Arquivo da Categoria ‘Notícias 2014’

Oceanos estão impregnados com 269 mil toneladas de plásticos

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Ao menos 269 mil toneladas de detritos plásticos flutuam na superfície dos oceanos do mundo, estimou uma equipe internacional de pesquisadores em um estudo publicado nesta quarta-feira no periódico PLOS ONE.

A contaminação por micro-plásticos está presente em diferentes concentrações em todos os oceanos do planeta, mas os dados são insuficientes para diferenciar com precisão o peso total dos micro e macro plásticos que flutuam nas superfícies, indica o estudo.

Para fazer a estimativa, especialistas de cinco países usaram dados recolhidos em 24 expedições realizadas entre 2007 e 2013 nos cinco principais giros subtropicais, as costas australianas, a baía de Bengala e o Mediterrâneo.

Os dados, referentes a micro-plásticos recuperados com redes e aos detritos de plástico observados em campo, foram utilizados para calibrar um modelo informático da repartição deste lixo nos oceanos.

Assim, os pesquisadores estabeleceram em pelo menos 5,25 bilhões o número de partículas de plástico nos oceanos, que pesariam cerca de 269 mil toneladas.

Os grandes pedaços de plástico parecem estar mais perto das costas e reduzem de tamanho quando estão próximos aos cinco grandes giros oceânicos.

Os autores do estudo constataram, com surpresa, que os micro-plásticos estão longe das zonas habitadas, como nas subpolares. Isto poderia sugerir que os vórtices das correntes funcionam como trituradores dos grandes pedaços de detritos, expulsando as partículas pequenas dos oceanos.

“Os cinco giros subtropicais em que se acumulam os detritos plásticos não são o destino final, sim os micro-plásticos resultantes que interagem com todo o ecossistema oceânico”, explicou Marcus Eriksen, diretor da pesquisa no Instituto 5 Gyres, da Califórnia.

Fonte: noticias.ambientebrasil.com.br

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EUA apontam que 2014 pode ser o ano mais quente já registrado

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Este ano pode superar 2010 como o mais quente desde que as medições começaram a ser feitas no século 19, um sinal de que o aquecimento global de longo prazo está sendo alimentado pelas emissões crescentes de gases de efeito estufa, alertaram cientistas.

O período entre janeiro e outubro de 2014 já está entre os mais quentes já registrados, e um final de ano quente pode facilmente colocar 2014 no topo da lista, de acordo com dados dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha.

Os céticos que duvidam da necessidade de substituir os combustíveis fósseis para impedir que o clima da Terra se aqueça enfatizam que as temperaturas médias do mundo não aumentaram muito desde 1998, apesar do aumento na liberação de gases de efeito estufa.

Mas o ranking final de 2014, que deve sair no ano que vem, pode influenciar as percepções do público e do empresariado sobre a gravidade da mudança climática. Quase 200 governos devem assinar um acordo da Organização das Nações Unidas (ONU) para combater o aquecimento global em Paris em dezembro do próximo ano.

“É muito provável que 2014 seja o ano mais quente”, declarou Tim Osborn, professor da Unidade de Pesquisa Climática da Universidade de East Anglia, à Reuters, dizendo que as emissões de gases de efeito estufa geradas pelo homem tendem a aumentar as temperaturas.

Ele afirmou haver muitas incertezas sobre a posição de 2014 no ranking por causa das variações naturais nas temperaturas no final do ano. Além disso, uma grande erupção vulcânica poderia espalhar cinzas a ponto de enfraquecer a luz solar, resfriando o planeta.

A Organização Meteorológica Mundial (OMM), uma agência da ONU, irá publicar um ranking preliminar para 2014 no dia 3 de dezembro, durante as conversas anuais da ONU no Peru que irão preparar o acordo de Paris.

As promessas de ação da China, dos EUA e da União Europeia tornaram um acordo global mais factível, mas qualquer pacto provavelmente será tímido demais para deter a elevação das temperaturas, apesar dos alertas recentes da comunidade científica a respeito de tempestades poderosas, inundações, desertificação e do aumento no nível dos mares.

