Posts com a Tag ‘lixo’

Exposição instiga redução do consumismo e reaproveitamento de materiais

sexta-feira, 6 de março de 2015

Museu de Ciências Naturais (MCN) da Univates promove, a partir das 18h da próxima quarta-feira, dia 11, a exposição “Lixos Modernos: uma reflexão sobre hábitos de consumo”. Até o início da atividade, o museu estará fechado para conclusão da montagem dos objetos expostos. A mostra conta com apoio do projeto Viva o Taquari Vivo e segue aberta à comunidade em geral até o fim de julho, nas dependências do MCN.

A exposição consistirá em apresentação de resíduos sólidos provenientes do consumo infantil, lixo eletrônico e utensílios do cotidiano – plástico e borracha – coletados pela equipe do museu. “Queremos instigar novos pensamentos e hábitos sobre a redução e reutilização de materiais sólidos. Está na hora de as pessoas verem o tema de forma diferente”, conta a funcionária do MCN e estudante de Ciências Biológicas – licenciatura Carolina Ely Schneider.

Durante o período da mostra, haverá duas oficinas direcionadas às escolas e uma voltada à comunidade em geral e exposição de produtos artesanais feitos pela equipe do MCN a partir de resíduos sólidos.
Agendamentos de visitações guiadas com turmas escolares e outros detalhes podem ser obtidos com o MCN, pelo telefone (51) 3714-7000, ramal 5504. O museu pode ser visitado de segunda a sexta-feira, das 8h30min às 11h45min, das 13h30min às 18h e das 19h às 21h30min.

Texto e foto:  Nathália Lauxen – Centro Universitário Univates

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Ilhas de plástico matam 1,5 milhão de animais por ano, diz especialista

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Cerca de 1,5 milhão de aves, peixes, baleias e tartarugas morrem ao ano por causa de dejetos plásticos no mar. E o problema pode se agravar: segundo estudos científicos divulgados em Quito, cinco “ilhas” desses resíduos flutuam nos oceanos Pacífico, Atlântico e Índico.

“A cada ano, os plásticos (no mar) matam 1,5 milhão de animais”, afirmou Laurence Maurice, do Instituto de Pesquisas para o Desenvolvimento (IRD) francês. “No Pacífico Norte, 30% dos peixes ingeriram plástico em seu ciclo de vida”, acrescentou.

Durante a Semana da Água, organizada pela embaixada francesa em Quito, Maurice, que é diretora mundial de pesquisas do IRD, apresentou estudos recentes sobre o que chama de “o sétimo continente”: massas não compactas de dejetos plásticos que estão à deriva nos três principais oceanos.

“A (ilha de dejetos) do Pacífico é a maior. As outras são um pouco menores”, disse Maurice, em entrevista à AFP.

Por volta de 1997, essa massa de resíduos foi avistada pela primeira vez no Pacífico Norte, entre a costa californiana e o Havaí. Desde então, triplicou seu tamanho e, agora, ocupa uma superfície de 3,5 milhões de km². Esta ilha cresce, aproximadamente, “80.000 km2 por ano”, alertou essa doutora em Hidrogeoquímica Ambiental.

Um artigo publicado em 2012 por especialistas da Universidade da Califórnia na revista “Biology Letters”, da sociedade de pesquisas britânica Royal Society, já advertia que esses resíduos de microplásticos – partículas menores a cinco milímetros – formavam uma “sopa mortal” para o ecossistema marinho.

Expedições científicas encontraram esses dejetos a até 1.500 metros de profundidade no mar.

Albatrozes que comem tampas de garrafa Maurice explicou que essas massas flutuantes não chegam à costa, pois as correntes marinhas as arrastaram para o centro de redemoinhos gigantes, onde a água é “como um lago”.

Uma garrafa d’água pode levar vários meses para chegar a esses redemoinhos. “O que acontece é que, no final, não vai se degradar, porque a ação das bactérias e dos fungos não ataca o plástico”, afirmou a especialista, acrescentando que 80% do plástico que está no mar é polietileno, o material do qual esses recipientes são feitos.

Durante a conferência em Quito, Maurice disse que as espécies marinhas confundem os resíduos plásticos com comida e morrem, ao ingeri-los.

