Arquivo da Categoria ‘Notícias 2015’

Repelente natural contra o mosquito da dengue é cultivado e doado no Paraná

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

O mosquito Aedes Aegypti, nas últimas semanas, tornou-se o centro das discussões novamente em todo o território nacional. O motivo é o aumento exponencial de casos de microcefalia, que compromete o desenvolvimento físico e mental de bebês. O vírus causador da anomalia é transmitido pelo mosquito, que também é o causador da dengue, febre amarela e chikungunya. Em Apucarana, na região Norte do Paraná, além de cuidar da limpeza dos quintais, moradores têm apostado em uma alternativa natural para espantar o mosquito cultivando em citronela e crotalária. A distribuição das mudas das plantas faz parte do projeto “Dengue Controle Natural, da Prefeitura de Apucarana.

Estudos apontam que a citronela mantém o Aedes Aegypti afastado numa área de 50 metros quadrados. Já a crotalária atrai a libélula, predador natural do mosquito. Desde dezembro de 2013, início do projeto, cerca de cinco mil mudas de citronela foram doadas gratuitamente para moradores da cidade. Além da planta, a Secretaria de Agricultura também disponibiliza sementes de crotalária, que são entregues junto com a citronela.

A apucaranense Vanda Oliviak Servilha, 55 anos, adotou a proposta em abril do ano passado, mês que seu jardim ganhou uma muda de citronela. De lá para cá, a aposentada e o marido, o pedreiro Adísio Servilha, avalia que a presença de mosquitos diminuiu. “Resolvemos plantar a citronela com medo da dengue e percebemos que o número de mosquitos caiu”, avalia Vanda com o aval do marido.

Além de ter a planta no quintal, eles também já distribuíram mudas para vizinhos, amigos e parentes. Vanda e Adísio, que moram próximo ao Lago Jaboti, revelam que com o aparecimento do Zika vírus, vão reforçar o arsenal natural de combate ao mosquito. “Vamos plantar também a crotalária”, garante Adísio. Tanto a crotalária quanto a citronela foram doadas pela Secretaria da Agricultura de Apucarana.

Na última semana, Vanda pegou mais duas mudas de citronela. “Vou entregar para duas amigas de Borrazópolis que me pediram”, revela. A auxiliar de serviços gerais, Ana Cláudia Almeida da Cruz, 41, também plantou a citronela em seu quintal e garante que há quase um ano não tem mais que se preocupar com mosquitos em seu quintal e em casa. “Com a citronela, eu faço um repelente natural e borrifo de vez em quando dentro de casa. Depois que plantei, não apareceu mais mosquito”, mosquito. A fórmula do repelente, Ana Cláudia aprendeu com os técnicos da Secretária de Agricultura de Apucarana. “Quando fui pegar a muda, eles me ensinaram a fazer. É só cortar as folhas e deixar curtir alguns dias no álcool”, revela. Além do repelente natural, ela frisa que não descuida da limpeza do quintal. “Todo mundo tem que fazer a sua parte”, observa.

Outro detalhe é que Ana Cláudia também já repassou mudas de citronela para frente. “Até meu cunhado de São Paulo já levou uma mudinha”, conta. Outra apucaranense que também percebeu os resultados das plantas é a aposentada Maria Rodrigues Cândido, 65, moradora do distrito de Pirapó. “Não vejo mais mosquito voando por aqui”, assegura. No quintal, ela tem citronela e crotalária, que já renderam mudas para vizinhos e familiares. Já a dona de casa Maria Inês Andreassi da Silva, e a filha, a estudante Viviane Sabino, conheceram as plantas por acaso. Elas estavam passando pela Praça Rui Barbosa, na última semana, quando ficaram sabendo dos benefícios da planta, através do estande da Secretaria de Agricultura. “Pelo que explicaram, parece que funciona. Eu vou levar e plantar no meu quintal. O meu quintal é limpo, mas o mosquito não respeita muros, por isso, a gente tem que se cuidar de todas as maneiras”, sublinha.

