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Ação recolhe 290kg de lixo e distribui 200 mudas de àrvores

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Teutônia – As atividades da ação socioambiental teutoniense Revive Boa Vista, em sua 5ª edição, ocorreram no sábado, dia 11. Na oportunidade, cerca de 50 voluntários recolheram 290 quilos de lixo no Arroio Boa Vista e seus afluentes nos bairros Teutônia e Canabarro, além do Parque Poliesportivo Municipal. Divididos em equipes, três grupos também distribuíram 200 mudas de árvores nativas nas sinaleiras dos bairros Languiru e Canabarro e no Centro Administrativo de Teutônia. A programação da manhã ainda contou com visitação ao Aterro Sanitário, em Linha Wink.

Visita ao Aterro Sanitário de Teutônia

Na visitação ao Aterro Sanitário de Teutônia, todos puderam constatar de perto o volume de lixo produzido pela população. A montanha de fato assustou. Mensalmente o local recebe em torno de 320 toneladas de lixo, volume que aumenta consideravelmente a cada ano. Uma única pessoa na zona urbana gera 440g de lixo por dia, enquanto que na zona rural esse volume é de 106g por pessoa.

Uma segunda vala foi construída em 2008 e esperava-se que atendesse às necessidades do município por 20 anos. Porém, a realidade é outra e, hoje, cerca seis anos depois, já está muito próxima de sua capacidade máxima.

Recolhimento de lixo

Em seguida, os grupos seguiram para destinos diferentes. Um deles percorreu o afluente do Arroio Boa Vista na Cuba, no Bairro Teutônia; outro efetuou a coleta de lixo no Arroio Ferreira e no Parque Poliesportivo Municipal, no Bairro Canabarro; enquanto que o terceiro grupo esteve na Associação dos Funcionários da BRF e na Associação dos Funcionários da Languiru, no Bairro Languiru.

Todo lixo recolhido nesses pontos foi coletado por caminhão da Prefeitura de Teutônia, que ao final da programação levou os resíduos até o aterro sanitário, onde o material será devidamente separado para o destino final correto. Entre os materiais encontrados estiveram metais, pneus, plásticos diversos, garrafas pet, PVC, e, acreditem, até um sofá.

“A correta separação e destinação do lixo é fundamental. É esse envolvimento que buscamos, pois somente unindo esforços temos a certeza de que podemos alcançar os objetivos propostos pelo projeto. Estamos indo ao encontro da comunidade e a conscientização inicia nas nossas próprias casas”, frisou a coordenadora da unidade Parceiros Voluntários de Teutônia, Daiane Ohlweiler.

Fonte: www.informativo.com.br

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Nossa capa de setembro

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

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Perigo: Agrotóxicos são tema de aula

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

O encontro dos alunos do 2º e 3º anos da Escola Estadual Guararapes, de Arroio do Meio, com os servidores da Emater, rendeu uma manhã de conhecimento sobre as consequências do uso de agrotóxicos. O engenheiro-agrônomo Nilo Kern Cortez e o técnico agrícola Elias de Marco  expuseram informações sobre os ditos defensivos agrícolas. Os profissionais mostraram como agem essas substâncias por meio de equipamentos e marcas de produtos mais usados na lavoura.

A palestra na escola ocorreu no dia 22 de agosto. Além das turmas do 2º e 3º anos do Ensino Médio, a da 7ª série do Ensino Fundamental participou da conferência. Os estudantes não só entenderam como os pesticidas prejudicam a saúde e o meio ambiente, como também aprenderam sobre fórmulas alternativas que podem perfeitamente ser produzidas pelos próprios agricultores.

Palestra

A composição dos produtos que hoje conhecemos como agrotóxicos surgiu, inicialmente, como arma de guerra, ressalta Cortez para chamar a atenção ao potencial de contaminação das fórmulas. Posteriormente, passou-se a vender a ideia de que tais produtos serviram como “defensivos agrícolas”. “Mas o fato é que esses ‘defensivos’ se configuram em ‘veneno’ e continuam levando prejuízos à natureza e ao homem”, destaca o engenheiro-agrônomo.