“Encontraram no estômago de uma baleia cachalote peças de estufas para cultivo de tomate que foram destruídas por uma tempestade e entraram no mar”, contou a pesquisadora, acrescentando que do animal foram extraídos 20 quilos de plástico.

Aves marinhas como os albatrozes também acreditam que os restos plásticos que flutuam no mar são alimento.

“Os pais dessas aves estão dando pequenos pedacinhos de plástico a seus bebês (…) Um jovem albatroz foi encontrado morto com o estômago cheio de plástico, porque os pais estão confundindo comida com tampas de garrafa”, comentou a especialista.

Em 2011, a Sociedade para a Conservação dos Golfinhos e das Baleias (WDCS, na sigla em inglês) destacou que os resíduos plásticos constituem uma ameaça mortal para golfinhos e baleias, porque eles ingerem, ou se enrolam nesse material.

Fonte: noticias.uol.com.br

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Ação recolhe 290kg de lixo e distribui 200 mudas de àrvores

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Teutônia – As atividades da ação socioambiental teutoniense Revive Boa Vista, em sua 5ª edição, ocorreram no sábado, dia 11. Na oportunidade, cerca de 50 voluntários recolheram 290 quilos de lixo no Arroio Boa Vista e seus afluentes nos bairros Teutônia e Canabarro, além do Parque Poliesportivo Municipal. Divididos em equipes, três grupos também distribuíram 200 mudas de árvores nativas nas sinaleiras dos bairros Languiru e Canabarro e no Centro Administrativo de Teutônia. A programação da manhã ainda contou com visitação ao Aterro Sanitário, em Linha Wink.

Visita ao Aterro Sanitário de Teutônia

Na visitação ao Aterro Sanitário de Teutônia, todos puderam constatar de perto o volume de lixo produzido pela população. A montanha de fato assustou. Mensalmente o local recebe em torno de 320 toneladas de lixo, volume que aumenta consideravelmente a cada ano. Uma única pessoa na zona urbana gera 440g de lixo por dia, enquanto que na zona rural esse volume é de 106g por pessoa.

Uma segunda vala foi construída em 2008 e esperava-se que atendesse às necessidades do município por 20 anos. Porém, a realidade é outra e, hoje, cerca seis anos depois, já está muito próxima de sua capacidade máxima.

Recolhimento de lixo

Em seguida, os grupos seguiram para destinos diferentes. Um deles percorreu o afluente do Arroio Boa Vista na Cuba, no Bairro Teutônia; outro efetuou a coleta de lixo no Arroio Ferreira e no Parque Poliesportivo Municipal, no Bairro Canabarro; enquanto que o terceiro grupo esteve na Associação dos Funcionários da BRF e na Associação dos Funcionários da Languiru, no Bairro Languiru.

Todo lixo recolhido nesses pontos foi coletado por caminhão da Prefeitura de Teutônia, que ao final da programação levou os resíduos até o aterro sanitário, onde o material será devidamente separado para o destino final correto. Entre os materiais encontrados estiveram metais, pneus, plásticos diversos, garrafas pet, PVC, e, acreditem, até um sofá.

“A correta separação e destinação do lixo é fundamental. É esse envolvimento que buscamos, pois somente unindo esforços temos a certeza de que podemos alcançar os objetivos propostos pelo projeto. Estamos indo ao encontro da comunidade e a conscientização inicia nas nossas próprias casas”, frisou a coordenadora da unidade Parceiros Voluntários de Teutônia, Daiane Ohlweiler.

Fonte: www.informativo.com.br

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Resíduos

sexta-feira, 2 de maio de 2014

No próximo dia 19 de maio, o caderno mensal Meio Ambiente na Escola, abordará sobre os diversos tipos de resíduos e sua destinação correta, além de exemplos e curiosidades sobre o tema.

Abaixo confira um artigo sobre lixo e resíduo:

A grande produção de RESÍDUOS e a falta de tratamento e disposição adequadas é hoje uma das principais formas de contaminação do solo e das águas, tornando-se um dos principais problemas ambientais na atualidade.

É importante destacar a diferença entre LIXO e RESÍDUO.

LIXO (ou rejeito) são os materiais considerados não aproveitáveis, indesejados, ou desprovidos de valor. A palavra LIXO vem do latim (lix = cinza). No senso comum é associado a sujeira, inutilidade, empecilho e imundície. Para a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) lixo são os “restos das atividades humanas, considerados pelos geradores como inúteis, indesejáveis ou descartáveis, podendo se apresentar no estado sólido e líquido, desde que não seja passível de tratamento.” (grifo nosso).