Fonte: noticias.uol.com.br

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Feliz Natal e Próspero Ano Novo!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

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Artista retrata tragédia de MG com presépio de lama: ‘Tempo de reflexão’

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Obra sobre Mariana faz parte de exposição em museu de Jundiaí (SP).
‘Intenção é fazer pensar em como será o Natal dessas vítimas’, diz escultor.

Representar uma tragédia por meio da arte nem sempre é uma tarefa fácil, mas a obra de um artista plástico de Jundiaí (SP) está chamando a atenção na tradicional exposição de presépios, realizada no museu Solar do Barão. O presépio montado por Alex Roch mostra a Sagrada Família coberta e cercada de lama, fazendo referência ao rompimento da barragem de rejeitos que destruiu o distrito de Mariana (MG) em 5 de novembro. “Quis fazer algo que lembrasse a tragédia de Mariana porque Natal é tempo de reflexão. Tem que ter muita fé para superar o que houve lá porque tudo foi destruído”, diz o artista.

Segundo Alex, o presépio tem um metro de comprimento por um metro de largura e, para representar a lama, foi utilizado um material específico de forno de cerâmica, produzido na região onde houve o desastre. Além disso, Alex também colocou pedras, pedaços de tijolos e galhos para representar a devastação, entre outros materiais de demolição.

“Coloquei só a Sagrada Família para mostrar que tudo ficou debaixo da lama. Não há mais nada onde deveriam estar os três reis magos, os animais e todo o resto. A intenção é fazer as pessoas pensarem em como será o Natal dessas vítimas e incentivar que continuem arrecadando doações para o povo de lá”, explica Alex.

Para ambientar a obra, o público ainda pode conferir fotos reais de Mariana depois da enxurrada de lama. O projeto contou com a colaboração da artista digital Renata Rossi.

Comoção
Alex conta que na inauguração da mostra, no dia  1° de dezembro, o “presépio de lama” causou comoção nos visitantes. “Teve um bom impacto. Percebi muita comoção, principalmente quando eu explicava sobre ela. As pessoas ficavam entristecidas e queriam conversar a respeito. Também recebi muitas mensagens nas redes sociais. É tempo de reflexão, então se as pessoas realmente refletiram, meu objetivo foi atingido”, acrescenta.

Segundo o artista, o protesto artístico também teve como objetivo passar uma segunda mensagem. “Quis abordar também a questão da responsabilidade civil. O brasileiro tem o hábito de ignorar, não prestar atenção no que está fazendo com o meio ambiente; até o problema chegar na sua porta”, reflete.

‘Lágrimas francesas’
Outro presépio em exposição, também construído por Alex, faz referência à série de ataques em Paris, na França, onde mais de 100 pessoas morreram. “Foi a segunda grande tragédia registrada no fim deste ano. Esta obra se chama ‘Lágrimas Francesas’. Quis fazer um [presépio] sobre este caso também porque ambas as tragédias foram macantes”, afirma.

Nesta obra, o artista utilizou um cobertor azul para fazer a “moldura” do presépio. Também foram colocados 20 quilos de sal grosso no chão, representando as lágrimas. Já as peças integrantes do presépio estão caracterizadas em vermelho. As cores simbolizam a bandeira da França.

A exposição em Jundiaí conta com 154 presépios de 34 expositores diferentes e pode ser visitada até 6 de janeiro no museu Solar do Barão.

Fonte: g1.globo.com

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Moradores ignoram alerta grave de poluição e circulam nas ruas de Pequim

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Uma camada de ar úmido e parado está causando poluição atmosférica que deve encobrir Pequim durante pelo menos três dias e provocou o primeiro “alerta vermelho” por poluição na cidade, apesar de muitos residentes terem ignorado nesta terça-feira (8) os avisos para limitar a permanência ao ar livre.

