Posts com a Tag ‘Desmatamento’

Amazônia: desmatamento em junho chega a 94 campos de futebol

segunda-feira, 28 de julho de 2014

O Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) registrou no mês de junho deste ano 843 quilômetros quadrados desmatados dentro dos limites da Amazônia Legal. Para se ter ideia de volume, isso quer dizer aproximadamente 94 campos de futebol de floresta a menos. Na análise estatística dos dados, o Imazon considera desmatamento a “supressão total da floresta para outros usos alternativos de solo”.

Esses 843 quilômetros quadrados representam um aumento de 358% em relação ao mesmo mês no ano passado, quando o SAD registrou 184 quilômetros quadrados desmatados.

A Amazônia Legal é uma área de abrangência de rios e vegetação amazônicos, envolvendo nove Estados brasileiros. Corresponde a 59% do território do País. Este conceito foi criado pela lei 1.806 de 6 de janeiro de 1953, para que o governo federal pudesse dar conta de criar políticas públicas protetiva e de uso consciente desse patrimônio natural.

Os dados de junho constam do último balanço divulgado esta semana pelo Imazon, que faz o monitoramento mensal do desflorestamento na Amazônia Legal. O Imazon lê os dados colhidos pelo satélite americano de observação da terra, da Nasa, o Landsat 8 (Landsat Data Continuity Mission), que transita na órbita terrestre desde fevereiro de 2013.

Para saber quanto do desmatamento captado pelo Landsat 8 representa a derrubada ilegal de árvores na Amazônia Legal, teria que ser feito um tratamento dos dados em todo o limite deste território. “Mas hoje em dia isso não está sendo feito e o que temos é uma falsa ideia de legalidade e controle”, assegura a cientista política francesa Alice Thuault, coordenadora da Transparência Florestal pelo Instituto Centro de Vida (ICV), em Mato Grosso.

Segundo Alice, preocupado com isso, o ICV solicitou as autorizações de desmatamento expedidas pela Secretaria de Meio Ambiente (Sema) em 2011 e 2012 e constatou que, no Estado, quase a totalidade do desmate dentro da Amazônia Legal é ilegal. “Fizemos o cruzamento de dados e detectamos que em 2011 o desmatamento ilegal na Amazônia Legal, dentro de Mato Grosso, foi de 98% e em 2012, 90%”. Para Alice Thuault, “essa falta de controle é um problema muito grande”. Ela diz ainda que o Imazon apenas articula os dados que o satélite disponibiliza, mas não com intuito de fiscalização ou de coibir a prática. “Isso é uma tarefa governamental”.

A superintendente de Geoinformação e Monitoramento Ambiental da Sema, Elaine Cursini, assegura que o governo do Estado faz o cruzamento de dados para consumo interno, mas não publica essas informações, porque isso demandaria outros investimentos. “Não temos pessoal nem tempo para produzir relatório de monitoramento, mas fazemos sim a análise de dados, para consumo interno e orientar políticas públicas.”    Fonte: Terra


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Código Florestal: Florestas vetadas

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

No apagar das luzes desta quarta-feira, o governo federal anunciou o veto parcial à Medida Provisória do Código Florestal, encerrando mais um capítulo de desmonte da legislação ambiental brasileira e passando um claro recado àqueles que por anos desmatam nossas florestas e apostam na impunidade: o crime valeu a pena.

Mesmo com os vetos, a lei mantém a anistia. O perdão a quem desmatou ilegalmente permanece com o estabelecimento de limites menores de recuperação a quem derrubou floresta até 2008. Além disso, com a nova lei a insegurança jurídica no campo continuará. A norma tratará como desigual proprietários que tenham as mesmas condições, o que pode causar questionamentos na Justiça. Infelizmente, mesmo com vetos, o novo Código Florestal deixa de ser uma lei das florestas para ser uma legislação que consolida desmatamentos ilegais.

“Apesar dos avisos de cientistas e estudiosos sobre o assunto, e da clara oposição de vários e diferentes setores da sociedade, Dilma escolheu o caminho do retrocesso ruralista. Durante todo o processo de desmonte da lei ambiental, o governo foi omisso ou foi conivente com a proposta do que existe de mais atrasado no agronegócio brasileiro”, diz Marcio Astrini, da campanha Amazônia do Greenpeace.