Das três fontes de dados da OMM, a Agência Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) coloca o período janeiro-outubro de 2014 como o mais quente já registrado, a Agência Espacial dos EUA (NASA, na sigla em inglês) como o segundo mais quente e o Escritório Britânico de Meteorologia e a Universidade de East Anglia como o terceiro mais quente.

Apesar de uma diminuição no ritmo do aquecimento desde 1998, a OMM afirma que 13 dos 14 anos mais quentes de que se tem notícia ocorreram neste século.

Fonte: Terra

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Colégio Madre Bárbara em Primeiro lugar na ação Óleo na Copa

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Lajeado – Com a colaboração de toda a comunidade escolar, o Colégio Madre Bárbara foi premiado o vencedor da Campanha Óleo na Copa do caderno Meio Ambiente na Escola, realizado pelo Jornal O Informativo do Vale. A cerimônia de encerramento ocorreu no miniauditório da instituição, na manhã dessa terça-feira (25). O evento contou com a presença de autoridades do município, apoiadores do projeto, representantes de escolas, alunos e professores.

Os alunos do Madre Bárbara coletaram 4.333 litros de óleo de cozinha, somado a um total de 16 mil litros divididos em 28 escolas do Vale do Taquari. Na premiação, o CMB recebeu um notebook, uma impressora e uma quantia em dinheiro.

A diretora Maria Elena Jacques acredita que tudo se conquista com sucesso, quando existe um trabalho de equipe. A coordenadora pedagógica Simone Elisa Faleiro sugeriu uma estratégia para trabalharem o coletivo, tendo como sugestão inserir o Grêmio Estudantil da escola (GEMBAR) na Campanha. “Foi então que tomamos força, engajando toda a escola, que distribuiu as tarefas para alcançarmos a conquista.”

A diretora também agradece os professores, equipe diretiva e alunos que auxiliaram, assim como as funcionárias Gemanir Dalmago e Nivia Vicenzi que ficaram responsáveis pelo recebimento dos relatórios e encaminhamentos. “Agradeço todos que se envolveram e acreditaram no objetivo deste grande projeto”, diz a diretora.

O Realizador da Campanha

A gerente de mercado da Rede Vale de Comunicação e coordenadora do projeto Meio Ambiente na Escola, Miriam Destefani conta que o caderno teve início em 1999 com a intenção de contribuir na formação de uma consciência ambiental na comunidade e região. “O projeto sempre foi além do impresso com ações que envolveram as pessoas.”

Para Miriam, o Madre Bárbara tem sido exemplo de participação e condução dos alunos, além da motivação que existe dentro da escola, fazendo com que incorporem as ações no modo de vida deles.” Isso é formar bons cidadãos. Ensinando os valores desde a juventude, com certeza teremos um ótimo futuro.”

Próxima ação

Para 2015 a ação não será competitiva. Nomeada como “Parque da Vida”, onde cada pai e mãe poderão plantar árvore dos filhos, Miriam afirma que as escolas poderão continuar auxiliando na busca por um espaço para plantio, pensando no efeito futuro que causará à comunidade. “Se a cada bebê recém-nascido for plantada uma árvore, quando ele crescer teremos uma raiz forte com crianças amando a natureza desde pequenos.”

Crédito: Renata Leal – Assessoria de imprensa Colégio Madre Bárbara





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NOSSA CAPA DE NOVEMBRO

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

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Países debatem no Brasil o planejamento do espaço marinho

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Começou na manhã desta quinta-feira (06) o Seminário Internacional: Planejamento Integrado do Espaço Marinho, realizado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

O encontro, parte da Jornada de Gerenciamento Costeiro, promove a troca de experiências entre alguns países que já estão atuando nessa área: Noruega, Suécia, Portugal, Estados Unidos, Uruguai, México, Alemanha, Canadá – por meio da Convenção da Diversidade Biológica (CDB), e Brasil.

“Teremos um cardápio bastante diversificado de experiências em diferentes níveis, diferentes profundidades, em diferentes condições ambientais”, destacou o secretário de recursos Hídricos e Ambiente Urbano do MMA, Ney Maranhão.