RESÍDUO são sobras ou restos do processo produtivo ou de consumo, que tem valor e podem ser reutilizados ou reciclados.

Em boa parte a diferença entre LIXO e RESÍDUO decorre da forma como nos relacionamos com o que sobrou do processo de consumo. O LIXO existe de fato como sobra que não pode ser mais reaproveitada ou reciclada (exemplo: lixo hospitalar, lixo nuclear), mas também existe o RESÍDUO que é tratado como LIXO, ou seja, é desprezado em seu valor de matéria prima que poderia ser reutilizada ou reciclada.

Existem algumas formas de se valorizar o RESÍDUO. Uma delas é através da realização da COLETA SELETIVA. Coleta seletiva é um processo de separação e recolhimento dos resíduos descartados por empresas e pessoas, destinando-os a reciclagem ou a outro fim como a descontaminação e o descarte adequado.

Também vale a pena destacar a Política dos 5R’s, que é um processo educativo que gera uma atitude ética em relação ao RESÍDUO:

A) R eduzirdiminuir a geração de resíduos. Exemplo: diminuir a quantidade de papel usado, evitando impressões desnecessárias; escolher produtos com menos embalagens;

B) R epensar – inovar as práticas de consumo. Exemplo: usar lâmpadas de Led que são mais econômicas que as fluorescentes, optar por usar pilhas recarregáveis que tem vida útil mais longa;

C) R eaproveitardar novo uso aos resíduos. Exemplo: usar o papel descartado para fazer blocos de anotações, doar objetos obsoletos para instituições que poderão fazer uso deles;

D) R eciclar – retornar os resíduos ao processo produtivo. Exemplo: papel usado virando papel novo, latas de refrigerante virando novas latas;

E) R ecusar – rejeitar produtos cujos resíduos gerem impactos ambientais negativos significativos. Exemplo: recusar as sacolas descartáveis de plástico; recusar garrafas de água descartáveis.

A maioria das pessoas conhece a ação de R eciclagem, porém ela não é a principal nem a mais importante. A diminuição da produção e do consumo de produtos que gerem RESÌDUOS desnecessários é um ato em que toda a sociedade deve estar envolvida.

Fonte: http://pga.pgr.mpf.mp.br/pga/residuos

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Árvore-lixo: É essa “obra de arte” que você quer para o futuro?

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Pode até parecer imitação de ficção futurista, mas o Meio Ambiente na Escola apenas quis provocar uma reflexão sobre que planeta haverá para as próximas gerações. O projeto ousou e promoveu, no fim de agosto, uma ação com alunos da Escola Estadual Erico Verissimo, de Lajeado. Uma turma de Ensino Médio foi convidada a construir uma árvore. Mas não uma árvore semelhante às outras. Toda ela foi erguida com lixo catado no entorno da instituição de ensino, no Bairro São Cristóvão.

A planta metálica ganhou forma com o uso de ferro, plásticos, lata, papel, balde, pantufa, isopor, borracha. Todos os elementos se transformaram em “folhas” e “flores” naquela estrutura sem vida. Bastaram poucas quadras para recolher todo esse lixo que poluía o ambiente vivo. E as garrafas, chinelos, embalagem de cigarro, copos foram parar nos galhos de sucata. Ao final da ação, o Projeto Meio Ambiente na Escola deseja saber: é essa “obra de arte” que você quer para o futuro? As próximas gerações terão o privilégio de conhecer uma mata nativa, de tirar fruto de árvores enraizadas na terra, de pendurar balanço nos galhos verdes, de montar um piquenique sob a sombra? A árvore-lixo ficará exposta no saguão da escola pelo menos até o dia 21, Dia da Árvore.