No início da manhã, centenas de pessoas, incluindo crianças, se concentravam na Praça Tiananmen para assistir à cerimônia de hasteamento da bandeira. A rádio estatal disse que algumas pessoas estavam ignorando as restrições de uso de veículos, mas o trânsito estava visivelmente mais calmo.

O ministro do Meio Ambiente, Chen Jining, convocou uma reunião especial na segunda-feira à noite para pedir mais supervisão em Pequim e cidades vizinhas, incluindo Tianjin, e aumentou o número de equipes de inspeção ambiental para 12, de acordo com o ThePaper.cn, um site de notícias apoiado pelo Estado.

Embora a poluição atmosférica seja motivo permanente de preocupação das autoridades da saúde pública em Pequim, o sistema de resposta do governo foi reforçado na semana passada, após ter sido alvo de fortes críticas por não emitir um alerta vermelho durante um episódio de poluição atmosférica pesada, que excedeu os níveis perigosos.

“Essa medida mostra que o governo ao menos tem a coragem de enfrentar esse problema”, disse Ma Jun, diretor do Instituto de Assuntos Públicos e Ambientais, uma ONG ambientalista chinesa, referindo-se ao alerta vermelho.

“Antes, eles de certo modo relutavam em reconhecer o problema. Agora há uma disposição para enfrentar esse problema diretamente.”

Pesquisadores chineses identificaram a poluição como uma importante fonte de instabilidade em todo o país. O Greenpeace definiu o alerta vermelho como “um sinal bem-vindo de uma atitude diferente por parte do governo de Pequim”.

Em um comunicado, Bernhard Schwartlander, representante da Organização Mundial de Saúde (OMS) na China, disse que o alerta vermelho “significa, em primeiro lugar, que as autoridades de Pequim estão levando muito a sério a qualidade do ar e os problemas de saúde relacionados”.

O órgão encarregado de emergências de Pequim informou que “o ar parado, as temperaturas frias em queda e o aumento na umidade” levaram ao alerta vermelho, de acordo com a agência de notícias Xinhua.

Um alerta vermelho significa que 30 por cento dos veículos serão retirados das vias, veículos pesados são proibidos de circular, a maioria das escolas é aconselhada a cancelar as aulas, as empresas são orientadas a implementar horários de trabalho flexíveis e todas as “atividades ao ar livre e em larga escala” deveriam ser interrompidas. As medidas permanecerão em vigor até o meio-dia de quinta-feira. (Reportagem adicional de Ben Blanchard).

Fonte: noticias.uol.com.br

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ADIDAS LANÇA TÊNIS FEITO 100% COM PLÁSTICOS RETIRADOS DO OCEANO

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Depois dessa coleção de roupas feitas por Pharrell Williams e G-Star fazerem sucesso, eis que a indústria da moda começou a levar mais a sério a ideia de reaproveitar materiais recicláveis, ao invés de ter como fim o lixo. Pensando nisso, a Adidas acaba de lançar um novo protótipo de um tênis feito inteiramente com plásticos retirados do oceano em parceria com a Parley for the Oceans, uma ONG que sincroniza a economia atual com o ecossistema da natureza.

Além de proteger os oceanos, a Parley faz com que a proteção ambiental seja lucrativa para grandes empresas ao mesmo tempo em que combate o desperdício. Para sua fabricação, os plásticos foram retirados de uma expedição de 110 dias ao longo da costa oeste da África. Parte do material recolhido vem de redes utilizadas por pescadores ilegais, que poluem o mar e podem matar diversas vidas marinhas. Algumas destas redes foram confiscadas por ativistas ambientais da Sea Shepherd.

Absolutamente todas as partes utilizadas para criar o modelo chamado Primeknit são recicláveis, como fibras, fios, filamentos. O Primeknit é tricotado e isso gera resíduos zero em comparação com o processo de corte necessário para a maioria dos outros tênis.