Daqui em diante, o país deixa de ter uma das legislações florestais mais modernas do mundo para dar lugar a uma lei sob medida para os interesses de um agronegócio ávido por expandir-se sobre áreas de floresta. A legislação virou uma colcha de retalhos em que o agronegócio – não a floresta – é a questão central. Além da anistia a desmatadores ilegais, a nova lei beneficia grandes latifúndios e traz brechas legais para mais devastação propositalmente deixadas na nova lei.

“A questão ambiental vive um de seus piores momentos sob a tutela do atual governo. Nunca vimos tantas más notícias vindas do Planalto em tão pouco tempo de gestão”, afirma Astrini.

Nos últimos dois meses, o desmatamento na Amazônia, maior floresta tropical do mundo, voltou a crescer, se comparado com o mesmo período do ano passado. Em agosto, houve um aumento de mais de 200% nas derrubadas. Nos últimos 50 anos, a Amazônia já perdeu mais de 720 mil km2, uma área equivalente à soma dos estados de Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.

Os problemas em relação à ofensiva de desmatamento sobre as florestas estão apenas começando. A bancada ruralista já ataca também as unidades de conservação, as terras indígenas e quilombolas e a revisão dos índices de reforma agrária. O aumento no uso de agrotóxicos, a ampliação dos limites para a compra de terras por estrangeiros no país e, até mesmo, o enfraquecimento da legislação trabalhista no campo também estão na mira do agronegócio. “A agenda ruralista sempre foi clara. A diferença é que agora encontraram um governo disposto a barganhar com essa agenda”, diz Astrini.

As florestas são fundamentais para assegurar o equilíbrio do clima, a conservação da biodiversidade e o sustento de milhões de pessoas que dela dependem diretamente para sobreviver. No Brasil, essa vegetação é responsável por grande parte das chuvas que irrigam nossas plantações e que abastecem nossos reservatórios de água. Além disso, com o que já temos atualmente de terras abertas, podemos duplicar nossa produção de alimentos sem precisar derrubar mais nenhum hectare de floresta. Há atualmente mais de 30 milhões de hectares de terras degradadas somente pela pecuária improdutiva.

Para assegurar a proteção das nossas florestas é urgente que o Brasil tenha uma lei de desmatamento zero. Essa lei de iniciativa popular já conta com o apoio de quase 600 mil pessoas que assinaram a petição. “O texto escrito pelos ruralistas e aprovado pelo Planalto não traz regras para aumentar a proteção ambiental ou combater o desmatamento. Eles fizeram uma lei para o desmatador. Faremos uma lei pelas florestas.”

Fonte: Greenpeace

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O menor de agosto

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O monitoramento por satélites feito pelo sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), registrou em agosto 164 quilômetros quadrados de derrubada de florestas na Amazônia Legal, o menor nível da série histórica iniciada em 2004. A queda foi de 38% em relação ao ano passado. Os dados foram divulgados hoje pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, que atribui a redução à ação da fiscalização nas regiões que apresentavam maiores índices de desmatamento, como Boca do Acre (AC), São Félix do Xingu (PA), Novo Progresso (PA), Redenção (PA) e Sinop (MT).

O sistema detecta apenas desmatamentos com área maior que 25 hectares. Devido à cobertura de nuvens, pode ser que nem todos os desmatamentos sejam identificados pelo Deter, que no período de janeiro a agosto deste ano constatou 1.582 quilômetros quadrados de florestas derrubadas, área 14% superior à registrada em igual período do ano passado (1.393 quilômetros quadrados). O maior crescimento relativo foi registrado em Rondônia, que atingiu 249 quilômetros quadrados (+102%). A maior expansão em termos absolutos foi em Mato Grosso, onde atingiu 769 quilômetros quadrados (mais 316 km2).