Cada tipo de agrotóxico tem classificação. Nos rótulos existem as faixas verde, azul, amarela e vermelha. Dependendo da cor, a intoxicação tem consequências cada vez mais devastadoras. Bastam poucas gotas do defensivo com faixa vermelha, por exemplo, para uma intoxicação extremamente perigosa. Segundo dados do Sindicato Nacional para Produtos de Defesa Agrícola (Sindage), cada brasileiro consome, por ano, em média, 5,2 litros de agrotóxico. Em 2009, foram comercializados, legalmente, 1 bilhão de litros de “veneno” no país. O técnico da Emater de Arroio do Meio, Elias de Marco, também falou para os alunos de Ensino Médio da Escola Guararapes. Segundo ele, a cidade já é privilegiada por ter uma feira de produtor com praticamente todos os produtos orgânicos, sem o uso de agrotóxico.


Susana Leite
susana@informativo.com.br

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Pomar: Uma fruteira nos fundos de casa

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Bergamotas, goiabas, araçá, figo, jabuticaba, banana, diversos tipos de laranjas e até frutas mais exóticas como lichia, pitaya e pomelo integram o pomar de Helena Weizemann (55). Há mais de 15 anos morando em Forqueta, interior de Arroio do Meio, ela cultiva as delícias por puro prazer e gosto por frutas. Ainda, a produtora não abre mão de alimentos naturais, sem uso de agrotóxico.

Desde pequena, ela gosta de frutas e de ter uma variedade delas em casa. “Antes de 1960, quando ocorreu a chamada revolução verde, em que se desmatou muito para plantar soja e milho, tínhamos de tudo em casa. É algo que está na minha formação”, lembra. Hoje, ela não consegue calcular quantos pés tem nos fundos de casa. “Optei por ter uma variedade grande, não só por que gosto, mas também por a maioria ser estacional. O plantio de frutas também permite que se possa alternar com outras culturas”, diz.

Combate

Para combater as conhecidas moscas das frutas, que estragam o alimento, Helena utiliza uma solução caseira. Ela pendura garrafas PET nas árvores e, dentro, coloca melado. “A mosca sente o cheiro, entra na garrafa e fica grudada no melado. Assim, ela nem chega perto da fruta”, explica. A medida é para evitar o uso de veneno e garantir um alimento saudável. “Nas hortaliças que temos aqui, também não usamos”, conta, lembrando que os produtos são, na maioria, para consumo próprio, mas também vendidos na Feira do Produtor Rural, em casa e utilizados na merenda escolar das instituições do município.


Bruna Lovato
brunal@informativo.com.br

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Corredor Ecológico: Novas vidas para o Rio Taquari

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

O Corredor Ecológico do Rio Taquari mantém como foco principal ações que minimizam os im­pactos ambi­entais gerados pela ocupação humana nas áreas ciliares do rio. O objetivo é possibilitar a tomada de atitudes para revitalização desses espaços. A partir de reuniões entre Ministério Público, Departamento de Florestas e Áreas Protegidas (Defap), Emater/RS-Ascar, Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari (Codevat), Univates, departamentos e secretarias de Meio Ambiente da região, foram estabelecidos planos de ação para execução de medidas práticas de recuperação dessas zonas.

As áreas consideradas corredores ecológicos seriam fixadas em porções de terra com larguras entre dez e 30 metros, cujas dimensões são avaliadas caso a caso, de acordo com os critérios estabelecidos pela comissão de meio ambiente do Codevat, em parceria com a Univates e a Emater. “As matas ciliares são de vital importância para o equilíbrio ecológico, oferecendo proteção para as águas e o solo, formam também corredores que contribuem para a conservação da biodiversidade, absorvem e fixam dióxido de carbono, entre outros benefícios ambientais. A ausência da mata ciliar provoca uma série de prejuízos ambientais de ampla abrangência”, salienta o biólogo Emerson Musskopf, da Secretaria do Meio Ambiente de Estrela.