ode até parecer imitação de ficção futurista, mas o Meio Ambiente na Escola apenas quis provocar uma reflexão sobre que planeta haverá para as próximas gerações. O projeto ousou e promoveu, no fim de agosto, uma ação com alunos da Escola Estadual Erico Verissimo, de Lajeado. Uma turma de Ensino Médio foi convidada a construir uma árvore. Mas não uma árvore semelhante às outras. Toda ela foi erguida com lixo catado no entorno da instituição de ensino, no Bairro São Cristóvão.A planta metálica ganhou forma com o uso de ferro, plásticos, lata, papel, balde, pantufa, isopor, borracha. Todos os elementos se transformaram em “folhas” e “flores” naquela estrutura sem vida. Bastaram poucas quadras para recolher todo esse lixo que poluía o ambiente vivo. E as garrafas, chinelos, embalagem de cigarro, copos foram parar nos galhos de sucata. Ao final da ação, o Projeto Meio Ambiente na Escola deseja saber: é essa “obra de arte” que você quer para o futuro? As próximas gerações terão o privilégio de conhecer uma mata nativa, de tirar fruto de árvores enraizadas na terra, de pendurar balanço nos galhos verdes, de montar um piquenique sob a sombra? A árvore-lixo ficará exposta no saguão da escola pelo menos até o dia 21, Dia da Árvore.

Cíntia Marchi
cintia@informativo.com.br

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Bate-papo emociona no Madre Bárbara

quarta-feira, 6 de junho de 2012

A equipe do suplemento Meio Ambiente na Escola levou o bate-papo ambiental com o tema reciclagem aos alunos do Ensino Médio do Colégio Madre Bárbara. Durante uma hora Terezinha Ferreira (53) contou a rotina da Associação dos Catadores Simon Bolívar, localizada no Bairro Santo Antônio – tema da edição do caderno que circulou no mês de maio. A conversa inspira a mudança de atitude dos alunos diante do meio ambiente.

 

Em meio a lágrimas e aplausos, o choque de realidade entre o centro e periferia vem à superfície. “A gente percebe o que não se faz em casa e que pode fazer toda a diferença no trabalho dos catadores e na preservação do meio ambiente”, replica, Luana Paludo (15). Força de vontade e a quebra do estigma da marginalidade a cerca do catador são os principais valores que saíram do auditório acompanhados dos olhos e ouvidos atentos para a vida que resiste com uma renda trimestral de R$ 40. “Fizemos por opção e amor a natureza, reforça Terezinha.

 

A coordenadora pedagógica do Madre Bárbara, Marialda Schnorr Fornari, já sabia o conteúdo da conversa. Ouviu de uma colega do Colégio Santo Antônio de Estrela. “É muito emocionante, pois é uma vivência. E quando nós podemos trazer esse exemplo aos nossos alunos que têm uma realidade privilegiada sempre se toca o coração para a importância dos pequenos atos. A fala da Terezinha é muito importante.” Marialda fala que os alunos vivem em uma “redoma”. E alguns ficam alheios ao meio ambiente. “Parece que o reciclar é algo tão óbvio e não é assim. No próprio lixo da escola a gente vê lixo misturado e isso mostra que eles não estão suficientemente conscientizados.”

 

O projeto Meio Ambiente na Escola é uma iniciativa do Jornal O Informativo do Vale com o patrocínio da Corsan; Conpasul; HS Contabilidade; Faros; Folhito; Prefeitura de Lajeado; Certel; Univates e Charrua.

 

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Produção de lixo e as diferentes soluções para a produção contínua

terça-feira, 5 de junho de 2012

Alternativas para desafogar a produção constante de lixo adquirem formas e alcances diferentes, mas em comum visam proteger os recursos naturais. A cadeia produtiva de resíduos está atrelada ao consumo. Uma ida ao supermercado, por exemplo, envolve uma série de materiais – orgânicos e inorgânicos – que depois de descartados viram lixo. De resíduo a problema ambiental, a linha é tênue. A diferença começa dentro de casa com a separação adequada dos dejetos. A dica é simples: resíduos recicláveis como plástico, papel e vidro – para citar os principais – tem uma destinação diferente dos inorgânicos, que se decompõem.