 As ações desencadeadas neste ano na Amazônia Legal resultaram no embargo de 72.490 hectares e de 55 serrarias. Os fiscais emitiram 3.148 autos de infração, que representam R$ 1,2 bilhão em multas. A fiscalização apreendeu 127 tratores, 29 barcos e 226 caminhões. Somente na Operação Disparada, deflagrada em março deste ano, foram apreendidos 5,3 mil bovinos. Fonte: Agência Estado

Gigliola Casagrande
gigi@informativo.com.br

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Aumenta desmatamento da Amazônia

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Houve aumento de 28% no ritmo da derrubada/divulgação

Depois de um recuo em maio, o desmatamento da Amazônia voltou a subir em junho, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em um mês, a floresta perdeu 312,6 quilômetros quadrados (km²), desmate 17% maior que o registrado em maio. Em relação a junho de 2010, quando o desmatamento foi de  243,7 km², houve aumento de 28% no ritmo da derrubada. O Pará liderou o desmate na região em junho, com 119,6 km² de novas áreas derrubadas, seguido por Mato Grosso, com 81,5 km², e por Rondônia, com 64 km².  No Amazonas, as derrubadas atingiram 41,6 km² de florestas, no Maranhão, cerca de 5 km² e no Tocantins, 0,5 km². A cobertura de nuvens impediu a visualização de 21% da Amazônia Legal, segundo o Inpe. Os números são calculados pelo Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), que monitora áreas maiores do que 25 hectares e serve para orientar a fiscalização ambiental. Além do corte raso (desmatamento total), o sistema também registra a degradação progressiva da floresta. Fonte: Agência Brasil

Gigliola Casagrande
gigi@informativo.com.br

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Pressão sobre a floresta

quinta-feira, 30 de junho de 2011

O município de Altamira, no Pará, onde será construída a hidrelétrica de Belo Monte, foi o campeão de desmatamento na Amazônia em maio. Os dados são da ONG Imazon e podem refletir uma pressão sobre a floresta devido à expectativa de construção da usina, que recebeu licença de instalação no começo deste mês. O SAD, sistema de monitoramento de desmatamento via satélite desenvolvido pelo Imazon, detectou um crescimento da devastação amazônica de 72% no mês passado em relação a maio de 2010. Em toda a região foram perdidos 165 quilômetros quadrados de floresta. Houve, porém, queda em relação a abril, quando o corte raso sofreu uma explosão de 362% e chegou a quase 300 quilômetros quadrados. Altamira desmatou sozinha 22 quilômetros quadrados no mês. Fonte: Ambientebrasil.com

Gigliola Casagrande
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Caso atípico?

quinta-feira, 19 de maio de 2011

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, considerou atípico o desmatamento detectado em Mato Grosso (MT). A área degradada na Amazônia Legal atingiu 593 quilômetros quadrados (km²) no Acre, em Mato Grosso, no Maranhão, Pará, em Rondônia e Roraima. Além disso, houve aumento no desmatamento de 27% entre agosto de 2010 e abril de 2011 na comparação com o mesmo período anterior. O MT foi o estado que teve a maior área desmatada, com 480,93 quilômetros quadrados. A Secretario de Meio Ambiente de Mato Grosso informou que as fazendas onde houve o desmatamento estão licenciadas e apresentam um perfil de desmatamento de áreas com mais de mil quilômetros quadrados, o que não acontece mais na Amazônia. “Hoje estamos trabalhando com pequenas áreas”, afirma Izabella.Especialistas acreditam que mais árvores estão vindo abaixo por causa da promessa de perdão aos infratores prevista no novo Código Florestal, que está no Congresso. 

Outro fator que chamou a atenção foi o uso de correntes puxadas por tratores para derrubar árvores, o que não era verificado há muito tempo. Izabella adiantou que o estado vai apresentar, na próxima semana, um relatório sobre as áreas desmatadas. O governo estadual informou que o aumento do desmatamento é resultado de autorizações com base na legislação. Fui informada de que houve aprovação de uma lei estadual de zoneamento econômico e ecológico, que não foi formalmente apresentada ao governo federal”, assinala a ministra. Cerca de 500 homens estão em Mato Grosso fiscalizando as áreas desmatadas. Também foi criado um gabinete de crise, que está se reunindo toda semana para avaliar a situação do desmatamento nos estados. Fonte: Agência Brasil

Gigliola Casagrande
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Ficou para terça

quinta-feira, 12 de maio de 2011

ONG WWF realiza protesto contra a votação/Marcello Casal Jr/ABr

Uma nova tentativa de votar na Câmara dos Deputados o novo Código Florestal será feita na próxima terça-feira. Em meio a polêmicas e insultos, a sessão foi suspensa no começo da madrugada de hoje, a pedido do líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP). Ele recuou por causa da disposição da bancada ruralista de derrubar itens negociados entre o Executivo e o relator, Aldo Rebelo (PCdoB-SP). Um dos pontos de divergência era sobre as Áreas de Proteção Ambiental (APPs) às margens de rios. O Executivo quer definir em decretos federais áreas nas quais será permitido um grau maior de desmatamento.