Conheça os agentes executores do projeto

São agentes do projeto toda a população abrangida direta ou indiretamente pelo trabalho, não apenas os órgãos executores ou os proprietários das áreas ciliares.
- São órgãos executores o Ministério Público Estadual, as secretarias ou departamentos de Meio Ambiente dos municípios abrangidos pelo projeto e o Departamento de Florestas e Áreas Protegidas (Defap).

- O Ministério Público Estadual, por meio da Comarca de Estrela, coordenada pela promotora de Justiça Especializada, Mônica Maranghelli de Ávila, é o órgão promotor do projeto, encarregado de mantê-lo progredindo ao longo do tempo, realizando as audiências públicas e motivando proprietários e municípios a executar suas funções.

- Cabe aos municípios executar os levantamentos técnicos nas áreas ciliares urbanas e rurais e também fazer os plantios nas áreas ciliares rurais.

- Os proprietários rurais deverão isolar as áreas e zelar pela manutenção dos espaços a serem reflorestados. Os proprietários de áreas urbanas devem executar a recuperação das áreas ciliares, além do isolamento.

- Cabe ao Defap efetivar o licenciamento ambiental dos projetos de recuperação de áreas. Cabe a eles também, se necessário, com apoio do Grupo de Policiamento Ambiental da Brigada Militar, efetivar a fiscalização das áreas do Corredor Ecológico do Rio Taquari.

Tire suas dúvidas

O biólogo Emerson Musskopf, que participa desse projeto, responde a perguntas sobre recuperação de matas ciliares.

- O corredor integra quais municípios e quantos quilômetros?

Integram o projeto os municípios de Estrela, Lajeado, Colinas, Bom Retiro do Sul, Taquari, Cruzeiro do Sul, Venâncio Aires, General Câmara, Encantado, Roca Sales, Muçum e Santa Tereza, numa extensão de mais de 180 quilômetros do rio, gerando ações em cerca de 375 quilômetros de margens fluviais.

- Quantos proprietários de áreas ribeirinhas já firmaram compromisso para recuperação do corredor?
Foram 1.775 vistorias realizadas em áreas ribeirinhas e encaminhadas ao Ministério Público, 1.358 Termos de Ajustamento de Conduta (TAC), 142 mil mudas acertadas para plantio por termos de ajustamento até o fim do inverno de 2012, numa área total de 218,7 hectares de área que será recuperada. Das mais de 142 mil mudas, cerca de 80 mil foram introduzidas na área ciliar.

- Como ocorre o processo de recuperação do corredor?
O corredor vem sendo implantado dentro do planejado. O projeto foi elaborado pensando a longo prazo, planejando sua implementação num período de cerca de 15 anos, com, no mínimo, mais dez de monitoramento. Além do plantio de árvores estão planejadas ações, como obras de contenção de taludes, instalação de estações de tratamento de efluentes e outros.

- Que tipo de árvore se recomenda para a margem dos rios?
Apenas plantas de pequeno porte, com intenso arraigamento e que, naturalmente, ocorrem nessas áreas ciliares como os sarandis, caleandras, mata- olho, camboim e salseiro, entre outras encontradas nas margens conservadas do Taquari. Em muitos casos, se faz necessário primeiro cortar árvores que caracterizem espécies inadequadas para o local.

- Por que é importante ter mata às margens do rio?
A mata ciliar contribui para estabilizar as áreas críticas, pelo desenvolvimento e manutenção de um emaranhado de raízes; atua como tampão e filtro entre os terrenos mais altos e o ecossistema aquático, participando do controle do ciclo de nutrientes na bacia hidrográfica. Essas áreas atuam na diminuição e filtragem do escoamento superficial, impedindo ou dificultando o carreamento de sedimentos para o ambiente aquático, contribuindo para a manutenção da qualidade da água.

