Novo morador do zoo é um gato-do-mato órfão

21 de março de 2017
O Gramadozoo, em Gramado (RS) recebeu novos moradores neste mês de março. Os animais estão em observação na área de quarentena e, em breve, serão encaminhados para recintos especiais. Um filhote de gato-do-mato-pequeno está em área aquecida e irá viver com outros da mesma espécie. Órfão, o felino foi cuidado desde filhote pela equipe do Zoológico de Sapucaia do Sul. Além do gato, vieram de Sapucaia 41 caturritas e três tucanos do bico-verde.
O zoo de Gramado também recebeu outros dois tucanos de bico-verde do Zoo de Canoas e uma seriema do Zoológico de Cachoeira do Sul. O veterinário Renan Stadler, responsável técnico do Gramadozoo, explica que as transferências são comuns entre zoológicos. “São animais com histórias distintas. Foram vítimas do tráfico ou ficaram órfãos e passaram a ser cuidados desde filhotes em zoológicos, que são fundamentais para a conservação da fauna”, diz Stadler.
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França inaugura rodovia solar que gera energia para uma cidade

21 de março de 2017
No início de 2016, a ministra de Ecologia e Energia da França, Ségolène Royal, anunciou a ideia de pavimentar mil quilômetros de rodovias com painéis solares nos próximos cinco anos.
Trata-se de uma estratégia do governo de promover a energia sustentável e aproveitar esta tecnologia para proporcionar energia a residências ou sistemas de infraestrutura pública, sobretudo em regiões onde a distribuição é mais complexa.
Entretanto, menos de um ano após o anúncio, foi inaugurado o primeiro trecho do projeto próximo a uma pequena cidade chamada Tourouvre-au-Perche, ao norte da França.
A rodovia tem um quilometro de extensão e foi coberta por 2.800 metros quadrados de painéis solares que podem gerar a energia necessária para o funcionamento do sistema de iluminação público da cidade de 3.400 habitantes.
O projeto foi concebido e executado pela empresa Wattway. Segundo o comunicado de imprensa, a produção anual estimada é de 280 MWh, com produção diária média de 767 kWh, podendo alcançar 1.500 kWh por dia no verão.
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Biomas do Brasil está disponível para download gratuito

20 de março de 2017
A edição digital do livro Biomas do Brasil: da exploração à convivência está disponível para download gratuito. Escrito por Ivo Poleto é um material para os interessados em  conhecer melhor os biomas brasileiros, refletir criticamente sobre a situação atual em que se encontram e repensar o Brasil a partir deles.
A versão digital, em PDF, pode ser acessada pelo http://fmclimaticas.org.br/wp-content/uploads/2017/03/livro_BIOMAS_DO_BRASIL_2017_final.pdf
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Microalgas que geram combustível

20 de março de 2017
Pesquisa de biocombustíveis realizada em Brasília pela Embrapa Agroenergia identificou espécies de microalgas que podem ser cultivadas em resíduos líquidos de processamento em agroindústrias, gerando matéria-prima renovável. Além dos combustíveis, podem ser criados, entre outros produtos, rações e cosméticos. Os estudos duraram três anos e também identificaram espécies na biodiversidade brasileira.
Utilizaram a vinhaça, formada na produção de açúcar e etanol de cana, e o pome (palm oil mill effluent), gerado no processamento de dendê, aproveitado na fertirrigação das plantações. De acordo com técnicos da Embrapa, utilizá-los como meio para produzir microalgas deverá agregar valor às cadeias produtivas da cana e do dendê, produzindo mais biomassa e óleo para obter energia e bioprodutos.
As microalgas são organismos unicelulares e microscópicos que vivem em meios aquáticos. Elas não são plantas, mas são capazes de realizar fotossíntese e de se desenvolver utilizando luz do sol e gás carbônico. Se reproduzem muito rapidamente, proporcionando grande quantidade de óleo e de biomassa.
A produtividade pode ser de dez a 100 vezes maior que de cultivos agrícolas tradicionais. Isso chamou a atenção de setores que necessitam de grandes quantidades de matéria-prima, como biocombustíveis.
Óleos produzidos por algumas espécies quase sempre contêm compostos muito valiosos, como Ômega 3 e carotenoides. Por isso, elas também encontram espaço em indústrias que atendem nichos de mercado e pagam mais caro por matérias-primas com propriedades raras. É o caso dos cosméticos e dos suplementos alimentares.
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Dinheiro verde