Mas a produção de lixo vem sendo cada vez mais cumulativa. Tendo-se em vista este aspecto, municípios consorciados ao G8 preparam a execução da Elaboração Intermunicipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos. O projeto é desenvolvido por meio de um convênio assinado entre a União por intermédio do Ministério do Meio Ambiente, por meio de sua Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano e o Cipae G8. O programa consiste na elaboração de Diagnóstico, Prognóstico, Regulação, Elaboração de Proposições, Consolidação e Aprovação de etapas que visam instituir a Política Nacional de Resíduos Sólidos. A necessidade de dar conta dos não resíduos aparece mais evidente nos dados do Censo Demográfico de 2010. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 16 municípios apresentaram algum percentual de lixo acumulado em logradouros. Além disso, dados do Consórcio Público Intermunicipal para Assuntos Estratégicos (Cipae), dão conta de que o maior produtor de lixo do G8 é o município de Cruzeiro do Sul. O diagnóstico preliminar do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos revelou que das 272 toneladas mensais, sozinho o município da Casa do Morro produz 112 mil quilos. Boqueirão do Leão, Sério, Canudos do Vale, Progresso, Marques de Souza, Santa Clara do Sul e Forquetinha produzem, juntos, as demais 160 toneladas. O plano deve ser executado no segundo semestre de 2012.

Audiências públicas

Na última semana, os municípios conveniados realizaram audiências públicas para apresentar dados do diagnóstico do Plano Intermunicipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos. A apresentação é feita pela empresa Lógica Gestão Ambiental Inteligente de Lajeado, contratada para a realização do Plano. O diagnóstico tem como objetivo o levantamento de dados “in loco”, para o direcionamento das ações, que visam o Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos, gerados em nos municípios. As audiências encerraram ontem, em Cruzeiro do Sul.

 Catadores fazem do lixo fonte de renda

 Nem tudo o que é depositado nas lixeiras jaz no aterro sanitário. Catadores cooperativados e autônomos se encarregam de um serviço praticamente invisível aos olhos da sociedade: eles separam os resíduos que tem algum valor e fazem do descarte de lixo a matéria-prima para o seu sustento. Materiais como papelão, garrafas pet, alumínio, por exemplo, são vendidos. A remuneração é modesta, mas o que motiva esse trabalho é o ganho ambiental. Enquanto os materiais estão sendo vendidos, livram-se de serem depositados no aterro sanitário, além de ajudarem a diminuir as estatísticas de lixo acumulado, conforme mostra o IBGE. A catadora, Teresinha Ferreira, presidente da Associação Simón Bolívar, no Bairro Santo Antônio conta como o trabalho não é nada fácil. Para quilo de polietileno, a garrafa pet, é pago R$ 0,50. Eles têm de juntar 120 garrafas para atingir o valor mínimo. Antes de vender, os catadores precisam arrecadar uma quantia significativa de resíduos. Para isso, eles acumulam três meses de trabalho recolhendo e separando os itens até o momento da venda. “Recebemos em média R$ 40 a cada três meses”, revela Teresinha.

Na célula de reciclagem, do aterro sanitário de Lajeado, também funciona uma cooperativa de catadores. Lá trabalham aproximadamente 40 pessoas. São reciclado em média 13.140kg de plástico mole; plástico rígido 21 mil Kg; pet 13.900 kg; alumínio 2.936Kg; papelão 10.900Kg; papel misto 7.760Kg.

 

Univates investe há dez anos em programa de separação de resíduos

O Programa Interno de Separação de Resíduos (PISR) da Univates foi criado em fevereiro de 2002, com o objetivo principal de sensibilizar a comunidade acadêmica para a questão do lixo. Atualmente responde por diversos procedimentos de controle ambiental da Instituição. As atividades de separação de resíduos e uso adequado dos recursos naturais são direcionadas de forma que a comunidade acadêmica desenvolva visão crítica da situação atual e perceba que apenas com a atitude e o comprometimento de cada um é possível a criação de um meio ambiente próximo do sustentável.

 Susana Leite
susana@informativo.com.br

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Bate-papo ambiental – TV Meio Ambiente

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Assista parte do depoimento da catadora Terezinha Ferreira, presidente da Associação Simon Bolívar de Lajeado. Ela falou durante uma hora aos alunos do Ensino Médio do Colégio Santo Antônio em Estrela.

Imagens: Rodrigo Nascimento
rodrigon@informativo.com.br

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Meio Ambiente vai à Escola discutir reciclagem

quarta-feira, 16 de maio de 2012

 

Acompanhado da terceira edição de 2012, o suplemento Meio Ambiente na Escola do Jornal O Informativo do Vale investe na interação com o público leitor. Por meio do bate-papo ambiental, o tema discutido no caderno é levado para as turmas do Ensino Médio. Para falar de reciclagem, a presidente da Associação dos Catadores Simon Bolívar, Terezinha Ferreira (53), do Bairro Santo Antônio de Lajeado deu uma folga para o carreto e foi contar como é o dia de um profissional da reciclagem. O encontro ocorreu no Colégio Santo Antônio, na tarde de ontem, e mobilizou alunos e professores.