- A mata ciliar também contribui para a alimentação de peixes?
A mata ciliar promove a integração com a superfície da água, proporcionando cobertura e alimentação para peixes e outros componentes da fauna aquática. Por meio das copas de suas árvores, interceptam e absorvem a radiação solar, contribuindo para a estabilidade térmica dos pequenos cursos d’água.

Cíntia Marchi
cintia@informativo.com.br

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Árvore-lixo: É essa “obra de arte” que você quer para o futuro?

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Pode até parecer imitação de ficção futurista, mas o Meio Ambiente na Escola apenas quis provocar uma reflexão sobre que planeta haverá para as próximas gerações. O projeto ousou e promoveu, no fim de agosto, uma ação com alunos da Escola Estadual Erico Verissimo, de Lajeado. Uma turma de Ensino Médio foi convidada a construir uma árvore. Mas não uma árvore semelhante às outras. Toda ela foi erguida com lixo catado no entorno da instituição de ensino, no Bairro São Cristóvão.

A planta metálica ganhou forma com o uso de ferro, plásticos, lata, papel, balde, pantufa, isopor, borracha. Todos os elementos se transformaram em “folhas” e “flores” naquela estrutura sem vida. Bastaram poucas quadras para recolher todo esse lixo que poluía o ambiente vivo. E as garrafas, chinelos, embalagem de cigarro, copos foram parar nos galhos de sucata. Ao final da ação, o Projeto Meio Ambiente na Escola deseja saber: é essa “obra de arte” que você quer para o futuro? As próximas gerações terão o privilégio de conhecer uma mata nativa, de tirar fruto de árvores enraizadas na terra, de pendurar balanço nos galhos verdes, de montar um piquenique sob a sombra? A árvore-lixo ficará exposta no saguão da escola pelo menos até o dia 21, Dia da Árvore.

ode até parecer imitação de ficção futurista, mas o Meio Ambiente na Escola apenas quis provocar uma reflexão sobre que planeta haverá para as próximas gerações. O projeto ousou e promoveu, no fim de agosto, uma ação com alunos da Escola Estadual Erico Verissimo, de Lajeado. Uma turma de Ensino Médio foi convidada a construir uma árvore. Mas não uma árvore semelhante às outras. Toda ela foi erguida com lixo catado no entorno da instituição de ensino, no Bairro São Cristóvão.A planta metálica ganhou forma com o uso de ferro, plásticos, lata, papel, balde, pantufa, isopor, borracha. Todos os elementos se transformaram em “folhas” e “flores” naquela estrutura sem vida. Bastaram poucas quadras para recolher todo esse lixo que poluía o ambiente vivo. E as garrafas, chinelos, embalagem de cigarro, copos foram parar nos galhos de sucata. Ao final da ação, o Projeto Meio Ambiente na Escola deseja saber: é essa “obra de arte” que você quer para o futuro? As próximas gerações terão o privilégio de conhecer uma mata nativa, de tirar fruto de árvores enraizadas na terra, de pendurar balanço nos galhos verdes, de montar um piquenique sob a sombra? A árvore-lixo ficará exposta no saguão da escola pelo menos até o dia 21, Dia da Árvore.

Cíntia Marchi
cintia@informativo.com.br

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Arborização: Que tipo de árvore combina comigo?

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Louros, castanhos, altos, baixos, magros ou gordos. Assim somos nós. As árvores são parecidas. Cor, tamanho, tipo de flor e fruto e até o momento em que as folhas caem são qualidades que diferem espécies e ajudam a enriquecer o jardim de formas, contornos e perfume. Ainda assim, é preciso um espaço específico para cada planta. Quem dá a dica é o paisagista Ricardo Jasper. Ele, que tem o privilégio de viver em um sítio afastado da cidade, se cercou de árvores, mas diz que todo mundo pode ter uma em casa.
“Viver no meio do verde é qualidade, é bem-estar”, define Jasper. Mas para atingir essa qualidade, até a posição da casa influencia. O paisagista explica que a sombra é o “ouro” no verão, mas pode se tornar um tormento no inverno. “Isso acontece quando árvores de grande porte são plantadas em terrenos pequenos, ou muito perto de nossas casas.” Essas grandonas, com a copa enorme, que desenham na sombra do chão o formato da natureza, também atrapalham nas calçadas, quando concorrem com o calçamento, canos de água e esgoto e os fios de energia elétrica. Nesse caso, as cidades devem organizar um plano de arborização, para que o verde não se torne um problema urbano.