20 de março de 2017
A Organização das Nações Unidas (ONU) diz que o uso mais inteligente e eficiente dos recursos naturais do mundo pode injetar US$ 2 trilhões na economia global até 2050 e também compensar os custos de uma ação ambiciosa contra a mudança climática. O chefe da ONU Meio Ambiente, Erik Solheim, citou uma nova pesquisa do chamado Painel Internacional de Recursos, um grupo de especialistas de gestão de recursos naturais ligado à agência da ONU, segundo a qual “fazendo um uso melhor dos bens naturais do planeta”, é possível “injetar mais dinheiro na economia para criar empregos e aprimorar meios de subsistência, além de criar os fundos necessários para financiar uma ação climática ambiciosa”.
O relatório da ONU diz que o investimento em uma ação climática ambiciosa causaria queda de 3,7% no produto global bruto per capita até 2050. No entanto, segundo o documento, o uso mais sustentável de materiais e energia não apenas cobriria o custo de manter o aquecimento global abaixo dos 2 graus Celsius, mas também adicionaria US$ 2 trilhões na economia global até 2050.
Segundo estimativas, a população mundial deve crescer 28% até 2050 e usar 71% a mais de recursos por pessoa. Sem medidas urgentes para aumentar a eficiência, o uso global de metais, biomassa, minerais e outros materiais vai subir de 85 bilhões para 186 bilhões de toneladas por ano no mesmo período.
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2016 foi o ano mais quente desde 1880

18 de janeiro de 2017
O ano de 2016 bateu o recorde de ano mais quente desde 1880, quando foram feitos os primeiros registros históricos da temperatura, informaram ontem cientistas na Nasa e da Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa, na sigla em inglês). A média da temperatura da superfície da Terra ficou em 0,94ºC acima da média registrada no século 20, de 13,9%. Desde o século 20 o recorde anual de temperatura global foi quebrado cinco vezes: 2005, 2010, 2014, 2015 e 2016. Este é o terceiro ano consecutivo em que o recorde é quebrado. “Muito do calor recorde sentido no planeta pode ser atribuído ao aumento das temperaturas nos oceanos”, diz o documento se referindo aos efeitos do El Niño, fenômeno caracterizado pela elevada temperatura das águas do oceano Pacífico, sobretudo nos primeiros meses de 2016. Durante o ano passado, os meses de janeiro, março, abril, junho, julho e agosto, estão entre os 12 meses mais quentes em 137 anos. De acordo com a Nasa, “as temperaturas estão atingindo níveis que podem ameaçar a civilização”.
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Cientistas criam bateria de celular que carrega em segundos e dura vários dias

22 de dezembro de 2016
Recarregar os celulares em poucos segundos e menos de uma vez por semana poderá ser realidade no futuro. Isso graças aos novos supercondensadores desenvolvidos por especialistas de nanotecnologia, na Universidade da Flórida Central. Os estudiosos criaram dispositivos que são capazes de armazenar rapidamente mais energia que as tradicionais baterias de lítio e sem perder sua estabilidade energética durante mais de 30 mil recargas. Hoje, uma bateria normal começa a perder cada vez mais potência a partir do 18° mês de uso. Em média, isso soma 1,5 mil ciclos com estabilidade intacta.
A pesquisa, publicada na revista especializada ACS Nano, reporta que a nova tecnologia poderá ser expandida para os carros elétricos. O segredo da inovação está no uso de baterias bidimensionais. Muitos pesquisadores já haviam tentando usar a técnica no passado, por exemplo, com o grafeno. Mas ninguém tinha conseguido efetivamente alcançar tal potencial.
O grupo norte-americano liderado por Yeonwoon “Eric” Jung ganhou este desafio tecnológico aproveitando um novo enfoque de síntese química, juntamente com supercondensadores compostos por milhões de microscópicos fios, revestidos por materiais bidimensionais. Dessa forma, o “coração” dos eletrônicos se torna um alto condutor de energia, e com mais densidade, energia e potência.
No entanto, o maior empecilho atual seria o tamanho dessas baterias, que seriam muito maiores do que as de lítio. “[Esses materiais] ainda não estão sendo comercializados, mas são uma demonstração da comprovação de um importante começo: nossos estudos mostram que terão impactos muito fortes sobre muitas tecnologias”, explica Jung.
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Cientistas fazem buscas pelo gelo mais antigo do mundo