 Somam 90% dos proprietários rurais do país que seriam beneficiados com a reforma do Código Florestal. Entre os 5,4 milhões de imóveis rurais registrados no Brasil, a grande maioria tem até quatro módulos fiscais, medida que varia de 20 a 400 hectares, dependendo do município. Essas pequenas propriedades podem ficar liberadas de recompor a vegetação nativa na parcela destinada à reserva legal dos imóveis desmatada até julho de 2008, data da primeira versão do decreto do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva com punições aos desmatadores. Fonte: Agência Estado

Gigliola Casagrande
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Um valo em Forquetinha

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Chuva leva a terra e aumenta a valeta

Essa foto foi tirada perto de uma residência de um morador de Forquetinha - que não quis ser identificado -, em 24 de agosto deste ano, porque chamou muito a atenção da aluna Vanessa Raquel Bauer, aluna da escola estadual. As enchentes levam cada vez mais a terra que ali estava. Em questão de alguns anos, o que era uma valetinha agora se transformou em valetão, pois toda vez que chove muito com as águas vai bastante terra. Ao redor deveriam estar plantadas muitas árvores, para segurar o solo. “Chamo isso de desmatamento, pois essa valeta vai crescendo cada vez mais, com as perdas de terra ao seu redor. Isso também acontece com os rios, que hoje estão se alargando cada vez mais”, destaca Vanessa.

Marisete Mathes  
E.E.E.M. de Forquetinha

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Mais da metade

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

O bioma Pampa, que ocupa a maior parte do Rio Grande do Sul, já perdeu quase 54% da vegetação original. Os dados do desmatamento, divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente, mostram que, entre 2002 e 2008, 2.183 quilômetros quadrados de cobertura nativa foram derrubados. Dezenove são os municípios gaúchos que mais prejudicaram o bioma no período. Alegrete, no extremo oeste, é o campeão de derrubada, com 176 km² de desmate entre 2002 e 2008. As cidades de Dom Pedrito e Encruzilhada do Sul aparecem em seguida, com 120 km² e 87 km² desmatados em seis anos.

Apesar do grande percentual desmatado, o ritmo de devastação do Pampa é o menor entre os biomas brasileiros. De acordo com os dados do MMA, a região perdeu anualmente, em média, 364 quilômetros quadrados de vegetação nos últimos seis anos. No Cerrado, o ritmo anual de devastação é de 14 mil quilômetros quadrados por ano e, na Amazônia, a derrubada atinge 18 mil quilômetros quadrados de floresta a cada 365 dias. Fonte: Agência Brasil

Gigliola Casagrande
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Mais de cem km²

quinta-feira, 22 de julho de 2010

A Amazônia perdeu uma área de 109,6 quilômetros quadrados (km²) em maio, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A derrubada é 12% menor do que a registrada pelos satélites no mesmo mês do ano passado e, somada aos resultados dos últimos meses, pode sinalizar uma tendência de queda na taxa anual do desmatamento.  Os números do desmatamento mês a mês são calculados pelo sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), que monitora áreas maiores do que 25 hectares e serve para direcionar a fiscalização ambiental.

No acumulado de agosto de 2009 a maio de 2010 – primeiros dez meses do calendário oficial do desmatamento – o Deter registrou uma área de 1.567 km² a menos de florestas. O acumulado é 47% menor do que o registrado de agosto de 2008 a maio de 2009, quando a soma atingiu 2.960 km².

A taxa anual de desmate é calculada por outro sistema, o Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), que é mais preciso, por avaliar áreas menores. Apesar da metodologia diferente, a avaliação do Deter costuma antecipar os resultados do Prodes. Ele deve ser apresentado em novembro. Fonte: Agência Brasil

Gigliola Casagrande
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