar surpresas. Hoje, os órgãos governamentais estão incentivando a implantação de sistemas de alerta de desastres naturais, que constitui uma maneira de conviver pacificamente com o desastre, buscando a redução dos prejuízos destes. Esta iniciativa já começou no Vale do Taquari, abalado frequentemente pelas inundações. Em 2003, a Univates iniciou a implantação de Sistema de Alerta de Enchentes, que se mostrou eficiente e ágil na previsão destes fenômenos, permitindo realizar alertas com várias horas de antecedência para que a população ribeirinha fosse removida das áreas de risco. Atualmente, o sistema está sendo revitalizado, e sua estrutura, ampliada.

Quem tem construções ou outras infraestruturas em algum local de risco de sofrer com algum desastre natural, deve ficar alerta às previsões de chuvas extremas, que sempre podem estar associadas a ventos fortes, granizo, descargas elétricas e, dependendo da intensidade e duração das chuvas, a inundações, enxurradas e deslizamentos. Nesse sentido, o seguro dos bens materiais duráveis, como os veículos e a moradia, é uma medida preventiva de primeira ordem. Se ocorrer qualquer situação que gere prejuízos materiais, o seguro fará a reposição do que foi perdido, não desestruturando as finanças da família. É outra dica de prevenção importante.

Prof. Rafael Rodrigo Eckhardt, professor da Engenharia Ambiental da Univates, com contribuições do CIH Univates

 

 

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