22 de dezembro de 2016
Um grupo de cientistas internacionais iniciou uma busca na Antártida pela amostra de gelo mais antiga do mundo, com cerca de 1,5 milhão de anos. De acordo com a revista científica Nature, a primeira perfuração no solo está projetada para acontecer até 2020 e pretende estudar as mudanças climáticas ocorridas no pleistoceno, quando grandes extensões da Terra foram cobertas com uma imensa camada de gelo, no período chamado de glaciação.
O estudo, que permitirá uma elaboração de modelos mais precisos sobre as alterações do clima, é realizado pelo grupo International Partnership in Ice Core Sciences (Parceria Internacional para as Ciências do Núcleo de Gelo –  IPICS, na sigla em inglês),  com pesquisadores europeus e americanos.
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Líder mundial na incidência de raios por ano

24 de novembro de 2016
A primavera e o verão, as estações mais quentes do ano, são também um período de alerta para a população brasileira. Isso porque 90% dos 50 milhões de raios que caem no Brasil são registrados neste período. O país é líder mundial na incidência deste fenômeno, que provocou a morte de 1.790 pessoas entre 2000 e 2014, segundo o Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A cada 50 mortes por raio no mundo, uma acontece no Brasil.
Para se ter uma ideia, a descarga gerada por um relâmpago tem intensidade mil vezes maior que a corrente elétrica que passa por um fio de chuveiro elétrico. As temperaturas de um raio podem chegar a 30 mil graus Celsius, cinco vezes mais elevada que a da superfície do Sol. “A maioria das mortes acontece em campos abertos, como áreas de agricultura, campos de futebol e na praia, principalmente por correntes indiretas dos raios, que vêm pelo chão. O perigo não é só o raio em si, mas a corrente elétrica que pode ser descarregada no solo”, explica o coordenador do Elat, Osmar Pinto Junior.
A prevenção continua sendo o principal meio para evitar mortes provocadas por raios. Durante as tempestades, deve-se evitar locais altos, sentar embaixo de árvores ou deitar no chão. A pessoa também deve manter distância de locais com poças de água e objetos que possam conduzir a eletricidade, como linhas de energia e cercas de arame farpado.

Como se formam

As tempestades de raios têm maior incidência durante os meses de primavera e verão por causa do choque de massas de ar com temperaturas diferentes. O ar fica mais quente e é mais facilmente transportado para as camadas superiores da atmosfera. A partir de cinco quilômetros de altura, ele começa a formar cristais de gelo no interior das nuvens.
O choque das partículas dentro das brumas deixa os átomos eletricamente carregados, dando origem a uma faísca que dá início ao raio. À medida que a fagulha se aproxima do solo, inicia-se uma descarga do chão para a nuvem. Quando as duas se unem, acontece o raio.
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Jalapão se torna a maior área protegida do Cerrado

5 de outubro de 2016
Com quase três milhões de hectares, a região do Jalapão se tornou a maior área protegida do Cerrado, abrangendo unidades de conservação na Bahia e no Tocantins, reconhecido como Mosaico do Jalapão.  Além da conservação da biodiversidade, a forma de gestão do mosaico vai ajudar na valorização da comunidade local e no desenvolvimento sustentável. Exemplo disso, é o manejo sustentável do capim-dourado já feito na região, a planta é colhida apenas pela população local e usada como matéria-prima para o artesanato tradicional.
O mosaico abrange unidades próximas, justas ou sobrepostas, pertencentes a diferentes esferas de governo ou de gestão particular. No caso do Jalapão, três unidades de conservação são geridas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio): Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba; Estação Ecológica Serra Geral do Tocantins; e Área de Proteção Ambiental Serra da Tabatinga. A região abriga as nascentes de afluentes de três importantes bacias hidrográficas brasileiras: Tocantins, Parnaíba e São Francisco. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, a presença de animais ameaçados de extinção, como o pato mergulhão (Mergus octosetaceus), desperta o interesse de cientistas de várias partes do mundo.
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