O objetivo maior do programa é trabalhar novas tecnologias para mudar o status do consumo de plástico no mundo. A marca está em fase de adaptar o material para eventualmente começar a incluí-lo em outros produtos. “Nós não queremos nos limitar”, diz Eric Lietke, membro do conselho executivo de marcas globais da Adidas. “Nós podemos colocar isso em T-shirts, shorts, em todos os tipos de coisas.”

“O plástico não pertence à natureza, ele não merece estar na barriga de um peixe. A solução final é cortar este fluxo contínuo de algo que não se acaba facilmente, é reinventar-se. Por enquanto, nós fazemos o que podemos. Isso significa que estamos realizando uma pequena limpeza no mar no momento. Cada pedaço de plástico que recolhemos, cada peça única, pode salvar um pássaro, uma tartaruga, mesmo uma baleia.” – diz Eric. Confira detalhes:

Apesar da Adidas ter sido acusada pelo Greenpeace de pesada poluição ambiental, isso pode representar um passo na direção certa. Se a ideia for aplicada em larga escala, quem sabe o parâmetro atual dentro da empresa começa a mudar? O Primeknit tem previsão de ser lançado no final de 2015.

Fonte: followthecolours.com.br

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Óleo de navio que afundou com 5.000 bois se espalha e interdita praia no PA

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Uma mancha de cerca de 4 km causada pelo derrame de óleo diesel do navio cargueiro Haidar, de bandeira libanesa, que tombou e afundou no cais do porto de Vila do Conde, em Barcarena, nordeste do Pará, interditou a praia do Conde por tempo indeterminado.

A medida foi tomada nesta quarta-feira (7) por autoridades ambientais depois que constataram óleo na beira da praia.

O cargueiro Haidar estava carregado com 5.000 cabeças de gado, que seriam levadas para o abate na Venezuela, quando começou a tombar e, cerca de duas horas depois, naufragou matando milhares de bois.

Algumas embarcações ajudaram no resgate de animais que saíram pela lateral do navio, mas a maioria morreu afogada dentro do compartimento de carga do navio. A carga pertencia à empresa Minerva Foods.

Horas depois do acidente, animais que morreram afogados começaram a boiar no mar e foram trazidos pela maré para a praia. Moradores de Barcarena aproveitaram para retalhar os animais mortos na beira-mar e dividir a carne para consumo.

Devido ao risco sanitário que a carne possui por não ter certificação sanitária e ainda estar em putrefação, o Estado montou um centro de crise para apreender as carnes furtadas e recolher os animais mortos para serem incinerados.

Segundo a Companhia Docas do Pará, responsável pela administração do porto de Vila do Conde, o navio estava carregado com 700 toneladas de óleo diesel e, logo depois do acidente, o combustível que vazou começou a aparecer no mar.

O governo do Pará informou que equipes técnicas conseguiram conter o vazamento no navio na tarde desta quarta-feira. Cordões de isolamento com boias estão sendo usados emergencialmente para conter a mancha no mar.

Segundo o Estado, a empresa responsável pela embarcação já contratou especialistas para elaborar um plano de ação para diminuir os impactos ambientais causados pelo acidente.

As empresas vão apresentar o plano aos órgãos ambientais informando como será feito o trabalho de contenção da mancha, a retirada dos corpos dos animais que estão dentro do navio e a destinação de outros resíduos.

A Companhia Docas do Pará informou a estimativa é de que os trabalhos durem cerca de 40 dias e os custos chegam a R$ 200 mil por dia.

Fonte: Aliny Gama
Colaboração do UOL, em Maceió

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Parques da Vida!

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Reunião em Westfalia reúne diário O Informativo do Vale, através de seu projeto Meio Ambiente na Escola, com Prefeito Sérgio Marasca e Secretários para tratar da criação de um Parque da Vida no município.

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Dia do Biólogo!

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

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Nossa Capa de Agosto!

terça-feira, 18 de agosto de 2015

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Nossa capa de julho!

segunda-feira, 13 de julho de 2015

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