Um pomar em casa
Melhor do que ir ao supermercado, colher as frutas direto do pé, sem agrotóxicos ou produtos químicos é não precisar pagar por elas. Mais ou menos assim acontece com quem escolhe plantar árvores frutíferas em casa.
Só que o lado “ruim” disso é colocá-las em ambientes errados. Calçada é um deles. “A pessoa terá que aprender a conviver com gente catando frutos em frente de casa”, alerta Jasper. Segundo ele, a melhor ideia é colocar o pomar nos fundos da casa.

Árvores em todos os espaços
Quem deseja plantar uma árvore precisa vontade, um pouco de terra e conhecimento. Em Lajeado, por exemplo, tem um casal de aposentados que cultivam um pequeno pomar em um canteiro na sacada do oitavo andar.
Há quem prefira também os bonsais. Aquelas árvores em miniatura. A técnica milenar oriental transforma grandes árvores em plantas de vaso. Quem tem pouco espaço, pode fazer uma plantação miniatura, dentro do próprio quarto, na sala ou naquele cantinho de sol da área de serviço.

As árvores e os espaços
O paisagista Ricardo Jasper fez uma seleção de árvores, de acordo com o espaço que se tem em casa para plantá-las

Pequeno porte
Atingem até quatro metros de altura quando adultas
- Callistemon Imperialis (conhecida também como escova-de-garrafa)
- Estremosa
- Grevílea-anã
- Hibisco
- Manacá
- Suinã
- Violeteira
Para árvores de pequeno porte, o ideal é que o quintal tenha de 25 a 30 metros quadrados. Essas espécies também podem ser plantadas em calçadas, perto de fios de luz e rede hidráulica.

Porte médio
Crescem até oito metros de altura
- Pata-de-vaca
- Acácia-mimosa
- Ipê-amarelo-do-serrado
- Manacá-da-serra
- Quaresmeira
- Canela-de-cheiro
- Falso-pau-brasil
- Chuva-de-ouro
Essas árvores devem ser plantadas em quintais e jardins maiores. O ideal é que vivam em espaços maiores do que 50 metros quadrados. As árvores de porte médio não são indicadas para a calçada de casa.

Porte grande
Maiores do que oito metros quando adultas
- Mata nativa: angico-branco e vermelho
- Cedro;
- Pau-ferro
- Palmeiras – vários tipos: imperial, real, de leque, palmito-jussara, fênix, areca-bambo, jerivá (nativo)
- Braquiquito
- Pau-brasil
- Paineira
- Jacarandá-mimoso
- Ipê-amarelo, rosa e roxo
- Espatódia
Essas espécies são indicadas para grandes espaços. O paisagista recomenda que sejam plantadas em parques.

Rodrigo Nascimento
rodrigon@informartivo.com.br

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Aprenda como plantar uma árvore

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Primeiro: prepare uma terra “boa” para a nova árvore. Como ela será uma planta nova em um lugar diferente, é preciso que a terra seja forte para recebê-la. É muito fácil criar um adubo natural. Tudo que sobra na cozinha: cascas de ovo, frutas, verduras e até mesmo restos de comida podem ser misturados em um espaço no terreno para criar um solo fortificado. “Isso se chama compostagem. As folhas caídas de outras árvores também são misturadas e enriquecem a terra”, ensina Neusa.

Segundo: ao escolher a árvore, retire o saquinho que envolve a planta. Geralmente é uma embalagem que protege a raiz e vem cheia de terra. “Não corte a raiz, retire com cuidado o saquinho para não machucar a árvore”, diz Neusa.