Ney Maranhão enfatizou a importância desse evento para o Brasil, que se propôs debater o assunto e pretende tornar o planejamento espacial marinho uma realidade nacional. Para o secretário, conhecer as experiências de sucessos e insucessos de outros países e avaliar a realidade brasileira comparando com outras “é o primeiro passo para uma correta tomada de decisão, um planejamento de longo prazo, para identificar prioridades e não incidir em equívocos evitáveis”.

O encontro também é muito importante para a integração dos diversos órgãos nacionais envolvidos no planejamento do espaço marinho.

Sem fronteiras – A dinâmica das águas no oceano torna impossível a limitação de territórios dentro do espaço marinho. É um meio fluido, líquido, que não conhece barreiras. Qualquer evento marinho pode se espalhar pela mudança das correntes, mudança da maré ou dos ventos. Isso exige um cuidado ainda maior.

O uso compartilhado do ambiente marinho de forma planejada e organizada é um grande desafio para o Estado brasileiro. Além de lidar com as dimensões do território nacional, este processo de planejamento pressupõe o envolvimento e participação dos diferentes setores atuantes nas áreas costeiras e marinhas para se garantir uma forma continuada de sustentabilidade desses ambientes.

Fonte: Ministério do Meio Ambiente

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Vale em destaque

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

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Uso racional vem antes do racionamento

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Vivenciar a mais significativa crise de abastecimento de água no Brasil traz muita reflexão. Conscientes de estarmos lidando com um recurso que é naturalmente escasso, a pauta é muito clara: o que fizemos até aqui para o uso racional da água?

Com a estiagem, a fragilidade do sistema de abastecimento e a iminência do racionamento, é fundamental contribuir para amenizar a questão. É preciso avançar nas ações. Somando-se às obras estruturais e às campanhas públicas de conscientização, a agenda da indústria tem tido bons resultados com medidas de captação da água da chuva, racionamento e reuso.

Em larga escala, a indústria de eletrodomésticos tem um papel relevante para esse uso racional. Com vultosos investimentos em pesquisa e desenvolvimento, tem criado, por meio de inovação, novos processos, soluções e produtos com potencial de redução efetiva de consumo. Mas a ampliação do uso sustentável da água depende de um projeto conjunto entre indústria, governo e sociedade.

A Organização das Nações Unidas estabelece 110 litros de água per capita para o consumo e higiene diários. No entanto, estima-se que o brasileiro consuma 250 litros. Neste cenário, economia deveria ser palavra de ordem. Estamos falando de um processo que depende da mudança de hábito da população para evitar o desperdício. Em um país onde é comum as pessoas lavarem calçadas e carros com água pura, é gritante a necessidade de educação.

Na Grande São Paulo, por exemplo, o Governo se mobilizou para promover a mudança de hábito da população. Por meio de uma campanha de incentivo, a SABESP, companhia de abastecimento local, passou a oferecer 30% de desconto nas contas que reduzirem o consumo. 79% dos consumidores conseguiu uma redução de pelo menos 20%. É uma iniciativa que pode ser seguida por outros estados.

Em outra experiência, as indústrias Reckitt Benckiser e Whirlpool, em parceria com a Companhia Catarinense de Água e Saneamento, promoveu um desafio para 50 famílias em Florianópolis. Em apenas três meses, elas economizaram 414 mil litros de água – o equivalente a 42 caminhões-pipa, a partir de uma simples mudança de rotina: lavar a louça em um eletrodoméstico ao invés de lavar à mão. Nesta campanha de mobilização, a água economizada é suficiente para suprir o consumo dos participantes por dois anos e meio.
Ao que parece, a conscientização e a educação da sociedade são caminhos viáveis para desenharmos um futuro mais otimista.

Fonte: Armando E. do Valle Junior, Vice-Presidente de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Whilrpool Latin America.

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NOSSA CAPA DE OUTUBRO

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Confira nesta edição os ganhadores da ação Óleo na Copa

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Ilhas de plástico matam 1,5 milhão de animais por ano, diz especialista

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Cerca de 1,5 milhão de aves, peixes, baleias e tartarugas morrem ao ano por causa de dejetos plásticos no mar. E o problema pode se agravar: segundo estudos científicos divulgados em Quito, cinco “ilhas” desses resíduos flutuam nos oceanos Pacífico, Atlântico e Índico.