Terezinha foi a figura central da edição de maio do Meio Ambiente na Escola. Ela conta como é viver da reciclagem e ensina a fazer do lixo o luxo, motivo de orgulho e consciência ecológica. “Isso é o futuro, preservar o meio ambiente é a permanência da vida na Terra”, explica. Para uma plateia mais letrada que ela, a catadora falou e encantou, por mais de uma hora. “Ouvindo de maneira tão simples que gestos do dia a dia podem mudar a atitude das pessoas, eu acredito que a consciência dos nossos alunos também deva mudar”, diz Ângela Lenz, professora de biologia. Para ela, levar para dentro da sala um exemplo vivo da notícia faz a diferença. “Tudo aquilo que toca o coração é capaz de mudar o mundo. Essa visita fantástica tocou nosso coração. O Informativo está de parabéns.”

Os alunos participaram questionando a forma como a associação trabalha, o tipo de material que é reciclado e se surpreenderam ao saber quanto se ganha com a reciclagem. O grupo de Teresinha recolhe em média, a cada três meses, 600 quilos de materiais, que rendem, para cada membro da associação, cerca de R$ 40. “É para ver a alegria de alguns que só tem essa fonte de renda”, reforça a presidente.

O projeto Meio Ambiente na Escola é uma iniciativa do Jornal O Informativo do Vale com o apoio da Conpasul, Corsan, Univates, Postos Charrua, Faros, HS Contabilidade, Lojas Certel, Folhito e Prefeitura Municipal de Lajeado.

Rodrigo Nascimento
rodrigon@informativo.com.br

 

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MURAL – Meio Ambiente na Escola

segunda-feira, 14 de maio de 2012

PATRULHA

O Colégio Bom Jesus São Miguel, de Arroio do Meio, está atento à postura de cidadão que se preocupa com o meio ambiente. Os aluno participaram de uma ação de limpeza e arborização de um espaço abandonado nas imediações do educandário. O local, depois de limpo, recebeu 18 árvores de espécies nativas, plantadas pelos alunos. Os tipos escolhidos para o plantio foram: sibipiruna, canela-sassafrás e pau-ferro.

Cada série formou uma “patrulha do meio ambiente” assumindo o plantio e o monitoramento das mudas. Cada “futura árvore” recebeu uma placa com o nome da espécie, além da designação da turma responsável e da data do plantio. Quinzenalmente, os alunos vão até o local para se certificar do correto crescimento das plantas.

A atividade envolveu alunos da Educação Infantil até a 3ª série do Ensino Médio.


RECICLAGEM

A Escola Estadual de Ensino Médio Santa Clara, de Santa Clara, desenvolve há sete anos o Projeto de Reciclagem de Materiais reaproveitáveis, despertando a consciência para a Ecologia. Ao longo do ano,  os estudantes separam, em casa, latinhas de refrigerante e de cerveja, garrafas PET, papel, papelão, revistas e jornais e levam para o colégio. De acordo com a quantidade, a criança recebe cautelas e concorre a prêmios ao longo do ano, inclusive ao sorteio de viagens ao Parque Aquático, a qual ocorrerá no último dia de aula. A cada 15 ou 20 dias, esses materiais são vendidos para empresas de reciclagem. O valor é depositado na conta do CPM da escola e são feitos investimentos e melhorias que beneficiam o próprio estudante.

HORTA

A Escola Estadual de Ensino Fundamental de Itaipava Ramos, de Cruzeiro do Sul, conta com o Projeto Horta. A atividade tem como objetivo envolver os alunos no plantio de legumes e verduras que, após colhidos, são utilizados na merenda escolar. Estão envolvidos todos os professores e estudantes, além da direção.

O cantinho dedicado ao cultivo das sementes foi especialmente criado para o Projeto Horta e supre a demanda do lanche dos alunos durante todo o período letivo.


Edmar Gomes
edmar@informativo.com.br

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