Terceiro: calcule o buraco pelo tamanho da raiz. Neusa diz que o certo é fazer a escavação três vezes maior do que a circunferência da muda. “Isso ajuda a ajustar a planta ao terreno.” Embaixo da muda coloque a terra tratada com o adubo natural, aquele feito com restos de alimentos, casas e folhas secas. O resto do buraco pode ser fechado com a própria terra retirada dele. Importante – não tampe o caule da árvore acima da marca deixada pela terra que ela já tem. “A árvore pode ficar sufocada e não crescer, ou até mesmo morrer.”

Quarto: depois de firmar a muda com a terra, prenda um pedacinho de madeira – que varia de tamanho de acordo com o desenvolvimento da árvore plantada. Essa estaca ajuda a dar firmeza e fazer com que o caule cresça reto. É importante manter a terra úmida, mas sem excesso. O ideal, no verão, e em época de estiagem, é regar a cada dois dias a árvore, até que ela deixe de ser uma muda e se torne uma planta maior.

Quinto: mais ou menos um ano depois de plantada, a estaca pode ser retirada. Se você vai cultivar mais que uma árvore em sua casa ou escola, cuide da distância. Cada muda deve ser plantada com 1,5m a 2m de distância umas das outras. “É importante lembrar que ela vai crescer e precisa de espaço”, completa Neusa.

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Árvore: a mãe da vida na Terra

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. O provérbio árabe diz que a parte de ter um filho, segundo a sabedoria oriental, mostra a responsabilidade e a missão do homem: transmitir e reproduzir a espécie. Escrever um livro significa transmitir o ensinamento. Já plantar árvore é garantir a preservação da natureza, da água e a vida dos filhos. Cultivar uma árvore é semear sementes de sobrevivência pela Terra. A botânica é a ciência que estuda a vida dos vegetais. Nela, o papel das árvores pode ser descrito como o termômetro regulador do clima; filtro para a redução da poluição atmosférica; melhoria do ciclo das chuvas – pois as árvores equilibram a umidade, reduzem a velocidade dos ventos, melhoram as condições do solo adubado com folhas e material que se decompõe; aumento da diversidade e quantidade da fauna nas cidades, especialmente de pássaros, e reparo das condições acústicas. Acredite, as árvores reduzem a poluição sonora. São também opção de recreação e lazer em parques, praças e jardins, e até valorizam a sua casa. Para a bióloga Cátia Viviane Gonçalves, todos sabem “o que” fazer com uma árvore quando ela vem de presente. “Lembramo-nos de folhas na calçada, manchas das flores, alergia ao pólen, tombos em razão da umidade, e acabamos não plantando.” Para cada “lembrança” negativa, a bióloga tem, no mínimo, dez motivos para cultivar árvores. “O que nós, cidadãos, precisamos nos convencer é de que precisamos parar de achar motivos para não plantar. Árvore, assim como a água, é sinônimo de vida.”

Árvore nativa, árvore exótica

Você conhece a diferença entre essas duas espécies?
- Nativas são aquelas que fazem parte da natureza do local. Já estavam plantadas antes mesmo de nós chegarmos. Elas carregam as características originais da floresta e da geografia local.
- Exóticas são as que foram plantadas em locais diferentes. Elas podem ser decorativas, frutíferas ou até mesmo para o reflorestamento.

Como funciona uma árvore

Uma árvore adulta pode absorver do solo até 250 litros de água por dia. Plantada próximo de rios, pode ajudar a reduzir a quantidade de enchentes. Com toda essa água absorvida, muitos nutrientes de matérias orgânicas, como as fezes dos animais, são levados até as raízes e transformados por meio da fotossíntese em alimento para a toda a planta.

As folhas, frutos, madeira e raízes servem de alimento para diversos seres vivos. Os animais fazem cocô, e as folhas e frutos que não serviram de alimento caem no solo. Com as folhas, frutos e fezes de volta à terra, todo o ciclo recomeça, assim garantindo a vida na natureza.