“A cada ano, os plásticos (no mar) matam 1,5 milhão de animais”, afirmou Laurence Maurice, do Instituto de Pesquisas para o Desenvolvimento (IRD) francês. “No Pacífico Norte, 30% dos peixes ingeriram plástico em seu ciclo de vida”, acrescentou.

Durante a Semana da Água, organizada pela embaixada francesa em Quito, Maurice, que é diretora mundial de pesquisas do IRD, apresentou estudos recentes sobre o que chama de “o sétimo continente”: massas não compactas de dejetos plásticos que estão à deriva nos três principais oceanos.

“A (ilha de dejetos) do Pacífico é a maior. As outras são um pouco menores”, disse Maurice, em entrevista à AFP.

Por volta de 1997, essa massa de resíduos foi avistada pela primeira vez no Pacífico Norte, entre a costa californiana e o Havaí. Desde então, triplicou seu tamanho e, agora, ocupa uma superfície de 3,5 milhões de km². Esta ilha cresce, aproximadamente, “80.000 km2 por ano”, alertou essa doutora em Hidrogeoquímica Ambiental.

Um artigo publicado em 2012 por especialistas da Universidade da Califórnia na revista “Biology Letters”, da sociedade de pesquisas britânica Royal Society, já advertia que esses resíduos de microplásticos – partículas menores a cinco milímetros – formavam uma “sopa mortal” para o ecossistema marinho.

Expedições científicas encontraram esses dejetos a até 1.500 metros de profundidade no mar.

Albatrozes que comem tampas de garrafa Maurice explicou que essas massas flutuantes não chegam à costa, pois as correntes marinhas as arrastaram para o centro de redemoinhos gigantes, onde a água é “como um lago”.

Uma garrafa d’água pode levar vários meses para chegar a esses redemoinhos. “O que acontece é que, no final, não vai se degradar, porque a ação das bactérias e dos fungos não ataca o plástico”, afirmou a especialista, acrescentando que 80% do plástico que está no mar é polietileno, o material do qual esses recipientes são feitos.

Durante a conferência em Quito, Maurice disse que as espécies marinhas confundem os resíduos plásticos com comida e morrem, ao ingeri-los.

“Encontraram no estômago de uma baleia cachalote peças de estufas para cultivo de tomate que foram destruídas por uma tempestade e entraram no mar”, contou a pesquisadora, acrescentando que do animal foram extraídos 20 quilos de plástico.

Aves marinhas como os albatrozes também acreditam que os restos plásticos que flutuam no mar são alimento.

“Os pais dessas aves estão dando pequenos pedacinhos de plástico a seus bebês (…) Um jovem albatroz foi encontrado morto com o estômago cheio de plástico, porque os pais estão confundindo comida com tampas de garrafa”, comentou a especialista.

Em 2011, a Sociedade para a Conservação dos Golfinhos e das Baleias (WDCS, na sigla em inglês) destacou que os resíduos plásticos constituem uma ameaça mortal para golfinhos e baleias, porque eles ingerem, ou se enrolam nesse material.

Fonte: noticias.uol.com.br

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Ministra do Meio Ambiente é contra prorrogação dos lixões

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Brasília – A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse nesta quarta-feira (15) que o governo federal não concorda em prorrogar o prazo, que terminou em 2 agosto deste ano, para que os municípios fechem os lixões. A Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira (14) o texto da Medida Provisória (MP) 651/14 ampliando o prazo até 2018. A proposta segue para o Senado.

A erradicação dos lixões e instalação de aterros sanitários para destinação adequada dos resíduos sólidos são metas prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos, sancionada em 2010. Na MP aprovada na Câmara, estados e municípios também ganharam prazo até 2016 para elaborar os planos estaduais e municipais de resíduos sólidos. Esse prazo venceu em 2012. Os planos são requisitos para que estados e municípios recebam dinheiro do governo federal para investir no setor.

Uma das alternativas para as cidades que não cumpriram a meta é assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público, que fiscaliza a execução da lei. Os gestores municipais que não se adequaram à política, poderão responder por ação civil pública, por improbidade administrativa e crime ambiental.

Fonte: Agência Brasil

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