O que mais se tira da árvore

- Sombra;

- Madeira: quase tudo que possuímos em casa, tem algum tipo de madeira: até nos móveis mais modernos é usada, em parte deles, lascas das árvores. Atualmente, as empresas têm preocupação com o reflorestamento. E o consumidor consciente só deve comprar móveis e utensílios domésticos de madeira que vem de áreas reflorestadas;

- Papel: o papel que serve para imprimir jornais, livros e o caderno que você estuda vem da celulose, retirada da árvore;

- Oxigênio: quem respira, sabe da importância do ar;

- Frutas: frutas não são produzidas em laboratório. Aliás, muito delas vai para o laboratório e se transforma em refrigerante, doces e aromas. Elas chegam à sua mesa porque as árvores produziram;

- Fauna: assim como os seres humanos, incontáveis espécies animais sobrevivem das árvores. Pássaros fazem ninho, cantam e se alimentam em cima das árvores. Sem elas, muitas vidas são prejudicadas.

Rodrigo Nascimento

rodrigon@informativo.com.br

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Arborização: Entre o concreto e o verde

segunda-feira, 16 de abril de 2012

 

procura por explicações sobre como plantar árvores e a forma de construir canteiros na área urbana é tanta que, em Lajeado, a saída foi a implantação do Plano Municipal de Arborização Urbana. “Tarefa que não foi fácil, e após cerca de um ano de discussões, chegou-se ao final do trabalho que constitui o plano que traça as diretrizes a serem seguidas por qualquer cidadão de forma prática e objetiva”, comenta a secretária de Meio Ambiente, Simone Schneider.O documento começou a ser elaborado por meio de uma câmara técnica, formada pela parceria entre o Conselho Municipal de Meio Ambiente e a Secretaria de Meio Ambiente.

São 300 áreas verdes institucionais distribuídas pela cidade. Mas na área de maior circulação do Centro, impera concreto. A falta de arborização é lembrada no verão, quando a falta de um refúgio para o sol castiga quem transita nas principais ruas de comércio. A secretária considera que as árvores estão bem distribuídas, mas o Centro ainda preocupa. “Precisa haver uma mudança de cultura”, diz Simone. Se de um lado as árvores são praticamente nulas, por outro, a falta de planejamento ao plantá-las também provoca prejuízos.

Quando a cidade começou a ser urbanizada, não havia planejamento arbóreo. Dessa forma, existem muitas antigas plantadas inadequadamente que, em razão do porte, provocam danos à fiação elétrica, por exemplo. “Isso faz com que tenhamos problemas nas calçadas e com podas drásticas”, cita a secretária.

A alternativa para solucionar este tipo de problema é, a médio prazo, inventariar as espécies que apresentam problemas mais significativos e substituí-las por outras mais adequadas. “Mas a curto prazo, já está se trabalhando com os empreendedores de novos loteamentos, por exemplo, que a arborização das calçadas seja aprovada pela secretaria, para que possamos evitar problemas futuros.”

A flora condensada na cidade

Os parques e áreas verdes nas cidades cumprem um papel fundamental nos centros urbanos. As áreas verdes se constituem em espaços públicos com algum tipo de vegetação dentro do perímetro urbano.

Neste conjunto, são englobadas praças, jardins públicos e parques urbanos, que cumprem funções estéticas, ecológicas e de lazer. “Arborização urbana não é feita somente de árvores nas calçadas”, defende Simone.

Plano Diretor

O Plano de Arborização está em vigor desde 7 de junho de 2010. Segundo a secretária de Meio Ambiente, Simone Schneider, o documento considera o princípio do desenvolvimento sustentável, da precaução, a importância da arborização urbana para a qualidade de vida da população, a contribuição da arborização urbana para amenizar os efeitos da alta temperatura nas cidades e propiciar um ambiente visualmente agradável aos habitantes e visitantes. O plano encontra-se disponível no site da Prefeitura de Lajeado, no www.lajeado.rs.gov.br

Susana Leite
susana@informativo.com.br

 

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